Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
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Maílson da Nóbrega. Alarmismo ambiental e consumo.
In: Veja, 5/9/2012, p. 24 (com adaptações).
De acordo com o terceiro parágrafo, a diminuição da demanda de mercúrio, não prevista pelo biologista Paul Ehrlich e pelo Clube de Roma, permitiu o aumento das reservas de outros metais usados como matéria-prima na indústria.


Maílson da Nóbrega. Alarmismo ambiental e consumo.
In: Veja, 5/9/2012, p. 24 (com adaptações).
Entende-se, do primeiro parágrafo do texto, que a “catástrofe humana” prevista por Malthus seria a extinção da humanidade por inanição, uma vez que o crescimento da produção de alimentos era inferior ao da população, na época.
Considerando os operadores argumentativos, assinale a alternativa que contenha um único período com as mesmas ideias do texto acima:
A expressão “neste passo” retoma a informação contida em
Reestruturando o período, identifique a alternativa que mantém as mesmas ideias do original:
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Teresópolis, 1912)
(BANDEIRA, Manuel. Melhores Poemas de Manuel Bandeira. Seleção de Francisco de Assis Barbosa. 16. ed. São Paulo: Global, 2004, p.17)
Vocabulário
volúpia: sensualidade
esparsa: espalhada; distribuída
acre: amargo; azedo
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Teresópolis, 1912)
(BANDEIRA, Manuel. Melhores Poemas de Manuel Bandeira. Seleção de Francisco de Assis Barbosa. 16. ed. São Paulo: Global, 2004, p.17)
Vocabulário
volúpia: sensualidade
esparsa: espalhada; distribuída
acre: amargo; azedo
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Teresópolis, 1912)
(BANDEIRA, Manuel. Melhores Poemas de Manuel Bandeira. Seleção de Francisco de Assis Barbosa. 16. ed. São Paulo: Global, 2004, p.17)
Vocabulário
volúpia: sensualidade
esparsa: espalhada; distribuída
acre: amargo; azedo
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Teresópolis, 1912)
(BANDEIRA, Manuel. Melhores Poemas de Manuel Bandeira. Seleção de Francisco de Assis Barbosa. 16. ed. São Paulo: Global, 2004, p.17)
Vocabulário
volúpia: sensualidade
esparsa: espalhada; distribuída
acre: amargo; azedo
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Teresópolis, 1912)
(BANDEIRA, Manuel. Melhores Poemas de Manuel Bandeira. Seleção de Francisco de Assis Barbosa. 16. ed. São Paulo: Global, 2004, p.17)
Vocabulário
volúpia: sensualidade
esparsa: espalhada; distribuída
acre: amargo; azedo








