Questões de Vestibular Sobre sintaxe em português

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Ano: 2011 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2011 - UERJ - Vestibular - Francês |
Q1282069 Português

Não resguardei os apontamentos obtidos em largos dias e meses de observação: num momento de aperto fui obrigado a atirá-los na água. (l. 15-16)


O fragmento acima poderia ser reescrito com a inserção de um conectivo no início do trecho sublinhado.

Esse conectivo, que garantiria o mesmo sentido básico do fragmento, está indicado em:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272387 Português
Observe o trecho abaixo, para responder a questão.
Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).
Observe o trecho: “... pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses ...”. Alterando-se a forma verbal “queixam” para “queixassem”, a correção gramatical estará mantida se alterarmos, também, as formas verbais “possuem” e “estão”.
Assinale a alternativa em que a alteração dessas formas verbais garante essa correção.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272384 Português

Considere o trecho abaixo para responder à questão, 

“Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro.” (l. 04-07). 


Assinale a opção na qual a oração “porque nosso cérebro evoluiu” está reescrita sem que tenha havido alteração de sentido.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: NUCEPE Órgão: UESPI Prova: NUCEPE - 2011 - UESPI - Veterinário - Prova 1 |
Q1272381 Português
Considere o trecho a seguir, para responder a questão.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Analise as opções abaixo e assinale aquela que contém uma informação INCORRETA, quanto ao emprego de palavras, expressões e estruturas linguísticas.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271802 Português
Analise como se fez a regência dos verbos no seguinte trecho: “a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constroi mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos”. Também estaria correta a regência dos verbos na alternativa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271801 Português
Analise o uso dos verbos em: “Um dos desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas”. Outra forma correta de dizer o mesmo seria:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271800 Português
Analise o trecho: “Como leitores, interagimos com o que lemos”. O segmento sublinhado poderia ser substituído por:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271799 Português
Observe o trecho: “[a literatura] constroi mundos familiares (...) e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida”. Em relação ao segmento sublinhado também seria correto dizer:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271798 Português

No trecho: “Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental”, o segmento sublinhado tem a função de:


1) delimitar o contexto em que a afirmação pode ser considerada.

2) apresentar uma ressalva ao que foi dito anteriormente.

3) delimitar o âmbito onde o fato expresso encontra sustentação.



Está(ão) correta(s): 

Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271797 Português
Analise o segmento: ““A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais.” No segmento sublinhado, o autor pretende:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271796 Português
TEXTO 2  
A literatura nos ajuda a construir nossa identidade
(1) Ainda que nasça e morra só, o indivíduo tem a sua existência marcada pela coletividade de que faz parte e que funciona segundo “leis” e “regras” preestabelecidas. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas de modo a permitir que sua jornada individual tenha identidade própria.
(2) Nos textos literários, de certo modo, entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira. Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam nossas vivências pessoais e nos ajudam a refletir sobre nossa identidade e também a construí-la.
(3) Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos – e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.
(4) Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.
(5) Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do regime militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada. A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, a literatura permite também que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens, busquemos construir um futuro melhor.
(Maria Luiza M. Abaurre; Marcela Pontara. Literatura Brasileira – tempos leitores e leituras. Ensino Médio. São Paulo: Moderna, 2005, pp., 10-11. Adaptado.)
No fragmento: “Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana”, a palavra sublinhada tem o mesmo sentido que na alternativa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UESPI Órgão: UESPI Prova: UESPI - 2011 - UESPI - Vestibular - Prova 01 |
Q1271789 Português
Alfabetização, língua escrita e norma culta
    (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
    (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
    (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
    (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
    (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
    (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
    (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
Analise o sentido do segmento sublinhado: “Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.” Trata-se de um segmento com sentido:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular - Prova 01 |
Q1270174 Português

TEXTO:

O equívoco de uma nova lei de imprensa


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: <http://interessenacional.uol.com.br/artigos-integra.asp?cd_artigo=41>. Acesso em: maio 2011. Adaptado.

Tem valor restritivo a expressão presente na alternativa
Alternativas
Q1270173 Português

TEXTO:

O equívoco de uma nova lei de imprensa


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: <http://interessenacional.uol.com.br/artigos-integra.asp?cd_artigo=41>. Acesso em: maio 2011. Adaptado.

Sobre os recursos linguísticos que compõem o primeiro parágrafo do texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2011 - UFGD - Vestibular - Prova 1 |
Q1265644 Português
Considere as normas da língua portuguesa padrão e assinale a alternativa em que NÃO ocorre inadequação.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PUC - GO Órgão: PUC-GO Prova: PUC - GO - 2011 - PUC-GO - Vestibular - Prova 1 |
Q1261797 Português
   - Amanhã cedo a senhora volte aqui, em jejum. É necessário o exame de Galli Mainini. Antes disso, posso adiantar-lhe que todos os sintomas levam à gravidez. 
     - Gravidez? O senhor está achando que eu sou o quê?
     - Achando que a senhora é uma mulher feliz, como toda mulher que vai ser mãe.
    - O senhor está muito enganado. Saiba que sou uma viúva honesta, respeitada, e que vivo exclusivamente para meu filho. E saiba mais, há dezoito anos que enviuvei, dezoito anos de castidade, de respeito à memória de meu saudoso marido, viu?
     [...]
    - Ora essa! Grávida, grávida é a m... E saiu deitando palavrões pelo corredor do consultório.
     [...]
   Um cheiro de carne assada parece sair da cozinha, misturando-se com os pensamentos medrosos de Amélia. Julinho levanta-se, beija carinhosamente a face da mãe e vai para a mesa aguardar a refeição. Horas depois, sai para o seu habitual encontro com a jovem guarda. O local é a rua Oito, no trecho que se estende da Anhanguera à rua Três, passarela dos sonhos fantásticos e dos desejos exóticos, mini-Augusta, pasto dos desocupados, dos cabeludos, recanto dos “papos-firmes” e dos “brasas-mora!”.
     [...]
    Acorda tarde no outro dia, sente-se mais ainda indisposta, com os vômitos aumentando cada vez mais. Levanta-se, vai à cozinha, passa pela porta do quarto de Julinho que ainda dorme, profundo. Contempla o rosto do filho, acha-o bonito: os mesmos traços do pai. E uma clara sensação maternal revolve as suas entranhas, como se uma estranha felicidade duplamente a sacudisse entre o céu e o inferno, terrivelmente.
    ***
    Os tocos de cigarros abandonados no cinzeiro parecem paralisados sob o peso de um enorme silêncio que se mistura com o cheiro enjoativo e traiçoeiro da maconha.

(TELES, José Mendonça. A Cidade do Ócio. 4. ed. Goiânia: Kelps, 2011. p. 69-70 e 72.)
Observe, no texto 04, o processo de textualização, no que se refere à gramática da palavra, da frase e do discurso, e marque a alternativa cujo comentário é pertinente aos fatos da Língua Portuguesa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PUC - GO Órgão: PUC-GO Prova: PUC - GO - 2011 - PUC-GO - Vestibular - Prova 1 |
Q1261782 Português
   Firme vontade de viver, de navegar na transparência da verdade, na criação do instante presente. Sentir a força dos segundos transformados em horas, meses, em eternidade histórica do ser. Viver, sentir o presente como verdade, como instante único e imponderável é recuperar na irrecuperabilidade do rio que passa, a força das águas, a memória que jamais deixa de ser ela mesma – é o recomeço dos tempos a cada minuto corporificado, vivido intensamente com sua energia, sem voltar-se lacrimosamente ao passado; sem projetar-se também para o futuro, esquecendo o agora. Sintonizar-se no presente, recuperar sua força, não deixá-lo esvair-se, escorrer em vãs suposições é marca original do homem que se faz e se reconhece historicamente nos passos da humanidade, no correr do rio, no vôo das aves; ouvir sua voz no ciciar dos ramos, na sinfonia do amanhecer primeiro: virginal manhã de sua criação e do recomeço do universo.
    [...]
   Traço letras, as histórias se embaralham nas páginas soltas, as personagens cruzam-se nos enredos diversos misturando seus papéis. Penélope e Páris. Helena e Ulisses. José, esposo de Maria, impulsivamente não quer representar o marido exemplar. Olhos, braços e devaneios deslocam-no para outros amores. A troca é nítida, as personagens esfumaçam-se na trama existencial. A vida não é tida como absolutamente irremediável. A leveza nos atos das trocas não altera o valor do câmbio. Na roda viva nem sempre o balé é sutil, há também marchas militares e nupciais. Há o desencontro harmonioso na dança da capoeira, os corpos não se tocam. Os parceiros se avaliam, espreitam-se e batem em retirada. O duelo corporal e verbal é abandonado. Dos corpos sensíveis e expressivos ficam ecos e imagens fugidias nas lembranças que se esvaem ao menor aceno do presente. O passado não possui consistência, não houve emoção no ato vivido, só a gratuidade do descompromisso, do non-sense tacitamente aceito por todos... 

