O conceito de “Indústria Cultural” foi utilizado
pelos teóricos da Escola de Frankfurt da primeira
geração, na Alemanha, para tratar de como a
produção cultural, nas sociedades modernas, foi
industrializada, simplificada, produzida para
consumo das massas e transformada em produto a
satisfazer a necessidade de prazeres imediatos. Os
jornais, as revistas, os folhetins, o cinema, o rádio
e, por fim, a televisão seriam os principais
instrumentos de sua disseminação.
Sobre a ação da Indústria Cultural vista nesta
perspectiva, é correto afirmar que