A camada de ozônio resulta da quebra da molécula de O2 pela ...

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Q3508201 Geografia
A camada de ozônio resulta da quebra da molécula de O2 pela radiação solar e, consequente, composição do ozônio ou gás O3. Atualmente, a propriedade dessa camada em filtrar as radiações nocivas à biodiversidade do planeta é comprometida por um buraco de aproximadamente 20.000.000 Km2.

Sobre os aspectos inerentes à camada de ozônio e os diversos impactos decorrentes na saúde humana e ambiental, verificase que
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Tema central: Camada de ozônio, destruição por SDOs e resultados de políticas ambientais globais.

A camada de ozônio é essencial para a vida na Terra, pois atua como um filtro, absorvendo cerca de 97% da radiação UV-B, altamente prejudicial à saúde (câncer de pele, catarata e depressão do sistema imunológico) e à biodiversidade.

Nos anos 1980, comprovou-se que CFCs, halons, HCFCs, tetracloreto de carbono e brometo de metila destruíam o ozônio ao liberarem átomos de cloro/bromo na estratosfera. A consequência mais conhecida foi o “buraco” sobre a Antártida.

Para conter o avanço da destruição, foi firmado o Protocolo de Montreal (1987), estabelecendo a eliminação gradativa das substâncias destruidoras do ozônio (SDOs). De acordo com a NASA e a Organização Meteorológica Mundial, esse acordo já mostra resultados concretos, como a redução do tamanho do buraco nos últimos anos, especialmente em 2024, considerado o menor deste século.

Justificativa da alternativa correta – E:

A alternativa E é a única que traz informação correta, atualizada e fundamentada em órgão oficial: "o buraco na camada de ozônio em 2024, conforme a NASA, foi o menor deste século (...), sendo esse o resultado da gradual eliminação das ‘substâncias destruidoras da camada de ozônio’". Houve redução da exposição à radiação UV-B, principal causa dos danos à saúde.

Análise das alternativas incorretas:

A) Errada: O buraco não está em aumento contínuo atualmente. Há estabilização e tendência de redução devido à diminuição do uso de SDOs pós-Protocolo de Montreal.
B) Errada: Cita comprimento de onda acima de 500 nm, quando o perigo reside entre 280-315 nm (UV-B). A faixa mencionada não corresponde à radiação UV nociva.
C) Errada: É falso afirmar que as três últimas décadas foram “infrutíferas”: houve avanços claros reconhecidos internacionalmente.
D) Errada: CFCs NÃO são inertes na estratosfera! De fato, liberam radicais livres que destroem o ozônio.

Estratégia: Em questões ambientais, observe dados atualizados, fontes oficiais e conceitos químicos precisos. Atenção especial ao comprimento de onda da radiação UV, natureza dos poluentes e resultados de acordos internacionais.

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