Questões de Vestibular FMPFM 2025 para Vestibular - Medicina

Questões Discursivas

Foram encontradas 5 questões

Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727641 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
No verso inicial, o eu lírico pergunta: “Que pode uma criatura senão, / Entre criaturas, amar?”. Identifique o valor semântico do termo em destaque nesse contexto e a melhor paráfrase para ele:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727642 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
Em “Amar o que o mar traz à praia, / O que ele sepulta…”, o termo “que”, em destaque, exerce, respectivamente em suas duas ocorrências, a função sintática de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727643 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
Qual tese sobre o amor é defendida no poema?
Considere, entre outros, os trechos: “Amar o que o mar traz à praia, / o que ele sepulta…”, “amar o inóspito, o áspero…”, “Doação ilimitada a uma completa ingratidão” e “Amar a nossa falta mesma de amor”. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727644 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
No verso “Amar a nossa falta mesma de amor”, que figura de linguagem se destaca e qual o seu efeito de sentido principal? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727647 Português
“A vacina é considerada por especialistas como uma das maiores descobertas da ciência. No século 19, pouco depois da criação da primeira vacina, a expectativa de vida mundial não passava de 32 anos. Atualmente, com imunizantes contra dezenas de doenças à disposição da população, esse número é de 72,6 anos. Gabriel Orlando, historiador e educador do Museu Histórico do Instituto Butantan, enfatiza que, além de mortes, as doenças podem ocasionar problemas de saúde futuramente. Um exemplo das consequências benéficas da vacinação é a varíola, doença que matou mais de 300 milhões de pessoas no século 20 e foi erradicada em 1980. A OMS estima que mais de cinco milhões de vidas são salvas anualmente com a extinção da doença devido à vacinação, com a economia de mais de US$ 1 bilhão por ano. Ao contrário da varíola – um problema já do passado –, o sarampo é um problema do presente, mesmo que já exista um imunizante seguro e eficaz. Antes da vacina ser aplicada em massa a partir de 1963, a doença causava cerca de 2,6 milhões de mortes por ano no mundo. Em 2017, foram 110 mil óbitos no mundo, a maioria de crianças com menos de cinco anos. Em 2019, uma queda na cobertura vacinal contra a doença ocasionou um aumento no número de mortes, que foi de 207 mil mortes, também atingindo majoritariamente crianças.”
Adaptado de “O mundo antes e depois das vacinas”, Portal do Butantan, 14/03/2022. Disponível em <https://butantan.gov.br/noticias/o-mundoantes-e-depois-das-vacinas-a-historia-comprova-que-o-caminho-para-aerradicacao-de-doencas-e-a-imunizacao>

Assinale a alternativa incorreta sobre a história da vacinação e da saúde na Idade Contemporânea:
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: B
5: B