Vergueiro ofereceu aos imigrantes alemães um acordo.
Eles receberiam seus próprios lotes de pés de café adultos e,
apesar de receberem certa supervisão, seriam mais ou menos
responsáveis pelo cuidado e pela apanha. Segundo o contrato
assinado por eles em Hamburgo antes de embarcar, levariam
os frutos até os terreiros e contribuiriam proporcionalmente ao
beneficiamento. Receberiam cotas em pagamento, correspondentes à metade dos rendimentos da venda da safra, após
dedução dos custos de transporte, impostos e comissão.
(Warren Dean. Rio Claro: um sistema brasileiro de grande lavoura,
1820-1920, 1977. Adaptado.)
Tendo em vista que Vergueiro também custeou as passagens
desses trabalhadores com a garantia de ser ressarcido por
eles, o excerto descreve