Questões de Vestibular UNCISAL 2019 para Vestibular - 1º Dia - 1º Semestre 2020
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Depoimento de Davi Kopenawa Yanomami, recolhido em 1998, na aldeia onde vive, e traduzido e editado pelo antropólogo Bruce Albert (Institut de Recherche pour le Développement, Paris). Disponível em: https://pib.socioambiental.org. Acesso em: nov. 2016.
O texto anterior apresenta uma explicação sobre a construção da memória pelo povo Yanomami e remete à prática da alfabetização em povos não indígenas. Conforme o narrador desse texto, a memória do seu povo é constituída
BERNARDINO, Joaze. Ação afirmativa e a rediscussão do mito da democracia racial no Brasil. Estudos afro-asiáticos. Rio de Janeiro, v. 24, n.º 2, 2002, p. 249 (adaptado).
Considerando-se as lutas por mudanças nas políticas públicas, uma resposta adequada para a pergunta colocada ao final do texto anterior seria a seguinte: Propor ações afirmativas para a população negra brasileira significa
MEYER, Dagmar Estermann et al. Políticas públicas: imperativos e promessas de inclusão social. Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação. Rio de Janeiro, v. 22, n.º 85, dez. 2014, p. 1010 (adaptado).
Para a efetivação da imperativa inclusão social, devem-se adotar ações de
Disponível em: www.museudefavela.org. Acesso em: nov. 2016 (adaptado).
A partir das concepções de memória e patrimônio cultural que fundamentam o modelo de museu descrito no texto, conclui-se que
ORWELL, George. 1984. São Paulo: Companhia das Letras, 2009 [1961].
O trecho anteriormente citado está no início do livro de ficção científica 1984, publicado em 1961. Nele, o autor retrata uma sociedade totalitária, na qual a tecnologia é utilizada pelo Estado para controlar a vida das pessoas. Considerando-se a atualidade, com a Internet, as redes sociais e a disseminação de aparelhos smartphones, o trecho
ROLLEMBERG, Denise. Entrevista especial com Denise Rollemberg. Revista IHU Online, nov. 2009. Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br. Acesso em: out. 2019 (adaptado).
Melhor seria que, em vez de “civil-militar”, nos habituássemos a utilizar outra caracterização, que talvez capture com mais precisão a natureza daquele regime: uma ditadura empresarial-militar implantada a partir de uma insurreição contrarrevolucionária das classes dominantes.
MELO, Demian Bezerra de. Ditadura “civil-militar”?: controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente. Espaço plural, v. 13, n.º 27, 2012 (adaptado).
Na abordagem do regime político que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985, os textos apresentados exprimem pontos de vista que
Com 65 milhões de deslocados no mundo, o número de refugiados chegou a “níveis históricos”, segundo o documento assinado pela cúpula do G20. (...) Durante o debate sobre o tema, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, alertou que o sistema europeu de amparo está prestes a chegar ao seu limite e que os demais países não podem ficar à margem da crise. Ele pediu que o problema não fosse apenas reconhecido, mas que se tomem medidas concretas para resolvê-lo. Tusk citou os milhões de refugiados que a União Europeia acolheu e os bilhões de euros investidos no Oriente Médio.
Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: nov. 2016.
O trecho anterior trata, principalmente, da chegada à Europa de milhares de migrantes e refugiados da Síria, país árabe predominantemente mulçumano. No que se refere a esse fenômeno, que se ampliou nos últimos anos, o Brasil e a Inglaterra
PENA, Paulo Gilvane Lopes et al. Taylorismo cibernético e lesões por esforços repetitivos em operadores de telemarketing em Salvador – Bahia. Caderno CRH. Salvador, v. 24, n.º especial 1, 2011, p. 145 (adaptado).
Pelo menos desde o século XVIII, houve profundas transformações no modo como o trabalho se desenvolve, sendo possível identificar, em especial, o papel exercido pelas mudanças tecnológicas e o impacto que elas provocam sobre a organização e o mundo do trabalho. Conforme o texto anterior, que se refere ao trabalho de telemarketing,
HÖFFE, Otfried. A democracia no mundo hoje. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. 135 (adaptado).
A partir das informações do texto precedente, é correto inferir a existência de
RIOS, Flavia. O protesto negro no Brasil contemporâneo (1978-2010). Lua Nova, n.º 85, 2012, p. 41-79 (adaptado).
Ao discutir as formas de ação coletiva de combate ao preconceito de cor, a autora do texto anterior recorre à expressão “protesto negro”, caracterizado principalmente como
Eu quisera poder dar a esta data a denominação seguinte: 15 de novembro, primeiro ano de República; mas não posso infelizmente fazê-lo. O que se fez é um degrau, talvez nem tanto, para o advento da grande era.
Em todo o caso, o que está feito, pode ser muito, se os homens que vão tomar a responsabilidade do poder tiverem juízo, patriotismo e sincero amor à liberdade.
Como trabalho de saneamento, a obra é edificante. Por ora, a cor do governo é puramente militar, e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só, porque a colaboração do elemento civil foi quase nula.
O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava (...).
LOBO, Aristides. O povo assistiu àquilo bestializado. Diário Popular, Rio de Janeiro, 18 nov. 1889 (adaptado).
O texto expressa a posição de um jornalista sobre um significativo evento para a cultura política brasileira. Conforme seu autor, a participação da população civil na Proclamação da República foi