Questões de Vestibular Sobre português

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Ano: 2009 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2009 - UFAC - Vestibular - Dia 1 - Língua Inglesa |
Q1352953 Português
Observe o parágrafo abaixo:

“Dia após dia, nestas últimas semanas, o público vem se admirando com exibições de amor entre gente que deveria se odiar. Por que estariam aos abraços, fazendo elogios radicais uns aos outros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o expresidente Fernando Collor e o atual presidente do Senado José Sarney? Lula, numa declaração inesquecível, disse que Sarney era ‘o grande ladrão da Nova República’; contra Collor, ele e o seu partido se jogaram numa guerra de extermínio desde o primeiro dia de seu governo e só sossegaram quase três anos depois, quando o inimigo foi posto para fora da presidência. Collor, por sua vez, disse que Sarney era ‘um batedor de carteira’ – carteira ‘da história’, em suas palavras, o que não é tão ruim quanto uma carteira de verdade, mas assim mesmo é coisa pra lá de pesada. Também afirmou, na sua disputa presidencial contra Lula, que o adversário iria expropriar as casas e apartamentos das pessoas se fosse eleito – isso para não falar da humilhação pública que lhe impôs ao levar para a televisão uma ex-companheira do atual presidente, que o acusou de racismo e de pressão para abortar a filha que acabariam tendo. Sarney se queixa até hoje das 1200 greves, a maioria comandada pelo PT, que teve ao longo de seu governo, e já descreveu Collor como ‘um homem profundamente transtornado.’” (GUZZO, J.R. Do mesmo lado. Veja, São Paulo, 19 ago. 2009. Seções, p. 142)


O autor do artigo diz que Collor havia chamado Sarney de “o batedor de carteira”, mas a “carteira da história”, o que amenizaria, num certo sentido, o insulto, mas que não deixaria de ter o seu peso de desagravo. Por outro lado, poderíamos compreender esse último aspecto como:
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Ano: 2009 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2009 - UFAC - Vestibular - Dia 1 - Língua Inglesa |
Q1352952 Português
Observe o parágrafo abaixo:

“Dia após dia, nestas últimas semanas, o público vem se admirando com exibições de amor entre gente que deveria se odiar. Por que estariam aos abraços, fazendo elogios radicais uns aos outros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o expresidente Fernando Collor e o atual presidente do Senado José Sarney? Lula, numa declaração inesquecível, disse que Sarney era ‘o grande ladrão da Nova República’; contra Collor, ele e o seu partido se jogaram numa guerra de extermínio desde o primeiro dia de seu governo e só sossegaram quase três anos depois, quando o inimigo foi posto para fora da presidência. Collor, por sua vez, disse que Sarney era ‘um batedor de carteira’ – carteira ‘da história’, em suas palavras, o que não é tão ruim quanto uma carteira de verdade, mas assim mesmo é coisa pra lá de pesada. Também afirmou, na sua disputa presidencial contra Lula, que o adversário iria expropriar as casas e apartamentos das pessoas se fosse eleito – isso para não falar da humilhação pública que lhe impôs ao levar para a televisão uma ex-companheira do atual presidente, que o acusou de racismo e de pressão para abortar a filha que acabariam tendo. Sarney se queixa até hoje das 1200 greves, a maioria comandada pelo PT, que teve ao longo de seu governo, e já descreveu Collor como ‘um homem profundamente transtornado.’” (GUZZO, J.R. Do mesmo lado. Veja, São Paulo, 19 ago. 2009. Seções, p. 142)

O autor do artigo trata das relações convenientes no alto escalão da nossa república, mas faz isso de uma maneira bastante peculiar, utilizando alguns recursos que acabam ratificando um determinado efeito. Poderíamos dizer que em boa parte deste parágrafo ele:

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Q1352951 Português
Observe o parágrafo abaixo:
“Duas décadas sem papel higiênico ajudaram os cubanos a encontrar uma utilidade, digamos, escatológica para o jornal oficial do Partido Comunista, o Granma, e para o recém-lançado Dicionário de pensamentos de Fidel Castro, um livrão de mais de 300 páginas muito apreciado por suas folhas finas e macias. O uso sanitário das publicações do governo é tão difundido que já deu origem a uma versão bizarra da lei da oferta e da procura: no mercado paralelo, o jornal da semana passada é vendido pelo mesmo preço que o da edição do dia. Na verdade, não importa a data da publicação se a finalidade for substituir o papel higiênico. Favorito para o asseio dos cubanos, o Granma tem oito páginas (dezesseis às sextasfeiras) e 400 mil exemplares diários. Seus artigos, pura ladainha comunista, são uma enorme chatice. As notícias, distorcidas pela propaganda oficial, não têm credibilidade. Mas o diário é bastante valorizado pela qualidade absorvente do papel em que é impresso e também pelas cores firmes, que não mancham o traseiro de seus, por assim dizer, leitores.” (TEIXEIRA, D. Até que enfim serviram para algo. Veja, São Paulo, 9 set. 2009. Ideologia, p. 98)
A reportagem acima, ressalta, em boa parte do texto, o aspecto irônico ao tratar de uma questão que deveria ser, em primeiro lugar, meramente informativa. Ao utilizar esse recurso de forma geral ele proporciona:
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Q1352950 Português
Observe o trecho abaixo:

