Dá para falar em feminismo indígena? É preciso lembrar que
os povos indígenas são mais de 300 – um grupo com
diferentes culturas, línguas, costumes, origens e
características. Pensar essas populações, sem reconhecer
essa diversidade, é reproduzir um olhar colonizador e
violento. E é justamente por isso que a ativista indígena Taily
Terena discorda de um possível conceito de feminismo
indígena, porque esse feminismo partiria da ideia de que
todas as mulheres indígenas enfrentam as mesmas
dificuldades e lutam por pautas iguais. Entre as principais
reivindicações das Mulheres Indígenas está a demarcação
de Terras. No lugar de “feminismo indígena”, Taily Terena
prefere “Luta das Mulheres Indígenas” – bastante difundido
entre mulheres indígenas de diferentes culturas. É a mulher
indígena que assume o papel de guardiã do território e
passa a ser responsável não só pela defesa de seus povos,
mas também pelo funcionamento de toda a comunidade.
(Adaptado de SOUZA, N. Por que feminismo não é suficiente pra luta
das mulheres indígenas? Revista AzMina, 24/10/2022.)
De acordo com a ativista indígena Taily Terena, não há um
feminismo indígena porque
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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