Euclides fora um dos que deram à nossa história um
“estilo”: uma forma de pensar e sentir o país (...) Não casualmente ele conferira lugar especial ao fenômeno da mestiçagem
(...) Ele teria descoberto nossa “tendência” à fusão, nossa
aptidão para a “domesticação da natureza” e para a
religiosidade. A figura do sertanejo como “forte de espírito” por
excelência era o símbolo de nossa originalidade completa.
(GOMES, Ângela de Castro. História e historiadores. A política cultural do Estado Novo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996. p. 195)
A vinda de imigrantes europeus ao Brasil favoreceria, segundo as autoridades governamentais da época, o branqueamento da
população, evitando um processo de mestiçagem que, até então, tinha a negritude como um forte componente. Além dessa
"consequência", a imigração era aclamada por parte da elite, pois:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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