    “Você é um sundae polvilhado com Ovomaltine. Pelo menos do ponto de vista dos micróbios. Existem mais bactérias pastando pela sua pele do que gente vivendo no planeta. Para elas, seu corpo é o paraíso, um lugar cheio de oásis onde água e comida jorram o tempo todo, na forma de água, sais minerais e gordura e proteínas. Cada um dos seus poros é como um restaurante onde tudo isso sai de graça. Em troca, elas deixam seu corpo fedendo. As axilas são mais problemáticas porque são as praças de alimentação mais concorridas, com glândulas que produzem mais óleos e proteínas de que elas gostam. E isso porque a pele nem tem tantas bactérias assim, comparado com a parte de dentro. A realidade assusta. Nosso corpo é feito de 10 trilhões de células. E abriga 100 trilhões de bactérias. Da próxima vez que se olhar no espelho, lembre-se: 90% do que está ali não é você, mas uma megacivilização de micro-organismos.”
(VERSIGNASSI, A., AXT, B. Donos do mundo. Superinteressante, São Paulo, ago. 2009. Capa, p. 54) 

Na passagem “Cada um dos seus poros é como um restaurante onde tudo isso sai de graça. Em troca, elas deixam seu corpo fedendo.” Existe uma comparação quase hiperbólica de início e, a seguir, o aspecto realçado procura:

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Q1352949 Português
Observe o trecho abaixo:

    “Você é um sundae polvilhado com Ovomaltine. Pelo menos do ponto de vista dos micróbios. Existem mais bactérias pastando pela sua pele do que gente vivendo no planeta. Para elas, seu corpo é o paraíso, um lugar cheio de oásis onde água e comida jorram o tempo todo, na forma de água, sais minerais e gordura e proteínas. Cada um dos seus poros é como um restaurante onde tudo isso sai de graça. Em troca, elas deixam seu corpo fedendo. As axilas são mais problemáticas porque são as praças de alimentação mais concorridas, com glândulas que produzem mais óleos e proteínas de que elas gostam. E isso porque a pele nem tem tantas bactérias assim, comparado com a parte de dentro. A realidade assusta. Nosso corpo é feito de 10 trilhões de células. E abriga 100 trilhões de bactérias. Da próxima vez que se olhar no espelho, lembre-se: 90% do que está ali não é você, mas uma megacivilização de micro-organismos.”
(VERSIGNASSI, A., AXT, B. Donos do mundo. Superinteressante, São Paulo, ago. 2009. Capa, p. 54) 
Os autores da reportagem utilizam, logo no início desse parágrafo, uma metáfora para definir o ser humano enquanto organismo (“Você é um sundae polvilhado de Ovomaltine”). Logo adiante, explicam que é do ponto de vista das bactérias. Ao final, eles nos lembram que, ao nos olharmos no espelho, boa parte do que vemos não somos nós. Esses recursos da linguagem interessam para indicar:
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Q1352637 Português
Leia o texto a seguir, e coloque V para proposição verdadeira e F para falsa.

Imagem associada para resolução da questão
Revista ISTO É, São Paulo: Editora Três, ano 31, 02 de julho, 2008, p. 60.
( ) Os dados revelam decisões políticas para o avanço da inclusão digital na sociedade brasileira.
( ) A expressão “Neste prazo” remete ao quantitativo de professores que serão capacitados em informática.
( ) O termo “até” funciona no texto como indicação circunstancial que expressa um ponto de chegada da banda larga nas escolas.

Marque a alternativa correta.
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Q1352631 Português

Imagem associada para resolução da questão

Maurício de Souza. Navegar é preciso. In: Almanaque do Cebolinha, 2004, p. 79.


Entre as expressões “bancos de dados” (linha 16) do texto 01 e “banco de dados” do segundo quadrinho da história “Navegar é preciso”, pode-se inferir que:


( ) A articulação intertextual promovida pela interação entre tema e figura compõe um todo significativo.

( ) A coerência discursiva ocasionada pela ruptura aparentemente existente entre figura e tema se justifica por conta do humor criado pelo autor.

( ) A relação de incongruência entre as expressões “bancos de dados” e “banco de dados” se estabelece pela contradição das figuras em relação ao tema, ocasionando uma ambigüidade.

( ) O uso de “banco de dados” no segundo quadrinho estabelece uma relação dialógica entre os enunciados, produzindo o efeito de sentido.


Analise as proposições acima, coloque V para a verdadeira e F para a falsa a alternativa correta.

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Q1344699 Português
Das afirmativas abaixo, assinale a única que apresenta o que como pronome relativo.
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Q1344696 Português
I- O o que aparece em ...o que fazia a serpente... (L.10) tem o valor de um pronome demonstrativo.
II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).
III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.
IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história.
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Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341022 Português
Com base no texto a seguir, responda à questão.

A instabilidade das cousas do mundo
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, Depois da Luz se segue a noite escura, Em tristes sombras morre a formosura, Em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o Sol, por que nascia? Se é tão formosa a Luz, por que não dura? Como a beleza assim se transfigura? Como o gosto da pena assim se fia?
Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza, Na formosura não se dê constância, E na alegria sinta-se tristeza.
Começa o mundo enfim pela ignorância, E tem qualquer dos bens por natureza A firmeza somente na inconstância.
(Gregório de Matos) 

Considere as afirmações sobre o poema:

I. O autor utiliza o Sol, a beleza e a alegria para ilustrar a efemeridade da vida;
II. O poeta afirma que a única coisa firme é o fato de nada ser constante;
III. O autor utiliza um paradoxo na última estrofe, o que não é próprio da estética Barroca;
IV. O acúmulo de antíteses e a estrutura interrogativa são recursos estilísticos utilizados pelo autor para sustentar sua argumentação.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341020 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

Em relação ao sentido do vocábulo mal-escrito (L.1), empregado no texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341018 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

Que outro vocábulo, sem alteração de sentido, substitui, nesse contexto, a palavra delicadezas (L.15)?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341017 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

I. Há predominância da linguagem no seu registro formal.
II. O autor mescla, de forma eqüitativa, o registro formal e o registro informal da linguagem.
III. Por ser um texto de cunho jornalístico, ele foi escrito, totalmente, levando em consideração o registro formal da linguagem.
IV. De maneira geral, o uso de termos em inglês (Information Mapping) e alguns termos do registro informal da língua, em nada comprometem o caráter prioritariamente formal do texto.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341016 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

Que fragmento do texto comprova que um e-mail mal-escrito pode se tornar “uma arma” contra o seu próprio autor?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341015 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

Tomando por base o texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341014 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

Com base no texto, que alternativa melhor justifica o emprego das aspas em “delicadezas”(L.15) e “Cachorrão 17 cm”(L.16)?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UEPA Órgão: UEPA Prova: UEPA - 2009 - UEPA - Vestibular - PROVA OBJETIVA – 1a Fase |
Q1341013 Português


 Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

Com base no texto e em seus conhecimentos sobre morfossintaxe, analise as proposições abaixo, assinalando a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULTEC Órgão: UNEB Prova: CONSULTEC - 2009 - UNEB - Vestibular - Caderno 1 |
Q1283013 Português
Levanta-se e percorre os quartos vazios, sem camas, sem nada. Entra na cozinha e acende o fogo. Pensa em fazer um café. Desiste. Joga água nos tições, apaga o fogo. Já que ia embora, para que café, para que fogo aceso? Sai até o avarandado. A barra do dia está nascendo, da cor do ouro. Carregaria estas manhãs para sempre, levaria nos olhos e na alma o raiar destes dias, as promessas da vida nova, deixando sempre um velho dia para trás. Desce até o riacho. Tira a roupa. O corpo nu se reflete na água limpa, esverdeada, à sombra do capim-angolinha, capim de beira de rio.

TORRES, Antônio. Essa Terra. 21 ed. São Paulo: Record, 2005. p. 71.

A personagem em foco
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULTEC Órgão: UNEB Prova: CONSULTEC - 2009 - UNEB - Vestibular - Caderno 1 |
Q1283012 Português

Acendo nosso último cigarro. Ele traga. Sua mão treme um pouco.


— Pode incluir o testemunho de um sacerdote peruano, Wenceslau Calderón de la Cruz, não é um belo nome?

— Wenceslau o quê?

— Calderón de la Cruz. Considera homens como Guevara e Luther King verdadeiramente santos.

— Não gosto de Luther King — ele resmunga.

— Deixa então só o Che, mas repense sobre Luther King. Antigamente a santidade era vista como o máximo da penitência, caridade, aquilo que você sabe. Mudou tudo. Hoje um cristão não pode alcançar a salvação da alma sem servir objetivamente à sociedade.


TELLES, Lygia Fagundes. As meninas. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 130.


O texto, contextualizado na obra, permite afirmar:

Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULTEC Órgão: UNEB Prova: CONSULTEC - 2009 - UNEB - Vestibular - Caderno 1 |
Q1283011 Português
I.
BUCÓLICA NOSTÁLGICA
Ao entardecer no mato, a casa entre
bananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,
aparece dourada. Dentro dela, agachados,
na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,
rápidos como se fossem ao Êxodo, comem
feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,
Muitas vezes abóbora.
Depois, café na canequinha e pito.
O que um homem precisa pra falar,
entre enxada e sono: Louvado seja Deus!
PRADO, Adélia. Bucólica Nostálgica. Bagagens. Rio de Janeiro: Imago,1976. p. 54.



II.
CIDADEZINHA QUALQUER
Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar... as janelas olham.
Êta vida besta, meu Deus.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Cidadezinha qualquer. Reunião:10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 17.
Comparando-se os textos I e II, pode-se afirmar:
Alternativas
Respostas
11541: B
11542: D
11543: A
11544: C
11545: E
11546: D
11547: A
11548: E
11549: C
11550: E
11551: E
11552: C
11553: D
11554: E
11555: E
11556: B
11557: D
11558: A
11559: B
11560: B