Em um dos seus experimentos envolvendo reprodução de ervilh...
Gabarito comentado
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Alternativa correta: B - segregação independente dos cromossomos
Tema central: herança mendeliana e a segunda lei de Mendel — a independência na transmissão de caracteres (ex.: textura e cor das sementes). É essencial saber conceitos de alelos, genes em diferentes cromossomos, e eventos da meiose.
Resumo teórico: Ao analisar cruzamentos diíbridos (F1 duplo-heterozigoto), Mendel observou proporções fenotípicas típicas (9:3:3:1), indicando que a herança de um caráter não afeta a do outro. Esse padrão decorre da distribuição independente dos cromossomos homólogos durante a metáfase/anáfase I da meiose — ou seja, genes localizados em cromossomos diferentes segregam de forma independente. Fontes: Mendel (1866); livros didáticos como Campbell Biology e conceitos básicos de Genética Mendeliana.
Por que a alternativa B é correta: ela descreve exatamente o mecanismo que explica a observação de Mendel — durante a formação dos gametas, diferentes pares de cromossomos se orientam e segregam independentemente, permitindo combinações variadas de alelos e gerando a proporção 9:3:3:1 em F2.
Análise das incorretas:
A — mutação gênica: trata-se de alteração no DNA, não do padrão de segregação observado por Mendel; não explica a independência entre caracteres.
C — ligação gênica: é o oposto; genes ligados (no mesmo cromossomo) tendem a ser herdados juntos e violam a independência, causando proporções diferentes — logo está errada.
D — permutação dos cromossomos homólogos: termo vago/inyexato. A ideia-chave é a segregação independente durante a meiose; “permutação” não é o conceito clássico usado e pode confundir com recombinação.
E — hibridização do cromossomo sexual: irrelevante para a observação de Mendel sobre caracteres autossômicos; não explica independência entre traços.
Estratégia de prova: ao ver “hereditariedade de um caráter não depende do outro” ou referência a duplo-heterozigoto/F2, pense imediatamente em Lei da Segregação Independente (9:3:3:1) e descarte alternativas que mencionem mutação, ligação ou termos imprecisos.
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Comentários
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Mendel fez cruzamentos com ervilhas que diferiam em duas características:
Cor da semente (amarela ou verde)
Textura da semente (lisa ou rugosa)
Ele pegou plantas duplo-heterozigotas (ou seja, que tinham os dois genes misturados: AaBb) e as deixou se autofecundar.
Se os genes fossem “ligados”, a cor e a textura sempre apareceriam juntas (por exemplo, toda amarela seria lisa).
Mas o que Mendel percebeu foi que a cor não dependia da textura podia ter ervilha amarela rugosa, verde lisa, etc.
Isso mostrou que os genes são herdados de forma independente:
um gene (cor) vai para um gameta sem ser influenciado pelo outro (textura).
E isso é o que chamamos de Segunda Lei de Mendel, ou Lei da Segregação Independente dos cromossomos.
Mendel fez cruzamentos com ervilhas que diferiam em duas características:
Cor da semente (amarela ou verde)
Textura da semente (lisa ou rugosa)
Ele pegou plantas duplo-heterozigotas (ou seja, que tinham os dois genes misturados: AaBb) e as deixou se autofecundar.
Se os genes fossem “ligados”, a cor e a textura sempre apareceriam juntas (por exemplo, toda amarela seria lisa).
Mas o que Mendel percebeu foi que a cor não dependia da textura — podia ter ervilha amarela rugosa, verde lisa, etc.
Isso mostrou que os genes são herdados de forma independente:
um gene (cor) vai para um gameta sem ser influenciado pelo outro (textura).
E isso é o que chamamos de Segunda Lei de Mendel, ou Lei da Segregação Independente dos cromossomos.
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