Questões de Vestibular Sobre português
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“No entanto, essa pena alternativa só é aplicável a pessoas acusadas de crimes leves, como desacato e calúnia, por exemplo, e condenadas a até 2 anos de prisão”.
Esse enunciado não terá prejuízo de sentido, no texto, se substituir o “no entanto” em negrito por:
A conjunção, do ponto de vista semântico, estabelece relações de vários sentidos entre as orações que liga.
Relacione as duas colunas de acordo com as relações estabelecidas pelas conjunções destacadas nas frases.
Coluna I
A) Relação de adição.
B) Relação de oposição.
C) Relação de alternância.
D) Relação de causa.
E) Relação de consequência.
Coluna II
1) Não veio à escola nem justificou a falta. ( )
2) Ou compra um carro, ou anda a pé. ( )
3) Estamos cansados porque andamos bastante na mata. ( )
4) O solo é seco, mas conseguimos uma boa safra este ano. ( )
5) Havia tanta gente no Sambódromo, que não dava para caminhar. ( )
Assinale a alternativa correta.
Este livro é composto pelo alfabeto manual da LIBRAS e alguns sinais, ou seja, são apenas os sinais mais usados no dia a dia com os quais você poderá conversar e aprender com mais fluência. Sua utilidade é de grande importância pois trata-se de mais um recurso para o aprendizado desta língua, permitindo uma boa comunicação entre ouvintes e surdos. Esta é a língua natural do surdo, portanto, devemos respeitá-la em seus aspectos funcionais e culturais. Seja você também um amigo e integrante da comunidade surda, aceitando e aprendendo a Língua Brasileira de Sinais. Fonte: Texto retirado do Livro Aprenda Libras com Eficiência e Rapidez. Éden Veloso e Valdeci Maria, Curitiba: Editora Mãos Sinais, 2009, p.52.
Analise as afirmativas. I. O texto infere o sentido de que surdez e mudez são sinônimos. II. LIBRAS é uma palavra resultante de um processo de formação de palavras. III. LIBRAS é uma sigla que indica a língua natural do surdo. IV. O texto é uma propaganda e possui sequências descritivas e expositivas que elucidam aspectos referentes à língua natural dos surdos.
Assinale a alternativa correta.
Texto 1
(A)“As filmagens de Tropa de Elite 2 mostram a força da verossimilhança na roteirização de uma troca de tiros”.
(B)“Cena de tiroteio”
(C)”Helicópteros sobrevoam o morro Dona Marta, em Botafogo, zona sul do Rio. Policiais militares, com fuzis calibre 762, trocam tiros com traficantes na rua de acesso à favela. Os moradores se escondem, assustados. Corta.
A cena que marcou o início das filmagens de Tropa de Elite 2, em fevereiro, pôs os habitantes da região em pânico, crédulos de que se tratava de operação policial genuína. De quebra, mostrou a força da verossimilhança exigida na criação das sequências de tiroteio no cinema”.
(Texto de Marcelo Lyra, retirado da revista Língua Portuguesa, nº 54, abril.2010, p. 36).
Texto 1
(A)“As filmagens de Tropa de Elite 2 mostram a força da verossimilhança na roteirização de uma troca de tiros”.
(B)“Cena de tiroteio”
(C)”Helicópteros sobrevoam o morro Dona Marta, em Botafogo, zona sul do Rio. Policiais militares, com fuzis calibre 762, trocam tiros com traficantes na rua de acesso à favela. Os moradores se escondem, assustados. Corta.
A cena que marcou o início das filmagens de Tropa de Elite 2, em fevereiro, pôs os habitantes da região em pânico, crédulos de que se tratava de operação policial genuína. De quebra, mostrou a força da verossimilhança exigida na criação das sequências de tiroteio no cinema”.
(Texto de Marcelo Lyra, retirado da revista Língua Portuguesa, nº 54, abril.2010, p. 36).
“O sol brilha, as casas estão encharcadas de luz, o vento bole nas árvores úmidas, a manhã cheira a sereno e a flor...” (linhas 20-23)
Assinale a alternativa que analisa corretamente a função dessa sequência de orações no texto.
Assinale a afirmativa correta a respeito das diferenças entre eles, considerando os dois textos lidos.
“Desde o começo, sempre foi um assunto em que a gente estava de acordo.” (linhas 2-3)
“Aí eles engolem aquele plástico que pode asfixiar os coitados de uma hora para outra.” (linhas 18-19)
Assinale a alternativa que descreve corretamente o uso de traços de oralidade nas frases destacadas.
Texto I: “Clarissa vai andando...” Texto II: “Toda a vida, Bruno e eu sempre conversamos muito sobre ecologia, meio ambiente, essas coisas.”
Leia as afirmações a respeito do papel do narrador nos dois textos e, em seguida, assinale a alternativa correta em relação a elas.
I Em Clarissa, a narração em 3ª pessoa instala um narrador que observa as ações, pensamentos e emoções do personagem.
II Em Clarissa, o narrador em 3ª pessoa não demonstra simpatia pelo personagem, adotando uma visão crítica do comportamento e emoções da jovem.
III Em Gabi, o narrador em 1ª pessoa torna a narrativa subjetiva e emocional, deixando sem voz os outros personagens.
IV Em Gabi, a narração em 1ª pessoa põe a própria personagem no comando da narrativa.
Assinale a alternativa em que se resume adequadamente a diferença entre as duas jovens.
O final do texto expressa uma reflexão do escritor acerca do poder da sua escrita, a partir da menção a uma princesa e a um povo.
Essa menção sugere, principalmente, que o escritor deseja que suas palavras tenham o poder de:
Às vezes, também (l. 4)
Ao estabelecer coesão entre os dois primeiros parágrafos, a palavra “também”, nesse contexto, expressa determinado sentido.
Considerando esse sentido, “também” poderia ser substituído pela seguinte expressão:
Toda a indagação do cronista acerca da palavra se baseia na diferença entre a importância que ela pode ter, por um lado, para quem a escreve e, por outro, para quem a lê.
O par de vocábulos que melhor exemplifica essa diferença no texto é:
O episódio do canário traz uma contribuição importante para o sentido do texto, ao estabelecer uma analogia entre a palavra do escritor e a música assobiada pela amiga.
A inserção desse episódio no texto reforça a seguinte ideia:
Alguma coisa que eu disse distraído − talvez palavras de algum poeta antigo − foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. (l.18-19)
O cronista revela que sua fala ou escrita pode conter algo escrito por “algum poeta antigo”.
Ao fazer essa revelação, o cronista se refere ao seguinte recurso:
Imprudente ofício é este, de viver em voz alta. (l. 3)
O ofício a que Rubem Braga se refere é o seu próprio, o de escritor. Para caracterizá-lo, além do adjetivo “imprudente”, ele recorre a uma metáfora: “viver em voz alta”.
O sentido dessa metáfora, relativa ao ofício de escrever, pode ser entendido como:





