Questões de Vestibular Sobre português

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Q1362613 Português

TEXTO
Sair ou não sair, eis a questão!
Entrevista com Dr.ª Olga Inês Tessari



(Texto adaptado. Disponível em <http://olgatessari.com/id225.htm >. Acesso em 28/05/2013.)

Assinale a alternativa correta, quanto ao texto
Ao dizer que o jovem usa “a mãe para fazer comidinhas ou limpeza” (linhas 31-32), a psicóloga entrevistada acredita que o adolescente, mesmo morando sozinho, “continua dependente” (linha 24) de seus pais.
Alternativas
Q1362612 Português

TEXTO
Sair ou não sair, eis a questão!
Entrevista com Dr.ª Olga Inês Tessari



(Texto adaptado. Disponível em <http://olgatessari.com/id225.htm >. Acesso em 28/05/2013.)

Assinale a alternativa correta, quanto ao texto
Para Olga Inês Tessari, a saída do jovem da casa de seus pais só traz vantagens para ele.
Alternativas
Q1362611 Português

TEXTO
Sair ou não sair, eis a questão!
Entrevista com Dr.ª Olga Inês Tessari



(Texto adaptado. Disponível em <http://olgatessari.com/id225.htm >. Acesso em 28/05/2013.)

Assinale a alternativa correta, quanto ao texto
Olga Inês Tessari acredita que o jovem pode ir morar sozinho, quando assim desejar.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360940 Português
Em “No dia seguinte, não houve concentração juvenil,” (linha 52), o tempo verbal é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360939 Português
A função sintática do que está sublinhado em “Mas a turma está desoladíssima...” (linha 79) é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360938 Português
Em “Como não houvesse condomínio ...”(linha 66), a classe gramatical da palavra sublinhada é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360937 Português
Leia as alternativas a seguir e assinale a opção correta.
I. O autor, na crônica, fala sobre a contenda entre os moradores do Jandaia e as mansuetas babás. II. O texto, no terceiro parágrafo, diz que todos os moradores do Jandaia preferiam os casais noturnos à algazarra da rapaziada. III. Não há, na narrativa, referências à solução da altercação do murinho.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2013 - UCPEL - Vestibular |
Q1360936 Português
Na linha 81, a palavra “mansuetas” só não pode ser entendida como
Alternativas
Q1357879 Português
Tradicionalmente, a redação de um texto de tipo dissertativo está estruturada em partes complementares. Qual das alternativas abaixo traz a designação comum destas partes?
Alternativas
Q1357878 Português
Assinale a alternativa na qual o enunciado expressa um nível de linguagem coloquial:
Alternativas
Q1357876 Português

A questão têm como base a charge abaixo:



Disponível em: http://ecosalearacaju.blogspot.com/2009_10_01_archive.html. Acesso em: set. 2013.

Considere as seguintes orações: “e permitir a venda de terras na Amazônia por preços simbólicos”, “e o que ela tem de ecológica”.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q1357875 Português
Assinale, dentro das proposições seguintes, aquela que contraria a norma culta da língua relativa à sintaxe de concordância:
Alternativas
Q1357874 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Quem escreve as bulas?


    Quando me perguntam a profissão e eu digo que sou escritor, logo vem outra em cima: de que? De tudo, minha senhora. De tudo, menos de bula.
    Romance, cinema, teatro, televisão, poesia, ensaios, tudo tudo, menos bula! Não que eu não aprecie as bulas. Pelo contrário. Adoro lê-las. E com atenção. E, sempre, depois de ler uma, já começo a sentir todas as "reações adversas".
    Admiro, invejo esse colega que escreve bulas. Fico imaginando a cara dele, como deve ser a sua casa. Que papo tal escrivão deve levar com a mulher e com os vizinhos? Quanto ele ganha por bula? Será que ele leva os obrigatórios dez por cento de direitos autorais? Merecem, são gênios.
    Jamais, numa peça de teatro, num roteiro de um filme ou mesmo numa simples crônica conseguiria a concisão seguinte: "é apresentado sob forma de uma solução isotônica (que lindo!) de cloreto de sódio, que não altera a fisiologia das células da mucosa nasal, em associação com cloreto de benzalcônio". Sabe o que é? O velho e inocente Rinosoro.
    Vejam o texto seguinte e sintam na narrativa como o autor é sádico: "você poderá ter sonolência, fadiga transitória, sensação de inquietação, aumento de apetite, confusão acompanhada de desorientação e alucinações, estado de ansiedade, agitação, distúrbios do sono, mania, hipomania, agressividade, déficit de memória, bocejos, despersonalização, insônia, pesadelos, agravamento da depressão e concentração deficiente. Vertigens, delírios, tremores, distúrbios da fala, convulsões e ataxia". Pronto, tenho que ir ao dicionário ver o que é ataxia. Já sentindo tudo descrito acima. Quem mandou ler?
    E lembre-se sempre: todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. E não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. E pra cabeça!
PRATA, Mário. Quem escreve as bulas?, 2009. (Adaptado).
Qual é o efeito de sentido promovido pelo uso das expressões “E lembre-se” e “E não tome remédio”, no penúltimo parágrafo do texto?
Alternativas
Q1357873 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Quem escreve as bulas?


    Quando me perguntam a profissão e eu digo que sou escritor, logo vem outra em cima: de que? De tudo, minha senhora. De tudo, menos de bula.
    Romance, cinema, teatro, televisão, poesia, ensaios, tudo tudo, menos bula! Não que eu não aprecie as bulas. Pelo contrário. Adoro lê-las. E com atenção. E, sempre, depois de ler uma, já começo a sentir todas as "reações adversas".
    Admiro, invejo esse colega que escreve bulas. Fico imaginando a cara dele, como deve ser a sua casa. Que papo tal escrivão deve levar com a mulher e com os vizinhos? Quanto ele ganha por bula? Será que ele leva os obrigatórios dez por cento de direitos autorais? Merecem, são gênios.
    Jamais, numa peça de teatro, num roteiro de um filme ou mesmo numa simples crônica conseguiria a concisão seguinte: "é apresentado sob forma de uma solução isotônica (que lindo!) de cloreto de sódio, que não altera a fisiologia das células da mucosa nasal, em associação com cloreto de benzalcônio". Sabe o que é? O velho e inocente Rinosoro.
    Vejam o texto seguinte e sintam na narrativa como o autor é sádico: "você poderá ter sonolência, fadiga transitória, sensação de inquietação, aumento de apetite, confusão acompanhada de desorientação e alucinações, estado de ansiedade, agitação, distúrbios do sono, mania, hipomania, agressividade, déficit de memória, bocejos, despersonalização, insônia, pesadelos, agravamento da depressão e concentração deficiente. Vertigens, delírios, tremores, distúrbios da fala, convulsões e ataxia". Pronto, tenho que ir ao dicionário ver o que é ataxia. Já sentindo tudo descrito acima. Quem mandou ler?
    E lembre-se sempre: todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. E não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. E pra cabeça!
PRATA, Mário. Quem escreve as bulas?, 2009. (Adaptado).
Que traço característico do escritor de bulas de remédio permite que Mário Prata o identifique como um sádico?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355795 Português

SONETO DE SEPARAÇÃO (Vinícius de Moraes)


De repente do riso fez-se o pranto

Silencioso e branco como a bruma

E das bocas unidas fez-se a espuma

E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento

Que dos olhos desfez a última chama o drama


De repente, não mais que de repente

Fez-se de triste o que se fez amante

E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente

O ponto chave do conflito encontra-se sintetizado num substantivo apontado como:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355793 Português
Para responder a questão, leia o texto abaixo:


Bombeiros resgatam paciente no Hospital da Restauração (HR).

    De acordo com a assessoria de comunicação da unidade de saúde, Amaro Edzio da Silva, de 47 anos, internado há cinco dias após sofrer uma queda no município de São Lourenço da Mata, estaria desorientado por conta de uma crise de abstinência alcoólica e, ao voltar do banheiro, teria entrado em uma porta utilizada apenas pelo pessoal da manutenção e que dá acesso ao forro do primeiro andar do prédio, onde funciona a emergência.
    O paciente continuou engatinhando entre o forro de gesso e a laje, sendo denunciado por outros pacientes. A equipe médica acionou o Corpo de Bombeiros que, após uma tentativa frustrada de negociação para que Amaro voltasse para a porta de acesso, resolveu abrir um buraco no gesso para fazer o resgate. O paciente caiu e sofreu um edema no rosto e passa por exames e continua em estado de observação.
Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355792 Português
Para responder a questão, leia o texto abaixo:


Bombeiros resgatam paciente no Hospital da Restauração (HR).

    De acordo com a assessoria de comunicação da unidade de saúde, Amaro Edzio da Silva, de 47 anos, internado há cinco dias após sofrer uma queda no município de São Lourenço da Mata, estaria desorientado por conta de uma crise de abstinência alcoólica e, ao voltar do banheiro, teria entrado em uma porta utilizada apenas pelo pessoal da manutenção e que dá acesso ao forro do primeiro andar do prédio, onde funciona a emergência.
    O paciente continuou engatinhando entre o forro de gesso e a laje, sendo denunciado por outros pacientes. A equipe médica acionou o Corpo de Bombeiros que, após uma tentativa frustrada de negociação para que Amaro voltasse para a porta de acesso, resolveu abrir um buraco no gesso para fazer o resgate. O paciente caiu e sofreu um edema no rosto e passa por exames e continua em estado de observação.
Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR.
“Após uma tentativa frustrada de negociação”, o trecho indica:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355789 Português

A questão têm como base a charge abaixo:



Disponível em: http://ecosalearacaju.blogspot.com/2009_10_01_archive.html. Acesso em: set. 2013.

De acordo com a charge, o conteúdo do documento a ser assinado:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2013 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355788 Português

A questão têm como base a charge abaixo:



Disponível em: http://ecosalearacaju.blogspot.com/2009_10_01_archive.html. Acesso em: set. 2013.

Dentre os provérbios abaixo, aquele que se aplica à charge é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FADBA Órgão: Fadba Prova: FADBA - 2013 - Fadba - Vestibular |
Q1355704 Português
História de um nome


No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

- Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e - vá lá - fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu - o "Seu" Wagner - porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem - "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai.

Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem. Mas deixemos de lado as birras de minha avó - velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória - e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

"Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

- Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo. 

Dona Odete - por alcunha "A Estante" - mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da ideia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria. 

As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas - bom católico - acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.
Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.
(disponível em http://www.releituras.com/spontepreta_nome.asp acesso em 30/08/2012). 
Os romances naturalistas, em geral, apresentam as seguintes características, exceto:
Alternativas
Respostas
7981: C
7982: E
7983: E
7984: D
7985: B
7986: E
7987: A
7988: E
7989: E
7990: D
7991: E
7992: B
7993: D
7994: C
7995: A
7996: A
7997: E
7998: D
7999: A
8000: C