J. Borges (1935). O Forró dos Bichos, xilogravura.     Ao ...

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Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNCISAL Prova: CESPE / CEBRASPE - 2019 - UNCISAL - Vestibular - 2º Dia |
Q4010457 Português

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J. Borges (1935). O Forró dos Bichos, xilogravura.



    Ao se restringir à representação do fantástico, a xilogravura (nas gráficas do interior do Nordeste) sensibilizou a elite cultural, passando a ser tema de reportagens em revistas e em jornais e a ter projeção no mercado urbano. Retratando a fantasia sertaneja, a gravura popular ganhou personalidade própria, agigantou-se e desvinculou-se do folheto (literatura de cordel). Tornou-se o mais importante meio de expressão plástica da cultura rural nordestina. 



FRANKLIN, J. A rica expressão da fantasia sertaneja. FERREIRA, C. (Org.). J. Borges por J. Borges: gravura e cordel no Brasil. Brasília: Ed. da UnB, 2006, p. 104-5 (adaptado). 


À luz da gravura do pernambucano José Francisco Borges e do trecho do texto de Jeová Franklin, concernente às transformações sofridas pela gravura realizada com matriz de madeira no Nordeste brasileiro, entre as décadas de 60 e 70 do século passado, compreende-se que o processo de autonomização da xilogravura nordestina como obra de arte promoveu  

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