Questões de Vestibular Sobre português

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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537579 Português
A propósito do sentido de certos vocábulos do texto, todas as afirmações são verdadeiras, EXCETO:
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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537578 Português
Em sua forma original, o editorial referido apresenta um pequeno trecho em destaque, copiado do próprio texto, para ressaltar uma ideia especialmente importante para a posição defendida. O fragmento que tem essas características é
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537577 Português
Analisando-se o gênero, o conteúdo e o processo de composição do texto 2, conclui-se que a única afirmação FALSA é:
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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537576 Português
Segundo as informações contidas no editorial acima, pode-se concluir que o título que sintetiza seu tema, qualificado de “paradoxal” (linha 01) pelo autor, é
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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537575 Português
Para responder à questão, analise as possibilidades de reescrita do fragmento das linhas 20 a 24 (“A objetividade (...) do autor").

1. Embora a objetividade seja um ideal inatingível para o jornalista (nunca existirá um texto isento de subjetividade, de tons íntimos do autor), o profissional deve insistir em alcançá-la, pois esse paradoxo é garantia de qualidade dos veículos de comunicação.

2. O jornalista não pode atingir o ideal da objetividade, pois nunca existirá um texto isento de subjetividade, de tons íntimos do autor (garantia de qualidade dos veículos de comunicação); deve contudo, insistir em alcançar esta meta paradoxal.

3. O jornalista não pode alcançar o ideal inatingível da objetividade: nunca existirá textos isentos de objetividade, de tons íntimos do autor. Por paradoxal que seja, deve, entretanto, insistir em alcançá-la, pois se trata da garantia de qualidade dos veículos de comunicação.

4. Para o jornalista, a objetividade é ao mesmo tempo um ideal e um paradoxo, mas mesmo assim deve insistir em alcançá-lo, embora sabendo-se de que nunca haverá textos isentos de subjetividade, de tons íntimos do autor – garantia de qualidade dos veículos de comunicação.

O(s) parágrafo(s) escrito(s) com correção, clareza, coesão, de acordo com o sentido do texto original, é/são, apenas,


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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537574 Português
Todas as passagens a seguir contêm grau significativo de subjetividade, COM EXCEÇÃO DE:
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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537573 Português

O texto nos leva a concluir que

( ) A objetividade plena no texto jornalístico é uma falácia, pois não existem textos neutros.

( ) Na prática do jornalismo, pretender minimizar a interferência da subjetividade é uma utopia.

( ) Há contradição, ao menos na aparência, em visar à objetividade no texto jornalístico, já que esta é inatingível.

( ) As idiossincrasias do jornalista podem contaminar seu trabalho na redação de uma notícia.

O preenchimento correto dos parênteses, de cima para baixo, é

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Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - 1º Dia |
Q537572 Português

As informações fornecidas pelo texto permitem responder à(s) pergunta(s):

( ) Que é subjetividade?

( ) Que é tendenciosidade?

( ) De que decorre a falta de objetividade?

( ) O que se pode concluir sobre o estilo?

( ) Qual a relação entre objetividade, falácia e ideal, no jornalismo?

O preenchimento correto dos parênteses, de cima para baixo, é

Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487069 Português
TEXTO II

                  A noite dissolve os homens

A noite
desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.

A noite desceu. Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total
incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra que paralisa os
guerreiros.

E o amor não abre caminho na noite.
A noite é mortal, completa, sem reticências,
a noite dissolve os homens, diz que é inútil sofrer,
a noite dissolve as pátrias, apagou os almirantes cintilantes!
nas suas fardas.

A noite anoiteceu tudo... O mundo não tem remédio...
Os suicidas tinham razão.

Aurora, entretanto eu te diviso,
ainda tímida, inexperiente das luzes que vais ascender
e dos bens que repartirás com todos os homens.

Sob o úmido véu de raivas, queixas e humilhações,
adivinho-te que sobes,
vapor róseo, expulsando a treva noturna.

O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus
dedos,
teus dedos frios, que ainda se não modelaram mas que
avançam
na escuridão
como um sinal verde e peremptório.

Minha fadiga encontrará em ti o seu termo,
minha carne estremece na certeza de tua vinda.

O suor é um óleo suave, as mãos dos sobreviventes
se enlaçam,
os corpos hirtos adquirem uma fluidez, uma inocência, um
perdão
simples e macio...

Havemos de amanhecer.
O mundo se tinge com as tintas da antemanhã
e o sangue que escorre é doce, de tão necessário
para colorir tuas pálidas faces, aurora.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Vol. único. Rio de Janeiro: Aguillar, 1964, p.112)


Considerando-se o processo de formação de palavras, é correto afirmar que em
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Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487068 Português
TEXTO II

                  A noite dissolve os homens

A noite
desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.

A noite desceu. Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total
incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra que paralisa os
guerreiros.

E o amor não abre caminho na noite.
A noite é mortal, completa, sem reticências,
a noite dissolve os homens, diz que é inútil sofrer,
a noite dissolve as pátrias, apagou os almirantes cintilantes!
nas suas fardas.

A noite anoiteceu tudo... O mundo não tem remédio...
Os suicidas tinham razão.

Aurora, entretanto eu te diviso,
ainda tímida, inexperiente das luzes que vais ascender
e dos bens que repartirás com todos os homens.

Sob o úmido véu de raivas, queixas e humilhações,
adivinho-te que sobes,
vapor róseo, expulsando a treva noturna.

O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus
dedos,
teus dedos frios, que ainda se não modelaram mas que
avançam
na escuridão
como um sinal verde e peremptório.

Minha fadiga encontrará em ti o seu termo,
minha carne estremece na certeza de tua vinda.

O suor é um óleo suave, as mãos dos sobreviventes
se enlaçam,
os corpos hirtos adquirem uma fluidez, uma inocência, um
perdão
simples e macio...

Havemos de amanhecer.
O mundo se tinge com as tintas da antemanhã
e o sangue que escorre é doce, de tão necessário
para colorir tuas pálidas faces, aurora.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Vol. único. Rio de Janeiro: Aguillar, 1964, p.112)


Há correspondência entre o termo transcrito e o que dele se afirma na alternativa
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487067 Português
TEXTO II

                  A noite dissolve os homens

A noite
desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.

A noite desceu. Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total
incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra que paralisa os
guerreiros.

E o amor não abre caminho na noite.
A noite é mortal, completa, sem reticências,
a noite dissolve os homens, diz que é inútil sofrer,
a noite dissolve as pátrias, apagou os almirantes cintilantes!
nas suas fardas.

A noite anoiteceu tudo... O mundo não tem remédio...
Os suicidas tinham razão.

Aurora, entretanto eu te diviso,
ainda tímida, inexperiente das luzes que vais ascender
e dos bens que repartirás com todos os homens.

Sob o úmido véu de raivas, queixas e humilhações,
adivinho-te que sobes,
vapor róseo, expulsando a treva noturna.

O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus
dedos,
teus dedos frios, que ainda se não modelaram mas que
avançam
na escuridão
como um sinal verde e peremptório.

Minha fadiga encontrará em ti o seu termo,
minha carne estremece na certeza de tua vinda.

O suor é um óleo suave, as mãos dos sobreviventes
se enlaçam,
os corpos hirtos adquirem uma fluidez, uma inocência, um
perdão
simples e macio...

Havemos de amanhecer.
O mundo se tinge com as tintas da antemanhã
e o sangue que escorre é doce, de tão necessário
para colorir tuas pálidas faces, aurora.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Vol. único. Rio de Janeiro: Aguillar, 1964, p.112)


A alternativa que apresenta outros versos de Drummond que remetem a uma ideia semelhante à sugerida na última estrofe do poema é
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487066 Português
TEXTO II

                  A noite dissolve os homens

A noite
desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.

A noite desceu. Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total
incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra que paralisa os
guerreiros.

E o amor não abre caminho na noite.
A noite é mortal, completa, sem reticências,
a noite dissolve os homens, diz que é inútil sofrer,
a noite dissolve as pátrias, apagou os almirantes cintilantes!
nas suas fardas.

A noite anoiteceu tudo... O mundo não tem remédio...
Os suicidas tinham razão.

Aurora, entretanto eu te diviso,
ainda tímida, inexperiente das luzes que vais ascender
e dos bens que repartirás com todos os homens.

Sob o úmido véu de raivas, queixas e humilhações,
adivinho-te que sobes,
vapor róseo, expulsando a treva noturna.

O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus
dedos,
teus dedos frios, que ainda se não modelaram mas que
avançam
na escuridão
como um sinal verde e peremptório.

Minha fadiga encontrará em ti o seu termo,
minha carne estremece na certeza de tua vinda.

O suor é um óleo suave, as mãos dos sobreviventes
se enlaçam,
os corpos hirtos adquirem uma fluidez, uma inocência, um
perdão
simples e macio...

Havemos de amanhecer.
O mundo se tinge com as tintas da antemanhã
e o sangue que escorre é doce, de tão necessário
para colorir tuas pálidas faces, aurora.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Vol. único. Rio de Janeiro: Aguillar, 1964, p.112)


Constitui uma afirmativa que sintetiza a ideia central do poema a indicada na alternativa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487064 Português
Observe as afirmações seguintes:

I. São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. (l. 1-2)
II. E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. (l. 14)
III. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão (l. 56-57) Os termos em destaque nas afirmações acima traduzem, respectivamente

Os termos em destaque nas afirmações acima traduzem, respectivamente
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487063 Português
"A maior parte do que se produz no mercado publicitário (...)” (l. 34-35).

O termo em negrito pode ser substituído por
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487062 Português
Analise as correspondências entre a palavra transcrita e o seu significado no texto, marcando V para as afirmações verdadeiras e F, para as falsas.

( ) "vorazes" (l. 25) - ávidos
( ) "filão" (l. 30) - mercado
( ) "desprendimento" (l. 39) - independência
( ) "cativar"(l. 50) - atrair
( ) "autonomia" (l. 57) - autoridade

A alternativa que indica a seqüência correta, de cima para baixo, é a:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487061 Português
Com base na leitura do texto, pode-se inferir que
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2011 - IF-BA - Processo Seletivo - Modalidade Integrada |
Q487060 Português
Considerando as proposições sobre o primeiro parágrafo do texto, analise as seguintes informações:

I. De acordo com os estudos realizados, os jovens brasileiros são, dentre os nove países pesquisados, os que possuem maior poder de compra;
II. No Brasil, quatro entre dez jovens gostam de fazer compras;
III. Os jovens brasileiros que participaram da pesquisada realizada sobre consumo preferem realizar compras em shoppings centers.

De acordo com a análise das proposições, a alternativa verdadeira é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - Prova 02 |
Q344589 Português
Imagem 025.jpg

Neste poema, os retratos antigos

I. buscam uma espécie de diálogo com o observador, porque nunca perdem a sua humanidade.

II. mesmo pendurados na parede, parecem ter vida própria.

III. simbolizam um passado fantasmagórico que pode continuar aterrorizando, por isso devem ser olhados com cautela.

A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - Prova 02 |
Q344588 Português
Imagem 024.jpg

Todas as afirmativas estão corretamente associadas ao excerto, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: PUC - RS Órgão: PUC - RS Prova: PUC - RS - 2011 - PUC - RS - Vestibular - Prova 02 |
Q344587 Português
Imagem 023.jpg

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
9801: E
9802: E
9803: C
9804: C
9805: A
9806: B
9807: D
9808: C
9809: E
9810: A
9811: D
9812: E
9813: E
9814: B
9815: A
9816: C
9817: E
9818: E
9819: D
9820: C