Questões de Vestibular
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 9.870 questões
1. Hipérbole – Ênfase em alguma ideia, juízo ou sentimento por meio do exagero. 2. Paranomásia – Utilização de palavras diferentes para compor sons semelhantes. 3. Paradoxo – Utilização simultânea de ideias opostas. 4. Antonomásia – Designação de algo ou alguém por alguma característica atribuída a si.
( )“Eu tô te explicando pra te confundir, Eu tô te confundindo pra te esclarecer, Tô iluminando pra poder cegar, Tô ficando cego pra poder guiar.” (Élton Medeiros; Tom Zé. Tô)
( )“Dorme dorme Meu pecado Minha culpa Minha salvação” (Élton Medeiros; Tom Zé. Mãe (mãe solteira)
( )”Ah! Se maldade vendesse na farmácia Que bela fortuna você faria Com esta cobaia Que eu sempre fui nas tuas mãos” (Tom Zé. Se)
( )“Só lhe chamando Solicitando Sólidão” (Tom Zé. Só (Solidão)
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

• “Não use o Twitter como chat”. • “Nunca tuíte mais de 15 vezes ao dia”. • “Não retuíte exatamente tudo, mesmo que achar interessante” • “Compartilhe fatos de sua vida pessoal e também os links sobre outros assuntos que considerar interessantes”.
Considerando as palavras sublinhadas, ASSINALE a alternativa que indica os processos de inserção dessas palavras na Língua Portuguesa, respectivamente:
TEXTO I

Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.
TEXTO II

Fonte: https://istoe.com.br/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL/
Acesso em 8 de maio de 2018. Adaptado.
Identifica-se como função dos textos I e II, respectivamente:


Do que eu ouvi colhi essas histórias. Nada perguntei. Uma intervenção fora de hora pode ameaçar a naturalidade do fluxo da voz de quem conta. Acato as histórias que me contam. Do meu ouvir, deixo só a gratidão e evito a instalação de qualquer suspeita. Assim caminho por entre vozes. Muitas vezes ouço falas de quem não vejo nem o corpo. Nada me surpreende do invisível que colho. Sei que a vida não pode ser vista só a olho nu. De muitas histórias já sei, pois vieram das entranhas do meu povo. O que está guardado na minha gente, em mim dorme um leve sono. E basta apenas um breve estalar de dedos, para as incontidas águas da memória jorrarem os dias de ontem sobre os dias de hoje. Nesses momentos, em voz pequena, antes de escrever, repito intimamente as passagens que já sei desde sempre. Hão de me perguntar: por que ouço então as outras vozes, se já sei. Ouço pelo prazer da confirmação. Ouço pela partição da experiência de quem conta comigo e comigo conta. Outro dia me indagaram sobre a verdade das histórias que registro. Digo isto apenas: escrevo o que a vida me fala, o que capto de muitas vivências. Escrevivências. Ah, digo mais. Cada qual crê em seus próprios mistérios. Sei que a vida está para além do que pode ser visto, dito ou escrito. A razão pode profanar o enigma e não conseguir esgotar o profundo sentido da parábola. (EVARISTO, 2017, p. 17)
Tendo como referência a leitura da obra e as palavras da autora, todas as alternativas são corretas, EXCETO
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão, que a ele se refere ou que o
toma como ponto de partida.
Um guia para você se proteger sozinho das fake news
(Hélio Gurovitz)

Revista Época, n. 1049, 6 ago. 2018, p. 44. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão, que a ele se refere ou que o
toma como ponto de partida.
Um guia para você se proteger sozinho das fake news
(Hélio Gurovitz)

Revista Época, n. 1049, 6 ago. 2018, p. 44. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão, que a ele se refere ou que o
toma como ponto de partida.
Um guia para você se proteger sozinho das fake news
(Hélio Gurovitz)

Revista Época, n. 1049, 6 ago. 2018, p. 44. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão, que a ele se refere ou que o
toma como ponto de partida.
Um guia para você se proteger sozinho das fake news
(Hélio Gurovitz)

Revista Época, n. 1049, 6 ago. 2018, p. 44. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão, que a ele se refere ou que o
toma como ponto de partida.
Um guia para você se proteger sozinho das fake news
(Hélio Gurovitz)

Revista Época, n. 1049, 6 ago. 2018, p. 44. Adaptado.
“Os Kaiurucré continuavam a fazer, com as cinzas, outros animais. Faziam isso sempre de noite. Num certo dia, estando a esculpir um outro bicho, começou a amanhecer e isso era muito perigoso para eles. Para que este bicho ficasse perfeito, faltava apenas a língua, os dentes e algumas unhas. Mas eles não teriam tempo de completar. A solução foi colocar varinhas na boca do animal. – Como vocês não têm dentes – disse o ancestral – comerão apenas formigas. E é por isso que o tamanduá é um animal inacabado, incompleto e imperfeito.”
Tendo o episódio do tamanduá como referência e outros mitos Kaigang semelhantes que compõem o conto de Daniel Munduruku, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO
Veja a reprodução de duas das fotografias de Sebastião Salgado, da série Os Awá-Guajá:

Comparando as reproduções acima com A primeira missa no Brasil, de Victor Meirelles, pode-se afirmar,
EXCETO
Veja a reprodução da tela A primeira missa no Brasil, obra de Victor Meirelles, representando a primeira celebração cristã em nossas terras realizada pelo padre lusitano Henrique de Coimbra, em 26 de abril de 1500.

Fazendo uma leitura dos elementos que compõem a tela, todas as alternativas estão corretas, EXCETO
Leia o texto a seguir e responda à questão de que a ele se referem ou que o tomam como ponto de partida.


;
A partir deste trecho, no contexto em que se insere: “Os dados foram divulgados na Síntese de Indicadores
Sociais – uma análise das condições de vida da população brasileira, com dados referentes ao intervalo
entre 2002 e 2012.” (linhas 40-41), pode-se afirmar: