Questões de Vestibular Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 1.606 questões

Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394766 Português
Assinale a alternativa cujo termo sublinhado é um predicativo do objeto.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394765 Português
A função sintática do termo destacado no período: A escola pública desempenha tarefas do Estado, entre elas a proteção à vida é: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394764 Português
A oração destacada no período: Elas se tornam incapazes de reclamar se lhes pisam na cabeça é uma subordinada adverbial:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394763 Português
Assinale a alternativa em que o termo sublinhado tem a mesma função sintática da palavra essa, na frase: Essa situação gera sentimentos conflitantes.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394762 Português
Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é o núcleo do predicativo.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394761 Português
Assinale a alternativa que analisa corretamente os predicados das frases: I. Nossos alunos estão desmotivados / II. A maioria dos alunos está na escola pública.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394760 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase: São excelentes os educadores, __________ colaboração não podemos prescindir.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394739 Português

(Adaptado de: http://www.google.com.br/entrevista Mário Sérgio Cortella/educar para transformar. Acesso em 25 mai 2012 )

Com base no TEXTO 02, responda à questão.

Na frase Não cabe ao Estado substituir a responsabilidade da família, a menos que ela esteja em situação de descuido total, a expressão a menos que denota:
Alternativas
Q1391044 Português

Texto para as questão.


Poema


Encontrado por Thiago de Mello

No Itinerário de Pasárgada


Vênus luzia sobre nós tão grande,

Tão intensa, tão bela, que chegava

A parecer escandalosa, e dava

Vontade de morrer.

Manuel Bandeira


No poema, o conectivo "que" introduz uma oração com ideia de

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2012 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1382997 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
Assinale a opção que caracteriza corretamente a regra de concordância nominal empregada em “garotos e garotas negros”:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: ULBRA Órgão: ULBRA Prova: ULBRA - 2012 - ULBRA - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1378903 Português

A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


Leia o fragmento a seguir, as afirmações abaixo e marque a resposta correta.


“O título do manifesto, a propósito, é uma alusão à participação do Brasil na XIX Conferência Internacional de Aids, realizada em Washington, nos Estados Unidos, no final de julho”. (l. 16-17)


I – “Uma alusão” consiste no complemento nominal de manifesto.

II – “À participação do Brasil...” constitui-se em complemento nominal ao termo alusão.

III – Em “À participação” o acento indicativo de crase justifica-se simplesmente pela presença da palavra feminina “alusão”.

IV – Em “Realizada em Washington, nos Estados Unidos, no final de julho.” todos os elementos sublinhados são adjuntos adnominais, por isso separados por vírgulas.


Está (ão) correta (s):

Alternativas
Ano: 2012 Banca: ULBRA Órgão: ULBRA Prova: ULBRA - 2012 - ULBRA - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1378898 Português

A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.


As afirmações abaixo se referem ao seguinte trecho:


“[...] o nosso médico mergulhou inteiramente no estudo e na prática da medicina. Foi então que um dos recantos desta lhe chamou especialmente a atenção — o recanto psíquico, o exame de patologia cerebral”. (l. 22-24)


I – “O nosso médico” consiste no complemento verbal de mergulhou.

II – “No estudo e na prática da medicina” é um adjunto adverbial.

III – “Desta” refere-se à medicina.

IV – “Mergulhou”, nesse contexto, possui um sentido metafórico.



Está (ão) correta (s):


Alternativas
Ano: 2012 Banca: FUNIVERSA Órgão: UCB Prova: FUNIVERSA - 2012 - UCB - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1378106 Português

Exportações brasileiras crescem, mas não diversificam O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano.

Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas.

Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.


Internet: <http://marcosbau.com.br> (com adaptações). Acesso em 20/9/201


Considerando os aspectos sintáticos e semânticos do texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.



A locução “Mas também” (linha 45) pode ser substituída pela conjunção e, sem que haja modificação na relação semântica do período por ela introduzido com o período anterior.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Vestibular - CURSOS SUPERIORES - INGLÊS |
Q1369590 Português
“Eu compro as minhas coisas com o meu suor. É um dinheiro que não foi pedido, nem roubado. Foi honesto. Parece tão simples...” (l.24-26)
Considerando os operadores argumentativos, assinale a alternativa que contenha um único período com as mesmas ideias do texto acima:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Vestibular - CURSOS SUPERIORES - INGLÊS |
Q1369588 Português
“...acaba sendo levada a um sentimento de abandono e humilhação insuportáveis.” (l.11-12).

A expressão destacada tem o mesmo valor sintático que
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE SUBSEQUENTE - INGLÊS |
Q1369470 Português
Quanto aos mecanismos linguísticos usados no texto, é correto afirmar
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE SUBSEQUENTE - INGLÊS |
Q1369469 Português
Há correlação entre o termo transcrito e o que dele se afirma em
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE SUBSEQUENTE - INGLÊS |
Q1369468 Português
“A desigualdade é tamanha que esvazia nossa democracia e cerceia nossa economia.” (l. 08-09)

Reestruturando o período, identifique a alternativa que mantém as mesmas ideias do original:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE INTEGRADA |
Q1368585 Português
Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações seguintes:

( ) "pelo assunto" (l. 6) - completa o sentido do nome
( ) "outros públicos é de tirar o fôlego:" (l. 20) - o uso dos dois pontos justifica-se por acrescentar uma esclarecimento;
( ) "a" em "a mais DVDs" (l. 24) e "a" em "a pré-adolescência" (l. 50) pertencem à mesma categoria gramatical;

A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a


Alternativas
Ano: 2012 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2012 - IF-BA - Curso Técnico - MODALIDADE INTEGRADA |
Q1368584 Português
Observe as afirmações seguintes:

I. São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. (l. 1-2)
II. E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. (l. 14)
III. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão (l. 56-57)

Os termos em destaque nas afirmações acima traduzem, respectivamente
Alternativas
Respostas
1141: A
1142: E
1143: C
1144: E
1145: A
1146: E
1147: C
1148: D
1149: B
1150: D
1151: D
1152: D
1153: C
1154: A
1155: C
1156: A
1157: B
1158: E
1159: D
1160: E