Questões de Vestibular Sobre português
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Aí choveu euro na periferia da Europa. A economia ali cresceu como nunca, mas os governantes gastaram como sempre. Além disso, não perceberam que seus países eram pequenos demais para suportar o peso de uma moeda forte.
Com os PIBs dos europobres caindo, a arrecadação deles diminuiu. Menos arrecadação, mais problemas para pagar dívidas. Aí tome mais dinheiro emprestado para ir rolando a pendura, só que agora a juros menos fofos.
(Superinteressante, agosto de 2015. Adaptado)
Leia a manchete.
Bolsa tem maior alta em
9 meses com a disparada
de Vale e Petrobras
Ibovespa subiu 3,65% com China e PIB
dos EUA; dólar recuou para R$ 3,552
(Folha de S.Paulo, 28.08.2015. Adaptado)
No contexto em que está empregada, a expressão “com a disparada de Vale e Petrobras” traduz sentido de
Peça-chave em qualquer economia desenvolvida, a moeda americana ___________ pode significar um perigo. A excessiva valorização do dólar já provoca mudanças de hábitos de consumo da classe média. Nos últimos anos, muitos brasileiros viajaram para os Estados Unidos para – além de aproveitar as férias – pagar mais barato por artigos eletrônicos, utilidades domésticas, roupas e acessórios para bebês, entre outros itens. Mas, pela primeira vez em muito tempo, está deixando de ser vantajoso _________ das férias e fechar negócios em solo americano. Em economias abertas como a brasileira, que dependem do fluxo de comércio internacional, a alta do dólar _________uma série de prejuízos.
(IstoÉ, 19.08.2015. Adaptado)
Considere o trecho:
“Nos últimos anos, muitos brasileiros viajaram para os Estados Unidos para – além de aproveitar as férias – pagar mais barato por artigos eletrônicos, utilidades domésticas, roupas e acessórios para bebês, entre outros itens.”
Assinale a alternativa em que esse trecho está reescrito adequadamente, considerando-se os aspectos de coesão e coerência textual.
Peça-chave em qualquer economia desenvolvida, a moeda americana ___________ pode significar um perigo. A excessiva valorização do dólar já provoca mudanças de hábitos de consumo da classe média. Nos últimos anos, muitos brasileiros viajaram para os Estados Unidos para – além de aproveitar as férias – pagar mais barato por artigos eletrônicos, utilidades domésticas, roupas e acessórios para bebês, entre outros itens. Mas, pela primeira vez em muito tempo, está deixando de ser vantajoso _________ das férias e fechar negócios em solo americano. Em economias abertas como a brasileira, que dependem do fluxo de comércio internacional, a alta do dólar _________uma série de prejuízos.
(IstoÉ, 19.08.2015. Adaptado)
“Sou homem de tristes palavras. De que era que eu tinha tanta, tanta culpa? Se o meu pai, sempre fazendo ausência: e o rio-rio-rio, o rio – pondo perpétuo".
(ROSA, 1994, p. 412).
A partir do excerto lido, assinale a alternativa que apresenta a melhor aproximação do conto com a obra Um terno de pássaros ao Sul, de Carpinejar
I o leitor, hoje, de 1984 busca uma reflexão acerca de uma sociedade altamente controlada.
II Orwell tinha consciência de que seu texto seria um símbolo de defesa da liberdade de expressão nos dias de hoje.
III Orwell cometera o erro grave de incluir Chaplin como um judeu comunista.
Das proposições acima,
I a autora considera estranho o fato de Orwell ter imaginado uma sociedade em que não viveu.
II 1984 foi inspirado nos governos totalitários da primeira metade do século XX.
III 1984 é uma crítica contundente ao comunismo.
Das proposições acima,
I Orwell conviveu com a vigilância iminente do governo em sua vida privada.
II os criptocomunistas, para Orwell, eram mais perigosos que os cidadãos abertamente comunistas.
III Orwell tinha a convicção de que o Ocidente perderia a batalha de ideologias contra a União Soviética.
Das proposições acima,
( ) O substantivo regimes (linha 10) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por governos.
( ) O fragmento No romance (linha 14) refere-se ao livro 1984.
( ) O adjetivo dissidente (linha 15) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por divergente.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses, de cima para baixo.
( ) O adjetivo curioso (linha 05) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por intrigante.
( ) O advérbio coincidentemente (linha 06) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por justamente.
( ) O verbo inspirado (linha 10) pode ser substituído, sem comprometimento de sentido, por originado.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses, de cima para baixo.
a) por um lado, o desejo de contar e cantar episódios em torno de uma figura lendária que trazia em si os atributos do herói, entendido no senso mais lato possível de um ser entre humano e mítico, que desempenha certos papéis, vai em busca de um bem essencial, arrosta perigos, sofre mudanças extraordinárias, enfim vence ou malogra...;
b) por outro lado, o desejo não menos imperioso de pensar o povo brasileiro, nossa gente, percorrendo as trilhas cruzadas ou superpostas da sua existência selvagem, colonial e moderna, à procura de uma identidade que, de tão plural que é, beira a surpresa e a indeterminação.
(Alfredo Bosi. Céu, inferno, 2003. Adaptado.)
Tal comentário aplica-se à obra
A questão abordam um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).

A questão abordam um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).

Considerados em seu contexto, tais versos
A questão abordam um poema do português Eugênio de Castro (1869-1944).

Para responder à questão, leia o seguinte verbete do Dicionário de comunicação de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa:
Crônica
Texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico, de amenidades etc. Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari, a crônica é um meio-termo entre o jornalismo e a literatura: “do primeiro, aproveita o interesse pela atualidade informativa, da segunda imita o projeto de ultrapassar os simples fatos”. O ponto comum entre a crônica e a notícia ou a reportagem é que o cronista, assim como o repórter, não prescinde do acontecimento. Mas, ao contrário deste, ele “paira” sobre os fatos, “fazendo com que se destaque no texto o enfoque pessoal (onde entram juízos implícitos e explícitos) do autor”. Por outro lado, o editorial difere da crônica, pelo fato de que, nesta, o juízo de valor se confunde com os próprios fatos expostos, sem o dogmatismo do editorial, no qual a opinião do autor (representando a opinião da empresa jornalística) constitui o eixo do texto.
(Dicionário de comunicação, 1978.)

