Questões de Vestibular Sobre figuras de linguagem em português

Foram encontradas 444 questões

Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297932 Português
Em qual das opções há erro de identificação da figura de linguagem?
Alternativas
Q1282955 Português

A QUESTÃO REFERE-SE AO romance a hora da estrela, de Clarice Lispector .

No manuscrito acima, retirado dos originais da autora, leem-se as duas primeiras frases do romance. Na última frase do romance, lê-se apenas uma palavra: Sim.
Considerando o caráter simbólico da personagem Macabéa, as ocorrências da palavra “sim” nessas frases estabelecem o seguinte efeito:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1273561 Português
Leia o poema “Velho Lucas”, de Eli Macuxi, e responda à questão :
Assim que por gente me entendi
por sua causa acreditei que namorava um bem-te-vi e pelo amor me apaixonei
Você tirou meus dentes de leite e dizia à ‘sua menina’ que deveria jogá-los no telhado declamando uma rima ... ... Quantas vezes cortou minha franja? Quantas vezes fingiu brincar de manja? Quantas vezes me fez ler um mapa? Quantas vezes me educou no tapa?
Num doze de março você veio ao mundo sem saber como seria profundo o sulco na alma da filha mais velha que tanto temeu ser analfabeta
Acho que deu certo, meu velho pai você atingiu a sua meta ... e a ninguém, mais do que a você responsabilizo hoje por eu pretender ser poeta.
Amor para quem odeia, 2ª ed. 2016, p. 23-24.

Aponte a alternativa que contém erro de análise:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2017 - UFJF - Vestibular |
Q1271681 Português
O eufemismo é uma figura de linguagem em que se emprega um termo de sentido mais “leve” para falar de algo cujo significado é mais pejorativo. Qual das gírias abaixo foi formada a partir dessa estratégia?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF SUL - MG Órgão: IF Sul - MG Prova: IF SUL - MG - 2017 - IF Sul - MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1271219 Português
O texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.
“A lua, tal qual a dona de um bordel, pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel. E nuvens, lá no mata-borrão do céu chupavam manchas torturadas – que sufoco!”
(João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)
I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário. II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva. III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem. IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.
Assinale a alternativa correta após análise completa.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2017 - IF-MT - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1270546 Português

TEXTO I:


(Disponível em: https://www.litera.com.br. Acessado em mar.2017)


A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I

Sobre as figuras de linguagem presentes na afirmação: “A alma querendo o céu e o corpo, a perdição...”, pode-se afirmar que são:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2017 - IF-MT - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1269175 Português
Por onde passei, plantei a cerca farpada, plantei a queimada. Por onde passei, plantei a morte matada. Por onde passei, matei a tribo calada, a roça suada, a terra esperada... Por onde passei, tendo tudo em lei, eu plantei o nada. (D. Pedro Casaldáliga, Antologia Poética Mato-Grossense)
Todas as alternativas abaixo, em relação ao poema, são verdadeiras, EXCETO em:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF SUL - MG Órgão: IF Sul - MG Prova: IF SUL - MG - 2017 - IF Sul - MG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1268738 Português

• A questão se refere ao Texto I

Texto I

Indígenas na cidade: pobreza e preconceito marcam condições de vida

Há muito tempo, a floresta amazônica deixou de ser o lar de milhares de indígenas. A escassez de alimentos, o desmatamento e o avanço das cidades sobre as matas são alguns fatores que motivaram povos tradicionais a migrar para áreas urbanas. Em Manaus, no Amazonas, eles podem ser encontrados em todas as regiões da cidade. A Fundação Estadual do Índio estima que de 15 a 20 mil indígenas de diversas etnias vivam em áreas urbanas amazonenses, como os sateré-mawé, apurinã, kokama, miraña, dessana, tukano e piratapuia. “Acredito que 90% dos bairros de Manaus tenham indígenas morando”, informou o presidente da Fundação Estadual do Índio, Raimundo Atroari.


Apesar de buscar melhores condições de vida na cidade, a maioria dos indígenas vive em situação de pobreza, tem dificuldade de conseguir emprego e a principal renda vem do artesanato. “Geralmente, as comunidades estão localizadas em área de risco. Nunca é numa área boa. A gente sente muita essa dificuldade de viver na cidade. A maioria dos Sateré daqui da aldeia está no trabalho informal, sem carteira assinada. A maior parte fica dentro da aldeia trabalhando com artesanato. A gente consegue gerar uma renda mais no mês de abril quando o público procura. Fora isso a gente fica dependendo de doações”, contou o tuxaua ou cacique Moisés Sateré, líder de uma comunidade no bairro da Paz, zona oeste de Manaus, onde vivem 14 famílias.


A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, confirma que é comum os indígenas, mesmo em áreas urbanas, viverem em comunidade. “Conforme vai passando o tempo, vem um, vem outro e mais outros, as famílias acabam se juntando em determinado bairro, ou em uma periferia que ninguém morava, e os indígenas foram morar. Você vai ver que nas grandes cidades como Manaus, Campo Grande, Porto Alegre têm bairros eminentemente indígenas, ou segmentos de bairros, ressaltou a antropóloga.”


[...]

Morar em centros urbanos sem ocultar a ancestralidade e as próprias referências é ainda uma luta para mais de 315 mil indígenas, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 49% do total da população indígena do país.


“Há ainda forte preconceito e discriminação. E os indígenas que moram nas cidades são realmente os que enfrentam a situação assim no dia a dia, constantemente”, conta o presidente da Organização dos Índios da Cidade, de Boa Vista, Eliandro Pedro de Sousa, do povo Wapixana.


Em todo o Brasil, São Paulo é a cidade com maior população indígena, com cerca de 12 mil habitantes; seguida de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, com pouco mais de 11 mil e Salvador, com mais de 7,5 mil índios.


A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, destaca que desde a colonização, a presença indígena nas cidades é constante, mas, em décadas passadas, a cidade era um espaço proibido.


“Eles iam pras cidades e não diziam que eram indígenas. Ocultavam a origem e também ocultavam as referências culturais, digamos assim”, explica. De acordo com ela, o medo da discriminação e de represálias do antigo Serviço de Proteção ao Índio impedia os indígenas de se apresentarem como tal.


Foi na década de 50, com o desenvolvimento industrial, que o processo de migração para as cidades se intensificou. Moradores do campo seguiam em busca de emprego nas fábricas e, com os indígenas, não foi diferente, conta a professora.


A própria Fundação Nacional do Índio (Funai), que tem como missão promover os direitos dos povos indígenas no Brasil, sofre o preconceito e percebe a situação dos indígenas que moram nas cidades. “Essa questão do preconceito é até com os servidores [da Funai]. Se é com o servidor, imagine para o próprio indígena”, indaga o coordenador regional da Funai em Roraima, Riley Mendes.

Bianca Paiva, Maíra Heinen – repórteres do radiojornalismo – EBC – Agência Brasil, 19/04/2017.

Fonte: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2017-04/indigenas-na-cidade-pobreza-e-preconceito-marcam-condicao-de-vida>. Acesso em: 10 set. 2017.

A frase “[...] a cidade era um espaço proibido [...]”, retirada do texto, revela a presença de uma figura de linguagem. Assinale a alternativa que indica, respectivamente, esse recurso expressivo e o seu efeito de sentido.
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Ano: 2017 Banca: UNIMONTES Órgão: Unimontes - MG Prova: UNIMONTES - 2017 - Unimontes - MG - Vestibular |
Q1268624 Português

A respeito do filme “O carteiro e o poeta”, é INCORRETO afirmar:  

Imagem associada para resolução da questão

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Ano: 2017 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2017 - IF-PE - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1266699 Português
Piaimã

     A inteligência do herói estava muito perturbada. Acordou com os berros da bicharia lá em baixo nas ruas, disparando entre as malocas temíveis. E aquele diacho de sagui-açu (...) não era saguim não, chamava elevador e era uma máquina. De-manhãzinha ensinaram que todos aqueles piados berros cuquiadas sopros roncos esturros não eram nada disso não, eram mas cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas.
   O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d’água, em bulhas de sarapantar. Então resolveu ir brincar com a Máquina pra ser também imperador dos filhos da mandioca. Mas as três cunhãs deram muitas risadas e falaram que isso de deuses era gorda mentira antiga, que não tinha deus não e que com a máquina ninguém não brinca porque ela mata. A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto. Era feita pelos homens. Se mexia com eletricidade com fogo com água com vento com fumo, os homens aproveitando as forças da natureza. Porém jacaré acreditou? nem o herói!
[... ]
     Estava nostálgico assim. Até que uma noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu: — Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate.
ANDRADE, Mário. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 110.
O livro Macunaíma, de Mário de Andrade, é um marco do Modernismo brasileiro. A passagem transcrita é significativa do estranhamento provocado pela cidade grande e por suas máquinas no protagonista da obra. Além disso, o trecho é bastante representativo da grande variedade de figuras de linguagem utilizadas pelo autor para construção da narrativa. As máquinas, muitas passam, então, à condição de antagonistas dos homens brancos, os “filhos da mandioca”. Como se pode ver no trecho: “Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate”, embora em muitos trechos Macunaíma divinize a máquina, em outros, ele a humaniza, através da figura de linguagem classificada como
Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Prova: COMVEST UFAM - 2017 - UFAM - Vestibular |
Q1265325 Português
Leia o texto a seguir, antes de responder a questão:

Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.
Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)
Assinale a alternativa que contém passagem do texto onde existe metáfora:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Prova: COMVEST UFAM - 2017 - UFAM - Vestibular |
Q1265322 Português

Leia o texto a seguir:


    Há cerca de 13,5 bilhões de anos, a matéria, a energia, o tempo e o espaço surgiram naquilo que é considerado como o Big Bang. A história dessas características fundamentais do nosso universo é denominada física.

    Por volta de 300 mil anos após seu surgimento, a matéria e a energia começaram a se aglutinar em estruturas complexas, chamadas átomos, que então se combinaram em moléculas. A história dos átomos, das moléculas e de suas interações é denominada química. 

