Questões de Vestibular
Sobre funções da linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. em português
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Essa ordem mostra uma organização na seguinte direção:
No texto, a expressão os blablablás se refere àqueles que:
Um claro exemplo desse registro informal da linguagem está em:
Essa ideia encontra evidência no poema rabiscado de Valdelice Pinheiro:
Marque C, se a proposição é certo; E, se a proposição é errado.

Quanto às funções de linguagem, no segmento acima, predomina a função
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
5 – Escrevo porque amanhece,
e as estrelas lá no céu
lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
10 – O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
LEMINSKI, Paulo. Melhores poemas. Seleção Fred Góes;
Álvaro Marins. São Paulo: Global, 1999. p. 133.
A metalinguagem está melhor explicitada no seguinte trecho:
Considerando o texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
O ponto de vista subjetivo do autor e o conteúdo evidenciam a predominância da função expressiva da linguagem no texto.
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.
Desencanto
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
(Teresópolis, 1912)
(BANDEIRA, Manuel. Melhores Poemas de Manuel Bandeira. Seleção de Francisco de Assis Barbosa. 16. ed. São Paulo: Global, 2004, p.17)
Vocabulário
volúpia: sensualidade
esparsa: espalhada; distribuída
acre: amargo; azedo
Leia a seguir os trechos de ―Consideração do poema‖, integrante do livro A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade.
Uma pedra no meio do caminho
ou apenas um rastro, não importa.
Estes poetas são meus. De todo o orgulho,
de toda a precisão se incorporaram
ao fatal meu lado esquerdo. Furto a Vinicius
sua mais límpida elegia. Bebo em Murilo.
Que Neruda me dê sua gravata
chamejante. Me perco em Apollinaire. Adeus, Maiakovski.
São todos meus irmãos, não são jornais
nem deslizar de lancha entre camélias:
é toda a minha vida que joguei.
[...]
Saber que há tudo. E mover-se em meio
a milhões e milhões de formas raras,
secretas, duras. Eis aí meu canto.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. Rio de Janeiro: Bestbolso, 2009. p. 139-140.
Nesses trechos, além da função poética, ocorre predominantemente a função
Considere as seguintes afirmações sobre os textos:
I. Há índices da presença da função expressiva da linguagem e da função conativa, com destaque para o diálogo estabelecido com o leitor.
II. Linguagem figurada, comparações e uso de argumento de autoridade são alguns dos recursos utilizados na construção textual.
III. Os textos apresentam como objetivo principal persuadir o leitor para colaborar em uma campanha implicitamente sugerida.
Assinale:
Sobre a origem da poesia

Pela descrição apresentada, a linguagem referencial teria, em sua origem, o seguinte traço fundamental:
O quadro A perspicácia, do belga René Magritte, é um exemplo de metalinguagem porque:
Contextualização para o texto III
(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)
TEXTO III
( ) Os dois primeiros versos têm valor de afirmação. ( ) O texto pode ser considerado um metapoema. ( ) As aspas usadas nos versos 3 e 4 (Linhas 181-183) e nos versos 15 e 16 (Linhas 195- 197) justificam-se por corresponderem esses versos às vozes do outro. ( ) O emprego do mas no verso 6 (Linha 185) introduz uma oposição: a voz do poeta modernista opõe-se à voz do poeta parnasiano. ( ) O sujeito lírico desautoriza a palavra do poeta parnasiano, usando uma palavra semelhante à desse poeta. ( ) o enunciador fala ao enunciatário, que é o poeta passadista, na segunda pessoa do singular.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Esse recurso está exemplificado principalmente em:

Com base no trecho acima do poema de Haroldo de Campos, julgue os itens que se seguem.

O impacto estilístico destas duas frases de uma das falas de Cleia se deve à utilização expressiva de _________________ entre conceitos.
O termo que preenche corretamente a lacuna é

Nesses trechos, além da função poética, ocorre predominantemente a função

O uso da linguagem verbal nos proporciona realizar diferentes ações: transmitimos informações, evidenciamos sentimentos, tentamos convencer o outro a fazer ou dizer aquilo que desejamos, podemos ordenar ou solicitar informações, ou seja, pela linguagem organizamos nosso cotidiano em diferentes situações e aspectos. Quanto ao uso das funções de linguagem no texto, podemos afirmar que:




