Questões de Vestibular
Sobre morfologia - verbos em português
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Infância Meu pai montava a cavalo, ia para o campo. Minha mãe ficava sentada cosendo. Meu irmão pequeno dormia. Eu sozinho menino entre mangueiras Lia a história de Robinson Crusoé Comprida história que não acaba mais.
No meio-dia brando de luz uma voz que aprendeu A ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu Chamava para o café. Café preto que nem a preta velha Café gostoso Café bom. Minha mãe ficava sentada cosendo Olhando para mim. - Psiu... Não acorde o menino. Para o berço onde pousou um mosquito. E dava um suspiro... que fundo! Lá longe meu pai campeava No mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 12. Ed. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1978. P.57.
No poema, poeta e sujeito poético tem uma só voz, pois Drummond relata recordações de sua infância. O tempo e modo verbal que viabiliza tal registro, logo, predomina no texto em questão é:

Os verbos “ser” e “ter”, em “Ser ou não ser” (quadro 1) e em “Ter ou não ter” (quadro 2), são verbos regulares que se encontram no gerúndio.
A economia precisa parar de crescer


Desmesura (linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
A palavra grifada, em “O emprego, o pagamento dos aposentados, a renovação dos gastos públicos supõem o aumento constante do produto interno bruto (PIB)” (linhas 21-24), é uma forma verbal flexionada na terceira pessoa do plural porque concorda com a palavra “gastos”.
A economia precisa parar de crescer


Desmesura (linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
Em “Acumulem! acumulem!” (linhas 32-33), temos uma expressão que sugere, impõe ou ordena às pessoas pouparem suas economias, indicada pela forma verbal no imperativo e pelo ponto de exclamação, contrapondo-se ao estímulo à aceleração da economia.
A economia precisa parar de crescer


Desmesura (linha 21): que não tem medida.
Frugal (linha 56): aquilo que é moderado, simples.
“A autolimitação é a condição para que se alcance a prosperidade sem crescimento, evitando, assim, a queda da civilização humana” (linhas 60-63) é uma frase construída com três formas verbais: “é”, verbo de ligação; “alcance”, verbo na voz passiva marcada pela partícula “se”; “evitando”, verbo transitivo direto.
Texto para a questão.

Machado de Assis, Quincas Borba.
Texto para a questão
02 Ah! Se soubessem o que eu sei
03 Não amavam...
04 Não passavam aquilo que eu já passei
05 Por meus olhos
06 Por meus sonhos
07 Por meu sangue, tudo enfim
08 É que eu peço a esses moços
09 Que acreditem em mim
10 Se eles julgam
11 Que há um lindo futuro
12 Só o amor nesta vida conduz
13 Saibam que deixam o céu por ser escuro
14 E vão ao inferno
15 À procura de luz
16 Eu também tive nos meus belos dias
17 Essa mania que muito me custou
18 E só as mágoas eu trago hoje em dia
19 E essas rugas o amor me deixou!
Capítulo LXXIII / O contrarregra

Obs.: dandy (dândi): homem elegante, que se traja com apuro


I. A separação desses dois versos em uma estrofe é um recurso que enfatiza as ideias de exclusão, parcialidade e preconceito presentes no poema.
II. Os dois versos constituem um enunciado que expressa uma afirmação de valor individual ou particular.
III. Esse enunciado apresenta a estrutura linguística do axioma (máxima, provérbio, anexim): é breve, expressa um conceito sobre a realidade, tem o objetivo de ensinar e emprega o presente do indicativo.
Está correto o que se afirma apenas em

I. Essa metáfora empresta ao portão faculdades humanas, constituindo, também uma prosopopeia ou personificação. Por outro lado, essa expressão aceita, ainda, a seguinte leitura: o portão representa metonimicamente a escola, com seus valores criticáveis e seus preconceitos.
II. O emprego da locução verbal de gerúndio “fica bocejando”, no lugar da forma simples boceja, dá à ação expressa pelo verbo bocejar um caráter de continuidade, de duração.
III. O gerúndio realça a própria semântica do verbo bocejar.
Está correto o que se afirma em
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Disponível em: http://www.dietasaude.com.br. Acesso em: 19 nov. 2013 (fragmento).
O fragmento do texto é instrucional e apresenta elementos persuasivos. Isso se explica
I. em razão da linguagem, que visa influenciar e modificar o comportamento do público leitor.
II. pelo emprego dos verbos no imperativo, que soam como uma ordem.
III. porque qualquer problema de saúde acarretado pela má alimentação é mais combatido com dietas.
IV. porque todos devem preferir os alimentos crus aos cozidos.
Quais das explicações estão corretas?

Disponível em: http://mensagensdeamorparacelular.com. Acesso em: 02 dez. 2013.
O enunciado do cartaz acima traz as formas verbais no
imperativo afirmativo. Como ficaria o mesmo enunciado, ao
mudar o tempo verbal para o imperativo negativo?
A análise mórfica da forma verbal canta – presente do indicativo – é a seguinte:
Cant – a – Ø – Ø
Radical VT DMT DNP
Com base nessa gramática, é possível afirmar que a forma simples do pretérito mais-que-perfeito do indicativo desapareceu do uso natural da língua e que o futuro do indicativo está em franco processo de desaparecimento.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tosse, tosse.
– Trinta e três... trinta e três... trinta e três...
– Respire.
– Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?
– Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.
Tendo em conta as afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA.
Se a frase apresentada for reescrita trocando-se perseguisse, que está no pretérito imperfeito do modo subjuntivo, por perseguir, futuro do mesmo modo, as formas estivesse e corria assumirão, por correlação de modos e tempos, as seguintes flexões:


