Questões de Vestibular Sobre interpretação de textos em português

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Q1403389 Português
A literatura e a arte brasileiras, por influência do Modernismo, são de feitio essencialmente nacional, nos motivos, nos temas, na atmosfera. É o resultado do mais que secular esforço nativista da intelectualidade brasileira. Tendo surgido sob o signo do nacional, o Modernismo tomou esse rumo e produziu uma verdadeira redescoberta do Brasil, criando uma consciência da realidade brasileira, libertando o país da mentalidade colonial e do fanatismo da Europa, dizendo-se um exilado em seu país. Os exilados regressaram, verificando que podiam vivê-lo e dar-lhe representação artística, pelo veículo de sua maneira especial de falar e não de uma língua postiça, conforme os padrões lusos.
COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. 19ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

A leitura do texto permite inferir que, no Modernismo, a inteligência brasileira integrou-se, amadureceu, tomou posse de si mesma e do país, radicou-se na terra, passando a ter participação ativa na vida nacional, graças
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Q1403388 Português
De acordo com Addson Hibbard, em seu livro Writers of the Western World, a literatura impressionista faz o registro de impressões, emoções, sentimentos, despertados na alma do artista, por meio dos sentidos, pelas cenas, pelos incidentes, pelos caracteres. Emoções e sentimentos, estados de alma, são mais importantes que o enredo e a narrativa, e o efeito suplanta a estrutura. Em vez da relação causal exterior entre indivíduos e acontecimentos, o que importa é a relação interna evocada na mente do artista; em vez de uma sequência objetiva de causa e efeito, uma lógica diferente, subjetiva, pessoal, vaga e inconsequente. Em vez das coisas, as sensações das coisas.
COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. 19a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

A leitura do texto permite inferir que, para a literatura impressionista, sentimentos, emoções e sensações suplantam os aspectos intelectuais. Portanto, a razão
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Q1403387 Português
Érico Veríssimo é o representante gaúcho do regionalismo modernista. Parte de seus romances – desde Clarissa até Saga, passando por Música ao longe, Caminhos cruzados e Olhai os lírios do campo – retrata a vida urbana da província de Porto Alegre, a crise da sociedade moderna, cuja nota marcante é a falta de solidariedade, o cotidiano caótico. Seus personagens, com destaque para Clarissa e Vasco, reaparecem em várias situações e em vários momentos.
Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. José de Nicola; colaboração Lorena Mariel Menón, Lucas Santiago Rodrigues de Nicola. 18a ed. São Paulo: Scipione, 2011.


O crítico Wilson Martins, ao analisar a obra de Érico Veríssimo, fala em um ciclo de Clarissa. Devido a essa repetição ao longo de vários romances, o autor tem sido acusado de ser redundante e, mais do que isso, de ser superficial
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Q1403386 Português
Bruzundanga era um país onde a nobreza se dividia de duas formas. Uma constituída pelos chamados doutores. Aqueles que tinham feito medicina, direito, engenharia e de todos que tinham tal pseudo. A outra era formada por novos ricos que, de forma incomum, adquiriam títulos. Iam à Europa e voltavam como conde, príncipes, princesas, lordes e todo o resto. A política nesse país era cômica. Políticos eram nomeados pelo voto, mas quem votava não tinha a mínima ideia do que estava fazendo. O presidente tratado por Mandachuva e engajado na política através do sogro que o queria em bom cargo para as filhas chegou à presidência graças à sua ignorância e, logo que se viu empossado, se cercou de sua “clientela”. Cargos eram entregues devido à beleza dos candidatos que deveriam saber dançar, cumprimentar e sorrir para impressionar os estrangeiros, sendo que esses eram de grande valor para os bruzundangas.
Disponível em: <http://www.aprendebrasil.com.br/classicos/obras/ Os_bruzundangas.pdf>. Acesso em: 4 de ago. 2018.

Esse trecho foi retirado da obra Os Bruzundangas, de Lima Barreto. A leitura desse fragmento permite inferir que uma das características do autor é
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Q1403380 Português

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

cegueira-noturna->.

Acesso em: 4 ago. 2018.

Em “Para diagnosticar a doença, é preciso fazer um exame de fundo de olho para avaliação da retina, já que a catarata, por exemplo, provoca sintomas parecidos.” (Ls. 21 a 23), a expressão em destaque pode ser substituída, mantendo o mesmo sentido, por
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Q1403378 Português

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

cegueira-noturna->.

Acesso em: 4 ago. 2018.

De acordo com o texto, para se chegar a um diagnóstico da cegueira noturna,
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Q1403377 Português

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

cegueira-noturna->.

Acesso em: 4 ago. 2018.

O título de um texto objetiva fornecer a pré-leitura, ou seja, uma informação prévia sobre o tema a ser tratado. Com base no conteúdo textual, infere-se que um título adequado para o texto é:
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Ano: 2018 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2018 - UNICENTRO - Vestibular - PAC - 2ª Etapa |
Q1403040 Português

Relacione as figuras de linguagem indicadas à direita com os seus respectivos exemplos, à esquerda, assinaladas com grifo.


1. Antítese

2. Antonomásia

3. Catacrese

4. Metáfora

5. Metonímia

6. Sinestesia


( ) Nascia o Sol, leão dourado, emoldurando a aurora.

( ) Vivemos um mundo de desencontros: uns caem, outros se levantam; uns creem em Deus, outros são ateus.

( ) O hóspede de Santa Helena se autonomeou Imperador da França.

( ) Ela, enfim, experimentou o doce e amargo de suas paixões.

( ) Só poderia estar muito alcoolizado para estacionar o carro na boca do Túnel Américo Simas.

( ) Os jovens devem ser orientados a ler Machado de Assis, um dos gênios da Literatura Universal. 



A alternativa correta, marcada de cima para baixo, é a


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Ano: 2018 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2018 - UNICENTRO - Vestibular - PAC - 2ª Etapa |
Q1403039 Português

“Que Stendhal confessasse haver escrito um de seus livros para cem leitores, é coisa que admira e consterna. O que não admira e nem provavelmente consterna é se este outro livro não tiver os cem leitores de Stendhal, nem cinquenta, nem vinte e, quanto muito dez. Dez? Talvez cinco. Trata-se de uma obra difusa, na qual eu, Brás Cubas, se adotei a forma livre de um Sterne ou de um Xavier de Maistre, não sei se lhe meti alguma rabugem de pessimismo. Pode ser. Obra de finado. Escrevi-a com a penada galhofa e a tinta da melancolia, e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio.”(ASSIS, Machado. Memórias Póstumas de Brás Cubas. Edições de Ouro, Rio de Janeiro, 1983. p. 29)



Quando Brás Cubas afirma que escreveu esse romance “com a pena da galhofa e a tinta da melancolia” quis dar a entender que assim o fez para

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Ano: 2018 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2018 - UNICENTRO - Vestibular - PAC - 2ª Etapa |
Q1403037 Português
Assinale a alternativa em que a relação interoracional é a mesma, sintática e semanticamente, que a da sentença: “Por ser algo necessário à sobrevivência, o consumo sempre existiu”(l. 9).
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Ano: 2018 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2018 - UNICENTRO - Vestibular - PAC - 2ª Etapa |
Q1403035 Português

O capitalismo, segundo o texto, incita o consumo humano pela circulação de capital e de mercadorias, dentro do qual a indústria e o marketing procuram estimular o desejo de posse dos consumidores.



Por esse motivo, capitalismo e consumo podem ser vistos como

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Q1401769 Português

O utopista não aceita o mundo que encontra, não se satisfaz com as possibilidades atualmente existentes: sonha, antecipa, projeta, experimenta. É justamente este ato de desacordo que dá vida à utopia. Ela nasce quando na consciência surge uma ruptura entre o que é e o que deveria ser, entre o mundo que é e o mundo que pode ser pensado. Acredita que a humanidade pode recomeçar tudo desde o começo. Não se interessa pelo “um pouco melhor”, pergunta sempre pelo “bom”.

SZACHI, J. As utopias. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1972 (adaptado).


Os ideais mencionados no texto são motivados pela busca de

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Q1401762 Português

TEXTO I

Meu chapéu do lado

Tamanco arrastando

Lenço no pescoço

Navalha no bolso

Eu passo gingando

Provoco e desafio

Eu tenho orgulho

Em ser tão vadio

Sei que eles falam

Deste meu proceder

Eu vejo quem trabalha

Andar no miserê.

BATISTA, W. Lenço no pescoço. São Paulo: RCA Victor, 1933 (fragmento).


TEXTO II

Deixa de arrastar o teu tamanco

Pois tamanco nunca foi sandália

E tira do pescoço o lenço branco

Compra sapato e gravata

Joga fora esta navalha

Que te atrapalha

Malandro é palavra derrotista

Que só serve pra tirar

Todo o valor do sambista

Proponho ao povo civilizado

Não te chamar de malandro

E sim de rapaz folgado.

ROSA, N. Rapaz folgado. São Paulo: RCA Victor, 1938 (fragmento).


Ao tratar da figura do malandro, as letras das canções apresentam uma divergência baseada na

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Q1401757 Português

Internet na escola da inclusão

O uso da internet na escola é exigência da cibercultura, isto é, do novo ambiente comunicacional-cultural que surge com a interconexão mundial de computadores em forte expansão no início do século XXI. Novo espaço de sociabilidade, de organização, de informação, de conhecimento e de educação.

SILVA, M. Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso em: 22 set. 2013.


Com o surgimento de novas tecnologias, as escolas das futuras gerações serão diferentes das atuais, sendo essa realidade uma preocupação de todos. No texto, argumenta-se que a escola deve

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Q1401756 Português

TEXTO I

Imagem associada para resolução da questão


TEXTO II

A segunda geração do Twingo não foi tão engraçadinha quanto a primeira, mas manteve o senso de humor. A pedaleira da versão esportiva RS é autoexplicativa: pause na embreagem, stop no freio e play no acelerador.

Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017.


Analisando os símbolos impressos nos pedais do automóvel, identifica-se a incorporação de uma linguagem

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Q1401755 Português

Se quisesse saber se era possível ou não Napoleão encontrar-se com Kant, eu teria de pegar o volume K e o volume N da minha enciclopédia: descubro que Napoleão nasceu em 1769 e morreu em 1821, Kant nasceu em 1724 e morreu em 1804, quando Napoleão já era imperador. Portanto, não seria impossível que os dois se encontrassem. Para confirmá-lo, eu provavelmente teria de consultar uma biografia de Kant ou uma de Napoleão, mas em uma curta biografia de Napoleão, que encontrou tantas pessoas ao longo da vida, um possível encontro com Kant pode ser relegado, ao passo que, numa biografia de Kant, um encontro com Napoleão seria registrado. Em resumo, tenho de folhear muitos livros em muitas prateleiras de minha biblioteca; tenho de tomar notas, a fim de, mais tarde, comparar os dados que coligi. Tudo isso me vai custar um árduo esforço físico. De outro lado, no entanto, com o hipertexto, posso navegar por toda a "rede-ciclopédia". Posso ligar um fato registrado no início a uma série de fatos disseminados ao longo de todo o texto; posso comparar o início com o fim; posso pedir todos os trechos em que o nome de Napoleão esteja ligado ao de Kant; posso comparar as datas de seus nascimentos e de suas mortes – em resumo, posso fazer meu trabalho em poucos segundos ou minutos.

ECO, U. Muito além da internet. Folha de S. Paulo, 14 dez. 2003 (adaptado).


Esse texto discute o impacto do desenvolvimento das tecnologias de comunicação sobre as práticas de leitura e de produção de textos. Isso se torna evidente ao

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Q1401754 Português

Vai aí a Kombi

Em breve, em nenhuma concessionária perto de você.

Todo carro merece um anúncio de lançamento. Mas só um ícone como a Kombi merece também um anúncio de deslançamento.

Isso mesmo, a última Kombi do mundo será fabricada no final deste ano. E, como toda Kombi, já vai sair sem computador de bordo, sem airbag, sem freios ABS, sem painel touchscreen. Mas com estilo retrô e charme de fábrica.

