E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,
e a sede infinita.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
Em “Amar o que o mar traz à praia, / O que ele
sepulta…”, o termo “que”, em destaque, exerce,
respectivamente em suas duas ocorrências, a função
sintática de: