“Um deles viu umas contas brancas de rosário, acenou que lhas
dessem e divertiu-se muito com elas. Enrolou-as ao pescoço,
depois tirou-as e embrulhou-as no braço, e acenava para a terra
e depois para as contas, e em seguida para o colar do capitão,
dando a entender que eles dariam ouro por aquilo. Isto nós
entendíamos assim porque queríamos. Mas se ele queria dizer
que levaria as contas e mais o colar, isto nós não queríamos
entender, porque não lho daríamos."
(CAMINHA, Pero Vaz de. Carta de Achamento do Brasil. Campinas: Editora da UNICAMP,
p. 108, 2001.)
Em seu relato de viagem, Pero Vaz de Caminha
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