Questões de Vestibular Sobre português
Foram encontradas 12.234 questões
Leia o texto, a seguir, atentando para responder à questão:
Médico debocha de paciente na internet e é demitido Pacientes e internautas ficaram indignados com a postura do funcionário

Um médico plantonista do hospital público Santa
Rosa de Lima, administrado pela Santa Casa de Serra
Negra, em São Paulo, foi afastado do trabalho após ter
uma foto divulgada em seu Facebook em que debocha
de um paciente que não falou corretamente as palavras
“pneumonia” e “Raio-X” em uma consulta
O médico em questão publicou em sua rede
social a imagem de um receituário em que se lê: “Não
existe peleumonia e nem raôxis”. A postagem foi
comentada pelas funcionárias do hospital, que também
foram demitidas.
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo
(Cremesp) informou que vai instaurar uma sindicância
para avaliar a postura do profissional.
O caso ganhou repercussão depois que a
denúncia foi publicada na coluna “Comentando”, e
outros pacientes e internautas ficaram indignados com
a postura do clínico geral. A diretoria do Hospital Santa
Rosa de Lima publicou uma nota em que repudia o
comportamento dos ex-funcionários.
Texto adaptado. Disponível em: <http://noticias.band.uol. com.br/cidades/noticia/100000816630/medico-debocha-depaciente-na-internet-e-e-demitido-de-hospital.html>. Acesso em: 07 nov. 2016.
I. O médico ilustra a importância de usar a maneira correta de se empregar as palavras “pneumonia” e “Raio-X” em uma consulta. II. O médico deixa subentendido que língua é dinâmica e exerce um papel social, assim, podem coexistir variações da mesma. III.O médico privilegia a utilização da norma culta da língua não se apegando ao contexto comunicativo. IV.O médico deixa implícito que, no contexto social, a escolaridade não influencia em um diálogo, pois considera as variações dialetais.
Leia o texto, a seguir, atentando para responder à questão:
Médico debocha de paciente na internet e é demitido Pacientes e internautas ficaram indignados com a postura do funcionário

Um médico plantonista do hospital público Santa
Rosa de Lima, administrado pela Santa Casa de Serra
Negra, em São Paulo, foi afastado do trabalho após ter
uma foto divulgada em seu Facebook em que debocha
de um paciente que não falou corretamente as palavras
“pneumonia” e “Raio-X” em uma consulta
O médico em questão publicou em sua rede
social a imagem de um receituário em que se lê: “Não
existe peleumonia e nem raôxis”. A postagem foi
comentada pelas funcionárias do hospital, que também
foram demitidas.
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo
(Cremesp) informou que vai instaurar uma sindicância
para avaliar a postura do profissional.
O caso ganhou repercussão depois que a
denúncia foi publicada na coluna “Comentando”, e
outros pacientes e internautas ficaram indignados com
a postura do clínico geral. A diretoria do Hospital Santa
Rosa de Lima publicou uma nota em que repudia o
comportamento dos ex-funcionários.
Texto adaptado. Disponível em: <http://noticias.band.uol. com.br/cidades/noticia/100000816630/medico-debocha-depaciente-na-internet-e-e-demitido-de-hospital.html>. Acesso em: 07 nov. 2016.
I. De acordo com o texto, podemos afirmar que as garotas entre 15 e 24 anos são as vítimas mais frequentes de acidentes e violência. II. Segundo o texto, incentivar jovens a seguirem uma religião e a adotarem práticas heterossexuais é uma boa forma de diminuir o elevado índice de suicídios. III. Com base no texto, podemos depreender que o preconceito é um dos fatores que pode prejudicar a saúde mental dos jovens.
Quais estão corretas?
Texto
Estas mensagens constam em algumas versões do sistema operacional Windows 10, e surgem na tela do usuário quando o programa detecta que a bateria do computador pessoal (PC) utilizado possui, respectivamente, 10% e 7% de carga.

Fonte: Windows 10
Texto
Estas mensagens constam em algumas versões do sistema operacional Windows 10, e surgem na tela do usuário quando o programa detecta que a bateria do computador pessoal (PC) utilizado possui, respectivamente, 10% e 7% de carga.

Fonte: Windows 10
Texto
Marketing sonhático
Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.
A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir".
Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.
Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada.
A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A CocaCola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor.
Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.
Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.
Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.
Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira. Revista Exame, 23/10/14. Acesso em: 23/10/17. Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
Texto
Marketing sonhático
Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.
A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir".
Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.
Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada.
A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A CocaCola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor.
Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.
Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.
Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.
Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira. Revista Exame, 23/10/14. Acesso em: 23/10/17. Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
Texto
Este quadro, retirado do livro "A Língua de Eulália", de Marcos Bagno, apresenta uma comparação entre termos em Latim e suas formas correspondentes no Português-padrão moderno. Utilize-o como base para responder à questão.
Fonte: Bagno, M. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2001.
O fenômeno apresentado nesse quadro também pode ocorrer na relação entre variantes cultas e populares do Português do Brasil.
ASSINALE a alternativa que contém apenas termos pertencentes a variantes não padrão da Língua que, de modo fonologicamente similar aos casos apresentados no quadro proposto por Bagno, sofreram redução da consoante nasal final:
Texto
Este quadro, retirado do livro "A Língua de Eulália", de Marcos Bagno, apresenta uma comparação entre termos em Latim e suas formas correspondentes no Português-padrão moderno. Utilize-o como base para responder à questão.
Fonte: Bagno, M. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2001.
Texto II

Fonte: https://istoe.com.br/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL/
Acesso em 8 de maio de 2018. Adaptado.
■ “Não use o Twitter como chat”. ■ “Nunca tuíte mais de 15 vezes ao dia”. ■ “Não retuíte exatamente tudo, mesmo que achar interessante” ■ “Compartilhe fatos de sua vida pessoal e também os links sobre outros assuntos que considerar interessantes”.
Considerando as palavras sublinhadas, ASSINALE a alternativa que indica os processos de inserção dessas palavras na Língua Portuguesa, respectivamente:
Analise esta charge para responder as questões de 1 a 3.
Texto I

Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.