Questões de Vestibular URCA 2019 para Vestibular - Prova II - História \ Geografia \ Português \ Inglês

Foram encontradas 60 questões

Q1314114 Geografia
Sobre Relevo, leia as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1314115 Engenharia Ambiental e Sanitária
O debate recorrente sobre os Recursos Hídricos tem em sua essência a preocupação com a escassez de água potável existente no planeta. Sobre esse tema, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1314116 Geografia
Leia a afirmativa abaixo, sobre Agricultura, e assinale a alternativa correta
“Desde o século XVI, a agropecuária tradicional asiática, africana e latinoamericana vem sofrendo mudanças. [...] foi introduzida pelos europeus em suas colônias tropicais a partir do século XVI e é praticada até hoje. É uma monocultura com finalidades comerciais e conta com a aplicação intensiva de capitais para a plantação em larga escala de produtos agrícolas, [...]. Praticada em latifúndios [...] destina-se principalmente ao abastecimento dos mercados externos”. (MARTINS; BIGOTTO e VITIELLO: 2010; Vol. 3)
O texto se refere à: 
Alternativas
Q1314117 Geografia
Sobre Recursos Naturais, leia com atenção as afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1314118 Geografia

Após a leitura, com atenção, das afirmativas abaixo, assinale a alternativa correta:


I. A Primeira Revolução Industrial se caracteriza pela substituição da manufatura pela maquinofatura e a Segunda Revolução Industrial se caracteriza pelo uso da eletricidade e do petróleo, responsável pelo impulso na indústria automobilística.

II. A Terceira Revolução Industrial é também chamada de “informacional” e promoveu um grande avanço no fluxo de informações, rapidez dos transportes e formação de redes digitais ocasionando transformações na organização do trabalho.

III. As atuais “transnacionais”, antes denominadas multinacionais, formaram-se a partir dos trustes e oligopólios com filiais em diversos países do mundo.

Alternativas
Q1314119 Geografia

Abordando os aspectos da Industrialização e sua influência nos Aspectos Demográficos, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª, e assinale a alternativa correta:


(1) Migrações Internacionais.

(2) Revolução Médico-Sanitária.

(3) Unidade Familiar de Trabalho.

(4) Estrutura Etária.

(5) Transição Demográfica.


( ) Fluxos de populações que, nesse caso, podemos citar como exemplo, os venezuelanos no território brasileiro.

( ) Ocorre com a contribuição, por todos seus membros, no processo produtivo, mas com a transformação brasileira em um país urbano-industrial, somado ao custo de formação, influenciaram diretamente o comportamento reprodutivo da população.

( ) Sua primeira fase se caracteriza pela redução das taxas de mortalidade e elevado crescimento vegetativo da população; na segunda fase uma redução da natalidade e, consequentemente, do crescimento vegetativo; e na terceira fase, apresenta baixos índices de mortalidade e de natalidade.

( ) Tem reflexo impactante na economia de um país, influenciando nos investimentos do Estado nas áreas de educação infantil; saúde preventiva; assistência social e previdência, entre outros aspectos.

( ) Apesar de sua chegada, em alguns países, com décadas de atraso, promoveu a queda da mortalidade nas populações dos países subdesenvolvidos.

Alternativas
Q1314120 Geografia

Sobre Urbanização, leia as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:


I. O processo de urbanização brasileira foi influenciado pela industrialização após a Segunda Guerra Mundial, com a formação de um mercado interno, tendo à frente as indústrias implantadas no sudeste.

II. As diferenças no ritmo da urbanização são percebidas nas disparidades econômicas regionais e na posição diferenciada que cada região ocupa na economia nacional.

III. A redução do movimento migratório da população nordestina para a região sudeste do Brasil influenciou nitidamente a polarização de Salvador, Recife e Fortaleza sobre as suas próprias áreas e seus raios de abrangência.

IV. A região Sudeste apresenta uma rede urbana complexa, com características de grande modernização das infraestruturas viárias, comunicação, bens, serviços, etc., conforme podemos observar em Curitiba cuja polarização direta abrange Ribeirão Preto, Volta Redonda, Cuiabá e Paraná.

V. A expansão das Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro e de São Paulo estão originando a formação de uma Megalópole.

Alternativas
Q1314121 Geografia

Sobre Globalização, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª, e assinale a alternativa correta:


(I) Guerra Fria.

(II) Fundo Monetário Internacional.

III) Conglomerados Internacionais.

(IV) Cidades-Estados.

(V) Divisão Internacional do Trabalho.


( ) Elementos centrais da Globalização, estendendo suas redes produtivas, comerciais e administrativas por diversos países.

( ) É compreendida como produto do intercâmbio internacional e da especialização das economias nacionais.

( ) Marcada pela bipolaridade de poder; estabeleceu-se com a Doutrina Truman (1947) e perdurou até a queda do Muro de Berlim (1989).

( ) Organização política da Antiguidade Clássica; eram unidades políticas soberanas, pois não estavam subordinadas a nenhum poder superior.

( ) Surgiu como fonte de empréstimo de curto prazo. Os países-membros têm cota de participação. Desde 1980, tornou-se um intermediário entre bancos e países devedores.

Alternativas
Q1314122 Geografia
Sobre Representação Cartográfica é correto afirmar:
Alternativas
Q1314123 Geografia
Sobre a Região Nordeste do Brasil, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1314124 Português
Caboclo Roceiro, das plaga do Norte/ Que vive sem sorte, sem terra e sem lar/ A tua desdita é tristonho que canto/ Se escuto o meu pranto me ponho a chorar.
Este fragmento pertence ao poema Caboclo Roceiro, de um(a) expressivo(a) representante da nossa Literatura. Ao dá voz ao clamor do povo representa as figuras sociais do camponês, do agregado sem terra, do vaqueiro, da pessoa que vive nas margens das camadas sociais; a linguagem do(A) poeta realiza um vasto material para a pesquisa sociológica e esteticamente é a consumação de algo muito diverso daquilo que acontece quando poetas de outra extração social vem falar destas mesmas personagens. O poema e as informações referem-se a:
Alternativas
Q1314125 Português
Em ABC da Literatura, Ezra Poud afirma que “literatura é a linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo grau possível.” No fragmento: E eu vi por tantas cantigas e luas e pontas de ruas meu verso voar, do poeta Cleilson Pereira Ribeiro, temos:
Alternativas
Q1314126 Português

Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira no que se refere às figuras da linguagem, em seguida marque a opção correta:


(1)Polissíndeto

(2)Anacoluto

(3)Pleonasmo

(4)Anáfora

(5) Antítese

(6) Gradação

(7) Sinestesia


( ) “Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal”

(Fernando Pessoa)

( ) “Eu vi a cara da morte, e ela

estava viva”.(Cazuza)

( ) “O primeiro milhão possuído excita, acirra,

assanha a gula do milionário.

(Olavo Bilac)

( ) “Longe do estéril turbilhão da rua,

Beneditino, escreve! No aconchego

Do claustro, na paciência e no sossego,

Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!”

com calma sem sofrer”

(Olavo Bilac)

( ) “Como era áspero o aroma

daquela fruta exótica”

(Giuliano Fratin)

( )“ Amor é um fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer”

(Camões)

( )“O homem, chamar-lhe mito

não passa de anacoluto

(Carlos Drummond de Andrade)

Alternativas
Q1314127 Português
Observe o poema a seguir e marque a opção correta:
“Portugal colonial” Nada te devo nem o sítio onde nasci
nem a morte que depois comi nem a vida
repartida p'los cães nem a notícia
curta a dizer-te que morri
nada te devo Portugal Colonial
cicatriz doutra pele apertada
(David Mestre, poeta angolano. In: DÁSKALOS, M. A.; APA, L.; BARBEITOS, A. Poesia africana de língua portuguesa: antologia. Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 2003, p. 104.)

Alternativas
Q1314128 Português
Venenos de Deus, remédios do diabo: as
      incuráveis vidas de Vila Cacimba

– Noutro dia, você zangou-se comigo porque eu não o chamava pelo seu nome inteiro. Mas eu conheço o seu segredo.
– Não tenho segredos. Quem tem segredos são as mulheres.
– O seu nome é Tsotsi. Bartolomeu Tsotsi.
– Quem lhe contou isso? De certeza que foi o cabrão do Administrador. 
Acabrunhado, Bartolomeu aceitou. Primeiro, foram os outros que lhe mudaram o nome, no baptismo. Depois, quando pôde voltar a ser ele mesmo, já tinha aprendido a ter vergonha de seu nome original. Ele se colonizara a si mesmo. E Tsotsi dera origem a Sozinho [Bartolomeu Sozinho].
– Eu sonhava ser mecânico, para consertar o mundo. Mas aqui para nós que ninguém nos ouve: um mecânico pode chamar-se Tsotsi?
– Ini nkabe dziua.
– Ah, o Doutor já anda a aprender a língua deles?
– Deles? Afinal, já não é a sua língua?
– Não sei, eu já nem sei...
O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. E poder usar uma delas para perder o passado. E outra para ludibriar o presente. 
– A propósito de língua, sabe uma coisa, Doutor Sidonho? Eu já me estou a desmulatar.
E exibe a língua, olhos cerrados, boca escancarada. O médico franze o sobrolho, confrangido: a mucosa está coberta de fungos, formando uma placa esbranquiçada.
– Quais fungos? – reage Bartolomeu. – Eu estou é a ficar branco de língua, deve ser porque só falo português...
O riso degenera em tosse e o português se afasta, cauteloso, daquele foco contaminoso. [...]
O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.
– Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?
– Depende – responde o português.
– O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?
– Sim.
– Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.
O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos. 
– Me receite um remédio para eu desmaiar.
O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.
– Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre. Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso. [...]

(COUTO, Mia. Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, pp. 110-113)
“Identidade nacional representa um conjunto de sentimentos que fazem com que um indivíduo se sinta parte de uma sociedade ou nação. A língua é um importante elemento na constituição da identidade de um povo. Ela permite reconhecer membros da comunidade, diferenciar estrangeiros e transmitir tradições”. Das proposições a seguir, marque a que não aparece o sentimento de não pertencimento:
Alternativas
Q1314129 Português
Venenos de Deus, remédios do diabo: as
      incuráveis vidas de Vila Cacimba

– Noutro dia, você zangou-se comigo porque eu não o chamava pelo seu nome inteiro. Mas eu conheço o seu segredo.
– Não tenho segredos. Quem tem segredos são as mulheres.
– O seu nome é Tsotsi. Bartolomeu Tsotsi.
– Quem lhe contou isso? De certeza que foi o cabrão do Administrador. 
Acabrunhado, Bartolomeu aceitou. Primeiro, foram os outros que lhe mudaram o nome, no baptismo. Depois, quando pôde voltar a ser ele mesmo, já tinha aprendido a ter vergonha de seu nome original. Ele se colonizara a si mesmo. E Tsotsi dera origem a Sozinho [Bartolomeu Sozinho].
– Eu sonhava ser mecânico, para consertar o mundo. Mas aqui para nós que ninguém nos ouve: um mecânico pode chamar-se Tsotsi?
– Ini nkabe dziua.
– Ah, o Doutor já anda a aprender a língua deles?
– Deles? Afinal, já não é a sua língua?
– Não sei, eu já nem sei...
O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. E poder usar uma delas para perder o passado. E outra para ludibriar o presente. 
– A propósito de língua, sabe uma coisa, Doutor Sidonho? Eu já me estou a desmulatar.
E exibe a língua, olhos cerrados, boca escancarada. O médico franze o sobrolho, confrangido: a mucosa está coberta de fungos, formando uma placa esbranquiçada.
– Quais fungos? – reage Bartolomeu. – Eu estou é a ficar branco de língua, deve ser porque só falo português...
O riso degenera em tosse e o português se afasta, cauteloso, daquele foco contaminoso. [...]
O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.
– Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?
– Depende – responde o português.
– O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?
– Sim.
– Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.
O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos. 
– Me receite um remédio para eu desmaiar.
O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.
– Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre. Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso. [...]

(COUTO, Mia. Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, pp. 110-113)
No fragmento: O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. O termo em destaque é sintaticamente classificado como:
Alternativas
Q1314130 Português
Aquilo que na atualidade é entendido por Cultura geralmente não passa de uma Indústria Cultural. Observe o diálogo existente entre a afirmação dada e a tirinha a seguir; em seguida marque a opção que não está de acordo com as mensagens aqui expostas:
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Alternativas
Q1314131 Português
O relatório da CPI da Previdência apontou que o sistema não tem défice e destacou que a Reforma e análise no Congresso é desnecessária. O resultado dos trabalhos da comissão deve ser analisado até o dia 06 de novembro. Com 253 páginas, o relatório final dos trabalhos da CPI da Previdência apresentado ao Senado faz um histórico do sistema da Previdência Social do Brasil, desde a sua criação, em 1923, e aponta perspectivas para assegurar o pagamento dos benefícios no futuro. Depois de seis meses de trabalho e trinta e uma reuniões, o texto assegura que não há défice na Previdência e explica que o orçamento da seguridade social também engloba os recursos da Saúde e de Assistência Social, além das aposentadorias e pensões. Isso quer dizer que não há necessidade de aprovar a Reforma da Previdência. (A voz do Brasil – 30/10/2018; adaptado). O termo em destaque é um pronome demonstrativo em relação ao espaço:
Alternativas
Q1314132 Português
Comunicar é a principal função de todo e qualquer ato de fala, não importa se na linguagem escrita ou na linguagem oral. Para se estabelecer a comunicação, o enunciador deve conhecer recursos linguísticos essenciais para o desenvolvimento de um discurso que interaja de maneira satisfatória com o(s) seu(s) interlocutor(es). Conhecer elementos como a coesão e a sua aplicabilidade é uma das garantias de que seu discurso efetivamente alcance o seu interlucutor. No diálogo a seguir, entre Mafalda e Manolito, aparece na segunda inquirição de Mafalda a coesão:
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Alternativas
Q1314133 Português

Na minha Terra


Na minha terra ninguém morre de amor

De fome, de esperança, sim senhor

Desculpe essas palavras assim mais duras.

Mas cadê a compostura de quem tinha exemplo

a dar

É nepotismo, prepotência, disparate

Paraíso dos contrastes

De injustiça pra danar

Se tem um cara que deseja uma terrinha

De cuidar dela, de dar gosto a gente oiá

Logo se escuta a voz do dono da terrinha

Não é lugar de vagabundo vir plantar

Na minha terra ninguém morre de amor

De fome, de esperança, sim senhor

Desculpe essa verdade nua e crua

Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou

Agora é ágio, é pedágio, é propina

Já faz parte da rotina

É a lei com seu rigor

É uma força bem mais forte que se pensa

É uma teia onde aranha nunca está

Que suborna, que alicia, que compensa

Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar....

(Ivan Lins e Victor Martins)

Sobre as ideias contidas no texto, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
21: E
22: C
23: D
24: E
25: C
26: A
27: E
28: C
29: A
30: B
31: B
32: D
33: C
34: E
35: A
36: C
37: D
38: A
39: C
40: D