O carro que fez diferença na vida de tanta gente está se aposentando, mas vai deixar muitas lembranças. Conte a sua no site vw.com.br/Kombi.

Vem aí, ou melhor, vai aí a Kombi. O deslançamento menos esperado da indústria automobilística mundial.

Disponível em: www.vrum.com.br. Acesso em: 26 set. 2013 (adaptado).


O texto é um anúncio publicitário que utiliza recursos inesperados, tais como a palavra "deslançamento" e a informação de que a Kombi não estará mais disponível nas concessionárias. A explicação para isso é o fato de que

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Q1401753 Português

Seja eu,

Seja eu

Deixa que eu seja eu.

E aceita

O que seja seu.

Então deita e aceita eu.


Molha eu,

Seca eu,

Deixa que eu seja o céu.

E receba

O que seja seu.

Anoiteça e amanheça eu.

ANTUNES, A.; LINDSAY, A.; MONTE, M. Mais. Rio de Janeiro: EMI-Odeon, 1991 (fragmento).


Nos trechos “Então deita e aceita eu/ Molha eu,/ Seca eu”, nota-se aspectos de uma variedade linguística que foi utilizada na canção como recurso para caracterizar um(a

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Q1401752 Português

ABC do Sertão

Lá no meu sertão pros caboclo lê

Tem que aprender um outro ABC

O jota é ji, o éle é lê

O ésse é si, mas o érre

Tem nome de rê


O jota é ji, o éle é lê

O ésse é si, mas o érre

Tem nome de rê


Até o ypsilon lá é pissilone

O eme é mê, o ene é nê

O efe é fê, o gê chama-se guê

Na escola é engraçado ouvir-se tanto “ê”

A, bê, cê, dê,

Fê, guê, lê, mê,

Nê, pê, quê, rê,

Tê, vê e zê

GONZAGA, L. Disponível em: www.luizgonzaga.com.br. Acesso em: 3 set. 2014.


O texto transcreve a letra de uma canção de Luiz Gonzaga e exemplifica um uso da língua portuguesa referente à pronúncia. Essa forma de pronunciar os sons está relacionada à

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Q1401751 Português

Amar o transitório

      Carpe diem é uma expressão latina presente numa ode do poeta Horácio, da Roma Antiga, e que ficou popular no fim dos anos 1980 por causa do filme Sociedade dos poetas mortos. Quem viu não esquece aquele professor de literatura carismático que exaltava a liberdade e a poesia e ensinava seus alunos a pensar por si mesmos. Carpe diem significa “aproveite o dia de hoje”, ou seja, desconfie do amanhã, não se preocupe com o futuro, não deixe passar as oportunidades de prazer e gozo que lhe são oferecidas aqui e agora.

    O termo me foi lembrado por um amigo numa conversa em que lamentávamos algumas ameaças à saúde que atingiram pessoas queridas. Falávamos de quanto tempo se perde com bobagens que nos aborrecem além da conta, deixando passar momentos preciosos. Desprezamos por piegas as emoções singelas e vivemos à espera das ocasiões especiais, de um estado permanente de felicidade, sonhando com apoteoses e sentindo saudades do passado e até do futuro, sem curtir o presente. Só quando surge a perspectiva da perda é que damos valor a deleites simples ao nosso alcance, como ler um bom livro, ouvir uma boa música. Foi depois desse papo que meu amigo concluiu que, como o destino nem sempre avisa quando vai aprontar, urge curtir enquanto é tempo – carpe diem.

VENTURA, Z. O Globo, abr. 2011 (adaptado).


Argumentar é apresentar elementos que comprovem um determinado ponto de vista. Para defender a ideia de que devemos viver o presente sem preocupação com o futuro, o texto apresenta como recurso para convencer o leitor o(a)

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Respostas
2261: A
2262: B
2263: A
2264: D
2265: C
2266: B
2267: C
2268: C
2269: C
2270: D
2271: B
2272: A
2273: A
2274: C
2275: C
2276: A
2277: B
2278: B
2279: B
2280: D