Questões de Vestibular Sobre português
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A análise mórfica da forma verbal canta – presente do indicativo – é a seguinte:
Cant – a – Ø – Ø
Radical VT DMT DNP
Comparando-se o segundo e o terceiro parágrafos desse texto, percebe-se que o terceiro contém mais palavras constituídas de morfemas aditivos do tipo derivacional.
Como se pode verificar nesse texto, a forma como o falante produz, foneticamente, os fatos de sua língua pode interferir na produção de um texto escrito, a depender do seu nível de escolaridade.
Na formação da nossa sociedade, o mau regime alimentar decorrente da monocultura, por um lado, e por outro da inadaptação ao clima, agiu sobre o desenvolvimento físico e sobre a eficiência econômica do brasileiro no mesmo mau sentido do clima deprimente e do solo quimicamente pobre. A mesma economia latifundiária e escravocrata que tornou possível o desenvolvimento econômico do Brasil, sua relativa estabilidade em contraste com as turbulências nos países vizinhos, envenenou-o e perverteu-o nas suas fontes de nutrição e de vida. (FREYRE, 2003, p. 48).
Esse tipo de variação está evidenciado no seguinte texto: Zé ganhou um smartphone. O amigo perguntou: – E aí, Zé, o que você vai fazer com esse smartphone? Zé respondeu: – O fone vou ficar, e o smart vou dá pra mirmã pintá azunhas... (ZÉ ganhou... 2013).
Nos dois casos, há uma variação linguística, ou seja, o uso de formas diferentes para expressar o mesmo significado.
Saussure, considerado o pai da Linguística moderna, estabeleceu algumas dicotomias para nortear os estudos linguísticos, como a do signo linguístico, constituído por significante e significado (partes indissociáveis).
Desse modo, o significante /atrepe’katilu/ não constitui um signo porque não existe um significado com ele relacionado.
