Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 9.870 questões
Leia atentamente a tirinha a seguir para responder à questão.

Fonte: SARMENTO, Leila Lanar. Português: literatura, gramática, produção de texto. São Paulo: Moderna, 2010.



Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.

DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de
ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.
Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.

DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de
ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.
Leia a crônica Já não fazem pais como antigamente para responder à questão.

DIAFÉRIA, Lourenço. Já não se fazem pais como antigamente. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando et al. Para gostar de
ler: crônicas. São Paulo: Ática, 2002. Adaptado.
I. A analogia existente entre o título do texto e o desenrolar da narrativa ratifica a ironia presente. II. A figura paterna precisa ser remodelada para que os filhos não se sintam tão sozinhos. III. É nítida a inferência da dual carência da figura masculina na família apresentada pelo texto. IV. É perceptível na crônica a figurativização do tema da falta da figura paterna na família.
Assinale a alternativa CORRETA.

FRANCO, Siron. O aliado (1978), Óleo sobre tela. Disponível em:
<http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra12757/o-aliado>.
Acesso em: 24 ago. 2017.
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
MELO NETO, João Cabral de. Tecendo a manhã. Disponível em:
<http://www.jornaldepoesia.jor.br/joao02.html>. Acesso em: 24 ago.
2017.
Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998
Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.
Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.

PEREIRA, C. Disponível em:
<http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6
8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.
Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

YAYOKI KUSAMA. Dots obsession (Obsessão dos pontos – tradução livre). 1998
Instalação – 600 X 600 X300 cm Fonte: COUTURIER, Élisabeth. Art contemporain.
Le guide. Paris: Flamarion, s.d. p.60.

PEREIRA, C. Disponível em:
<http://1.bp.blogspot.com/_p6aURW6N4ik/Ssvzu47gU7I/AAAAAAAAACE/6
8mw5hykZTM/s320/POEMA03.jpg>. Acesso em: 23 ago. 2017.
O mundo como pode ser: uma outra globalização
Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
Considere o seguinte recorte:
“As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.
O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma
O mundo como pode ser: uma outra globalização
Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
I. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Estes dois últimos preferem games on-line. II. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Os outros dois não preferem games on-line. III. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Ricardo e o outro preferem games on-line. IV. Pablo, Ricardo e Guilherme gostam de jogos eletrônicos. Este prefere games on-line.
Leia o texto e vocabulário abaixo, para responder à questão.
Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Como um rubim,
Quero que a estrofe cristalina,
Dobradas ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito.
Olavo Bilac, "Profissão de Fé", Poesias.
Disponível em: http://www.biblio.com.br/defaultz. asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/OlavoBilac/ profissaodefe.htm Acesso em: 21/09/2016. Fragmento.
Vocabulário
• Altear – v.i. e v.pr. Aumentar a altura de. Crescer, avultar, elevar-se: alteia-se o nobre perfil.
• Ourives – s.m. e s.f., sing. e pl. O que executa ou vende objetos de ouro e de prata.
• Rubim – s.m. O mesmo que “rubi”. Pedra preciosa de um vermelho vivo, com matizes rosadas ou púrpura, constituída por uma variedade de corindo
(pedra preciosa, alumínio cristalizado).
O texto, a seguir, "Boas Práticas de Dados na Web" refere-se à questao.
O Data on the Web Best Practices Working Group do W3C anuncia a publicação de três documentos: Boas Práticas para Publicação de Dados na Web (Data on the Web Best Practices), Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados (Dataset Usage Vocabulary) e Vocabulário de Qualidade de Dados (Data Quality Vocabulary).
Esses documentos são o resultado de dois anos de esforço colaborativo do grupo de trabalho, que conta com uma fundamental participação de um grupo expressivo de pesquisadores brasileiros. O documento de Boas Práticas e os Vocabulários estão abertos para os comentários finais, antes que eles se tornem "Candidatos à Recomendação" do W3C (Boas Práticas) e Notas de Trabalho do W3C (Vocabulários). Os publicadores de dados na Web também podem comentar como estão implementando, ou planejam implementar, essas Boas Práticas.
O documento sobre "Boas Práticas de Dados na Web" oferece recomendações sobre como dados de todos os tipos – governo, pesquisa, comercial etc. – podem ser compartilhados na Web, de forma aberta ou não. O objetivo é tornar os dados disponíveis de forma a maximizar as chances de sua descoberta e reutilização. [...].
O Vocabulário de Uso de Conjunto de Dados oferece um arcabouço onde citações, comentários e a utilização dos dados dentro de aplicações podem ser estruturados. [...]
Disponível em:
Segundo Rubem Alves, uma pitada de loucura aumenta o prazer da vida. Veja o caso do cinema. Você vai lá, assenta-se e fica vendo um jogo de luzes coloridas projetado numa tela. Você sabe que aquilo tudo é mentira. E, não obstante, você treme de medo, tem taquicardia, pressão arterial alta, sua de medo, ri, chora. É um surto de loucura.
Disponível em https://webcache.googleusercontent. com/search?q=cache:___-ax8Rgu0J:https://www.estantevirtual.com.br/b/rubem-alves/sobre-o-tempo-e-a- -eternidade/. Acesso em: 21/09/2016.
O termo “não obstante”, para acompanhar o mesmo sentido transmitido aos interlocutores no contexto do artigo de opinião, pode ser substituído pelo termo
I. Hoje, são também escritos. II. O ser humano se comunica por meio de textos. III. Nesse processo, os textos ganharam formas de organização distintas, com propósitos nitidamente distintos também. IV. Desde uma simples e passageira interjeição como "olá" até uma mensagem muitíssimo extensa. V. Em princípio, esses textos eram apenas orais.
Disponível em http://educacao.globo.com/portugues/assunto/ texto-argumentativo/argumentacao.html.Acesso: 09/12/2016.
A sequência que representa a ordem correta dos períodos do parágrafo proposto é
Observe as imagens, leia o poema e responda à questão que segue:

