Em 1989, os três estados que apresentavam taxas de mortalidade violenta bem acima dos demais, com
cerca de 140 mortes violentas por cada 100.000 habitantes, eram Roraima, Rio de Janeiro e Rondônia, dois
deles estados novíssimos, de ocupação recente e crescimento populacional acelerado nos anos 80 (em torno
de 9 pontos); Num segundo patamar, beirando a taxa de 100 mortes violentas por cada 100.000 habitantes,
estavam Mato Grosso, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul, estados estes que mostraram maior pujança
na agroindústria e no enriquecimento por atividades produtivas no país. […] Bem abaixo das médias nacionais,
estão os estados mais pobres do país: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pará, Paraíba e Bahia.