[...]Um sino de vidro claro,uma ampola cristalina e contráti...
Ali atrás, longos fios transparentes se arrastam e os olhos do peixinho a um banquete convidam. “Serão, por acaso, minhocas o que eu vejo de repente?” “Peixinho, peixinho, deixe-me alertar! Peixinho, peixinho, não se deixe enganar!”
Próximo demais o peixinho chegou: “Ai, ai, ai, agora ela me pegou! Firme me amarrou e não consigo me soltar! Firme me envolve e arde de matar!”
[...]
Tradução e adaptação de Flavia Souza, Stefano Hagen e Luiz Fontes.
O fragmento de poema apresentado foi escrito pelo naturalista Fritz Müller para suas filhas. O trecho do poema permite afirmar que a predação é realizada por um/uma