Imagem 1 - Autorretrato de Tarsila do Amaral

Imagem 2 - Propaganda Tarsila Rouge
Atelier
Caipirinha vestida de Poiret
A preguiça paulista reside nos teus olhos
Que não viram Paris nem Piccadilly
Nem as exclamações dos homens
Em Sevilha
À tua passagem entre brincos
Locomotivas e bichos nacionais
Geometrizam as atmosferas nítidas
Congonhas descora sobre o pálio
Das procissões de Minas
A verdura no azul klaxon
Cortada
Sobre a poeira vermelha
Arranha-céus
Fordes
Viadutos
Um cheiro de café
No silêncio emoldurado
ANDRADE, Oswald de. Pau Brasil (1925). Cadernos de Poesia do aluno Oswald (Poesias reunidas), 2003.
As escolas literárias, os movimentos artísticos, obras,
estilos e propostas sempre foram uma rica fonte de
inspiração para a publicidade. A partir do autorretrato de Tarsila do Amaral de 1923, foi criada uma
propaganda na qual a pintora segura um frasco de
um perfume. A pintora em destaque no anúncio foi a
musa inspiradora de Oswald de Andrade que lhe dedicou o poema "Atelier", publicado em 1925 no periódico "Pau-Brasil". Nesse poema, no terceiro verso, o
pronome relativo “que” retoma o termo

Arte do grafiteiro Thiago Mundano em apoio aos catadores adorna carroça: “Agente ambiental trabalhando. Não buzine”. | Fonte: https://goo.gl/9ooqdJ | Acesso em 07/11/2017.
A reportagem “Reciclagem ainda engatinha em São Paulo e Rio”, publicada pela revista Veja em 21 de junho de 2012, informa que na capital paulista, apenas 1,3% do lixo é reciclado. “Nos Estados Unidos, esse índice é superior a 30%. Na Alemanha, chega a 67%. Segundo dados da própria prefeitura, 20% do lixo que vai para os aterros poderia ser reciclado. E pior: 60% do que é separado pelo cidadão em casa acaba indo parar nos aterros e misturado ao lixo comum”. Considerando as informações da imagem e da matéria publicada pela revista Veja, pode-se afirmar:
Diante da afirmação do diretor e do que mostra o documentário, pode-se afirmar que: