Questões de Vestibular Sobre não definido
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GIDDENS, Anthony. Sociologia. Penso: Porto Alegre - RS, 2012.
Assim, partindo dessa compreensão sociológica, é correto afirmar que
MILLS, C. Wright. A imaginação Sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
Acerca da “imaginação sociológica”, é correto dizer que
Assim, considerando a perspectiva sociológica durkheimiana, é correto dizer que
Tomando essa compreensão de Weber, assinale a opção que corresponde a um exemplo de ação social.
SELL, Carlos Eduardo. Sociologia Clássica: Marx, Durkheim e Weber. 7ª ed. Petrópolis-RJ. Ed. Vozes, 2015.
Atente para o que se diz a seguir sobre o Tipo Ideal de Weber:
I. É uma ferramenta de análise da realidade social, embora não seja seu retrato fidedigno.
II. Trata-se de um conceito-instrumental de aproximação da realidade, que realiza uma distorção da subjetividade.
III. É uma forma de comparar o mundo objetivo com a conceituação sobre ele.
IV. Configura a acentuação unilateral de um ou vários pontos de vista para formar uma opinião coletiva.
É correto somente o que se afirma em
“A mudança de ‘estado social’ não trouxera consigo a ‘redenção da raça negra’ e os negros e mulatos custaram a perceber isso. Eles haviam sido expropriados de sua condição de dependentes e, submissos, recebido o peso de seu destino, mas não os meios para lidar com essa realidade. Sua única direção foi à marginalização, diante do desamparo real. Incorporar-se à escória do operariado urbano ou procurar no ‘ócio dissimulado’, na ‘vagabundagem sistemática’ ou na ‘criminalidade fortuita’ meios para salvar as aparências e a dignidade de ‘homem livre’”.
NUNES, Gilcerlândia Pinheiro de Almeida. “A Integração do Negro na Sociedade de Classes”. Revista Cronos, NatalRN, v. 9, n. 1, p. 247-254, jan/jul. 2008.
O trecho acima foi extraído de uma resenha acerca da obra “A Integração do Negro na Sociedade de Classes” (1964) do sociólogo brasileiro Florestan Fernandes (1920-1995). Partindo da compreensão da forma como ocorreu a integração dos negros libertos na sociedade de classes brasileira dos fins do século XIX, assinale a afirmação verdadeira.
SOUZA, Jessé. A ralé brasileira: quem é e como vive. 3ª ed. ampliada. São Paulo: Editora Contracorrente, 2018.
Considerando essa perspectiva sociológica de Jessé Souza, é correto concluir que
Considerando a Sociologia de Auguste Comte, assinale a afirmação verdadeira.
ANTUNES, Ricardo. O Privilégio da Servidão: o novo proletariado de serviços na Era Digital. São Paulo: Boitempo, 2018.
A respeito da atual uberização do trabalho, é correto dizer que
“O verdadeiro fundador da sociedade civil foi o primeiro que, tendo cercado um terreno, lembrou-se de dizer ‘isto é meu’ e encontrou pessoas suficientemente simples para acreditá-lo. Quantos crimes, guerras assassínios misérias e horrores não pouparia ao gênero humano aquele que, arrancando as estacas, tivesse gritado aos semelhantes: ‘Defendei-vos de ouvir esse impostor’”.
Rousseau, J.J. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens. São Paulo. Abril Cultural, 1978. P.259.
A filosofia política de Rousseau
Sobre a ação da Indústria Cultural vista nesta perspectiva, é correto afirmar que
“A consciência-de-si é em-si e para-si quando e porque é em si e para uma Outra, quer dizer, só é como algo reconhecido. Inicialmente uma consciência visa submeter a outra, ao apreendê-la como objeto. Porém precisa ser reconhecida pela outra como sujeito. Mas o outro é também uma consciência-em-si. Um indivíduo se confronta com outro indivíduo. Uma, a consciência independente, outra a consciência dependente. Uma é o senhor, outra é o escravo”.
