Sempre que brilha um novo dia, e que nos bate à porta o jor...

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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946263 Português
Sempre que brilha um novo dia, e que nos bate à porta o jornal, apoderamo-nos com solicitude dessa folha e avidamente percorremos a sessão das Câmaras do dia antecedente em procura do assunto que temos escrito no coração e no espírito - a educação da mulher brasileira -, e dobramos a folha desconsolados e aguardamos o dia seguinte, que se escoa na mesma expectativa, no mesmo desengano!
(...)
Um dia raiará mais propício para nós, em que os escolhidos da nação brasileira se dignem de achar a educação da mulher um objeto importante para dele ocuparem-se, com a circunspecção que merece.
Nísia Floresta. Opúsculo Humanitário.

Sonhando ser mestra, eu não imaginava o descanso, o repouso ameno que daria à minha mãe como recompensa dos grandes sacrifícios feitos por ela para meu bem-estar, eu não pensava em ser útil, em tornar-me necessária, imprescindível. Eu queria ser mestra para não morar em um cortiço malalumiado, infecto, úmido, nesta terra onde há tantas flores, tanta luz e tantas alegrias. O caso é que fosse qual fosse a mão que me escreveu no pensamento a resolução de vir a ser professora – pertencesse ela à tentação diabólica do luxo ou à compreensão de um dever –, fosse qual fosse, eu a abençoo.
Julia Lopes de Almeida. Memórias de Martha.


A partir da leitura dos excertos e das obras citadas, é correto afirmar:
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