(MARTINS, Maria Teresinha. Rapto de memória. 2. ed. Goiânia: Ed. da PUC Goiás, 2010. p. 18 e 40.)
Releia o trecho “Viver, sentir o presente como verdade [...] esquecendo o agora.”, retirado do texto 02, e examine cada assertiva a seguir, a fim de verificar se a seleção de ideias e palavras traduz a relação correta entre forma e conteúdo do trecho destacado. Depois, marque a alternativa verdadeira: I  -  As orações “Viver, sentir o presente” foram elaboradas com o recurso sintático de justaposição, característica da coordenação. A falta do conectivo entre as orações obriga o leitor a construir a coerência textual, estabelecendo, mentalmente, as relações de sentido. II  -  O adjetivo “imponderável” foi utilizado como sinônimo de único, caracterizando a palavra “instante”. Dessa forma, criou-se um efeito de sentido ambíguo, ferindo a construção do texto. III  -  A passagem “é recuperar na irrecuperabilidade do rio” constitui um recurso avaliativo da autora, expressando seu sentimento desolador e desesperançoso. IV  -  As expressões “a força das águas” e “a memória” são complementos da forma verbal “recuperar”, que é um verbo transitivo. Os complementos distanciados produzem no leitor a sensação de que esses fatos representam elementos de uma sequência argumentativa em desenvolvimento.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UNEMAT Órgão: UNEMAT Prova: UNEMAT - 2011 - UNEMAT - Vestibular - Prova 02 |
Q1261009 Português
Os acidentados foram socorridos num pronto-socorro do INSS, mas saíram de lá sãos e salvos. Sobre esse enunciado é correto afirmar.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UNEMAT Órgão: UNEMAT Prova: UNEMAT - 2011 - UNEMAT - Vestibular - Prova 02 |
Q1261007 Português
Texto 3
Doar livros vira pena alternativa

Em Presidente Venceslau, no oeste do Estado de São Paulo, uma nova modalidade de pena alternativa vem chamando a atenção da opinião pública. Agora, todo aquele que se envolver em crimes leves no município pode optar pela doação de livros infantis, beneficiando 4 mil alunos das 16 escolas da cidade. A pena, idealizada pelo juiz Silas Silva Santos, titular da 1ª Vara Judicial do Fórum de Presidente Venceslau, substitui outras medidas, como a prestação de serviços comunitários e a doação de cestas básicas. Santos explica que a adesão a esse tipo de pena desperta grande interesse nos envolvidos, pois não acarreta registro de antecedentes criminais. No entanto, essa pena alternativa só é aplicável a pessoas acusadas de crimes leves, como desacato e calúnia, por exemplo, e condenadas a até 2 anos de prisão. O objetivo, afirma Santos, é formar bibliotecas municipais.
Fonte: Revista Língua Portuguesa, nº 60, outubro/2010.

No entanto, essa pena alternativa só é aplicável a pessoas acusadas de crimes leves, como desacato e calúnia, por exemplo, e condenadas a até 2 anos de prisão”.


Esse enunciado não terá prejuízo de sentido, no texto, se substituir o “no entanto” em negrito por:

Alternativas
Q1260729 Português
A sucessão de orações coordenadas com verbo no presente, sem ligação por meio de conectivos, tem função expressiva na seguinte passagem do Texto I :

“O sol brilha, as casas estão encharcadas de luz, o vento bole nas árvores úmidas, a manhã cheira a sereno e a flor...” (linhas 20-23)

Assinale a alternativa que analisa corretamente a função dessa sequência de orações no texto.
Alternativas
Respostas
1301: A
1302: C
1303: E
1304: B
1305: D
1306: D
1307: B
1308: D
1309: A
1310: D
1311: B
1312: D
1313: D
1314: D
1315: C
1316: D
1317: A
1318: E
1319: E
1320: D