Hegel, W. F. Fenomenologia do espírito. Parte I, seç. III. §§178 – 196.
A partir da leitura da passagem acima e considerando o pensamento hegeliano a respeito do processo de conhecimento, é correto dizer que
“Enquanto a filosofia moral se colocar a tarefa de contribuir para o aclaramento das intuições cotidianas adquiridas no curso da socialização, ela terá que partir, pelo menos virtualmente, da atitude dos participantes da prática comunicativa cotidiana”.
Habermas, Jürgen. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989. P.67.
Considerando a concepção de eticidade discursiva de Habermas, assinale a proposição verdadeira.
Leia atentamente as seguintes citações: “
Artigo 1 – Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”; “
Artigo 3 – Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”; “
Artigo 6 – Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei”.
Declaração Universal dos Direitos Humanos. Assembleia Geral das Nações Unidas Resolução 217 A III. Dezembro, 1948.
O que chamamos de Direitos Humanos constitui-se de um conjunto de orientações universais e formais que apontam para a garantia de direitos básicos que contribuem para o bem viver em sociedades democráticas. Considerando essa proposição, avalie o que se afirma a seguir:
I. Como são de caráter universal, os Direitos Humanos referem-se a todo e qualquer ser humano sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião.
II. A realidade da falta de moradias dignas e de segurança alimentar para grandes parcelas da população em países como o Brasil tem demonstrado, até os dias de hoje, a incapacidade da concretização plena de Direitos Humanos básicos.
III. Os Direitos Humanos foram criados depois da Segunda Guerra Mundial para proteger os mais pobres e humildes e, portanto, eles garantem mais direitos aos mais fracos e menos direitos aos poderosos.
É correto o que se afirma em
“Devemos, portanto, concluir que a origem de todas as grandes e duradouras sociedades não provém da boa vontade recíproca que os homens tivessem uns para com os outros, mas do medo recíproco que uns tinham dos outros”.
Hobbes. Thomas. Do cidadão. São Paulo: Martins Fontes, 1992. P.32.
Com base na citação acima e atentando para a compreensão que possuía Thomas Hobbes a respeito da origem da sociedade, é correto afirmar que
“Logo só me resta concluir: tudo o que é igual ou superior à mente que exerce seu natural senhorio e acha-se dotada de virtude não pode fazer dela escrava da paixão. Não há nenhuma outra realidade que torne a mente cúmplice da paixão a não ser a própria vontade e o livre-arbítrio”.
Santo Agostinho. O livre-arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995. P.52.
No que diz respeito ao conceito de livre-arbítrio e à origem do mal na obra filosófica de Agostinho de Hipona, considere as seguintes afirmações:
I. Para Agostinho, o livre-arbítrio é sempre um bem concedido ao homem por Deus, mesmo que o homem utilize-o de forma errônea, o que provoca o mal.
II. Em concordância com a tradição dos pensamentos maniqueísta e neoplatônico, Santo Agostinho defendia a visão dualista de um mundo em perpétua luta entre o Bem e o Mal.
III. Segundo o bispo de Hipona, o mal não possui ser, não pertence à ordem, ele é a corrupção do ser e é de inteira responsabilidade do homem, enquanto ser livre.
É correto o que se afirma em
“O chamado desenvolvimento histórico repousa, em geral, sobre o fato de a última forma considerar as formas passadas como etapas que levam a seu próprio grau de desenvolvimento e raramente é capaz de fazer a sua própria crítica”;
MARX, Karl. Contribuição à crítica da economia política. In Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978. P.120-121. Adaptado.
“A primeira premissa de toda a história humana é, naturalmente, a existência de indivíduos humanos vivos, a organização física destes indivíduos e a relação com o resto da natureza. Toda a historiografia tem de partir destas bases naturais e da sua modificação ao longo da história pela ação dos homens”.
MARX, Karl. Obras escolhidas. Lisboa: Edições Avante, 1982. P.8.
Sobre o método de abordagem da vida social denominado materialismo histórico, é correto afirmar que