Cante lá que eu canto cá: Filosofia de um trovador
nordestino. 2. Ed. Petrópolis: Vozes, 1978.
No texto 6, a partir dos versos “Não tenho
sabença, pois nunca estudei/Apenas eu seio o meu
nome assiná/Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre/E
o fio do pobre não pode estudá” (linhas 168-171) é
correto inferir que a intenção do poeta é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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