A criação da Zona Franca de Manaus foi justificada pela
ditadura civil-militar com a necessidade de se ocupar uma região despovoada. Era necessário, portanto, dotar a região de
“condições de meios de vida” e infraestrutura que atraíssem
para ela a força de trabalho e o capital, nacional e estrangeiro,
vistos como imprescindíveis para a dinamização das forças
produtivas locais, objetivando instaurar na região condições
de “rentabilidade econômica global”. De fato, sua criação e
desenvolvimento sempre estiveram atrelados a circunstâncias político-econômicas locais, nacionais e mundiais.
(José Seráfico e Marcelo Seráfico. A Zona Franca de Manaus e o
capitalismo no Brasil, 2005. Adaptado.)
A criação da Zona Franca de Manaus inseriu-se no modelo de