   Há cerca de 3,8 bilhões de anos, em um planeta chamado Terra, uma pequena safira azul, certas moléculas se combinaram para formar estruturas particularmente grandes e complexas chamadas organismos. A história dos organismos é denominada biologia.

    Há cerca de 70 mil anos, os organismos pertencentes à espécie Homo sapiens começaram a formar estruturas ainda mais elaboradas chamadas culturas. O desenvolvimento subsequente dessas culturas humanas é denominado história. (Do livro “Sapiens: uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari, p. 11. Texto adaptado.)


Sobre ideias e aspectos diversos do texto, fazem-se as seguintes afirmativas:

I. Por ter como objetivo influenciar o receptor, com a intenção de convencê-lo a respeito de uma ideia, a função do texto é a apelativa ou conativa.

II. Por ter a preocupação de relatar e expor determinado assunto, o gênero textual é a descrição.

III. No texto, algumas ciências estão dispostas numa gradação temporal que vai da mais antiga para a mais nova.

IV. O “que”, no trecho “que então se combinaram em moléculas”, está empregado em relação ao vocábulo “átomos”, que o antecede.

V. No trecho “em um planeta chamado Terra, uma pequena safira azul”, observa-se a existência de uma sinestesia.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Segundo Semestre (Manhã) |
Q1265307 Português
Analise as proposições em relação ao Texto 1.
I. No período “E ardia, o corte, ardia a esperança” (linha 1) o verbo está repetido. Na primeira oração o verbo foi empregado no sentido denotativo e na segunda oração no sentido conotativo, resultando na figura de linguagem prosopopeia. II. No sintagma “E aquela humilhação ardia como o corte” (linhas 4 e 5) a palavra destacada dá ideia comparativa e pode ser substituída por tal qual, sem que ocorra transgressão à gramática normativa e ao sentido no texto. III. Da leitura do período “Fora humilhado (também)” (linha 3), infere-se que a palavra também reforça não apenas a dor física como também a moral. IV. A leitura da estrutura verbal “num daqueles domingos em que as pessoas são geralmente felizes, antes de começar o Fantástico, ao menos” (linhas 3 e 4) traz para o leitor que no programa Fantástico há apenas notícias trágicas, deprimentes, desagradáveis. V. Nas orações “Foi o mastigar do tempo” (linha 7) e “mas era uma imagem viva” (linhas 9 e 10) as expressões destacadas equivalem a o passar e não esquecida, sequencialmente.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UENP Concursos Órgão: UENP Prova: UENP Concursos - 2017 - UENP - Vestibular - 1º Dia |
Q1265137 Português
BISAZINHA

Minha avozinha,
tão franzidinha,
quem te secou?

Foi o vento, meu netinho,
foi o vento que ventou.
(BANDEIRA, P. Cavalgando o arco-íris. 17. ed. São Paulo: Moderna, 1991.)
Quanto ao recurso estilístico empregado no verso “Foi o vento que ventou”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UENP Concursos Órgão: UENP Prova: UENP Concursos - 2017 - UENP - Vestibular - 1º Dia |
Q1265135 Português
Cópia rara de textos de Shakespeare é encontrada na Escócia

Uma cópia rara, de quase 400 anos, de um volume da primeira edição das peças de teatro reunidas de William Shakespeare foi encontrada em uma mansão na Ilha de Bute, na Escócia. Especialistas consideram o Primeiro Fólio, como o volume é conhecido, a versão mais confiável das 36 peças escritas pelo homem que muitos apontam como o maior dramaturgo do mundo. Entre os textos presentes na edição estão Macbeth e Do Jeito que Você Gosta.
A edição encontrada na Mount Stuart House foi autenticada por Emma Smith, professora de Estudos de Shakespeare, da Universidade de Oxford. "Os administradores das coleções entraram em contato para dizer que tinham um Primeiro Fólio de Shakespeare, e minha reação irônica foi ‘sim, claro, com certeza’. Mas acontece que, após uma inspeção bem mais atenta, vi que estavam certos", disse Emma, em entrevista à rede BBC.
As obras do Primeiro Fólio foram ordenadas e publicadas pela primeira vez em 1623, sete anos após a morte do escritor, de acordo com a Biblioteca Britânica. Os detalhes das mãos pelas quais a cópia passou foram documentados em uma carta do responsável pela edição do século XVIII da obra, Isaac Reed, que acompanhava o livro, o que ajudou o processo de autenticação. 
(Adaptado de: <veja.abril.com.br/entretenimento/copia-rara-de-textos-de-shakespeare-e-encontrada-na-escocia/>. Acesso em: 12 jul. 2017.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a figura de linguagem encontrada na passagem “Os detalhes das mãos pelas quais a cópia passou”.
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Ano: 2017 Banca: COPS-UEL Órgão: UEL Prova: COPS-UEL - 2017 - UEL - Vestibular - Inglês |
Q1264893 Português

(Adaptado de: COUTO, Mia. A fogueira. In: Vozes anoitecidas. São Paulo, Companhia das Letras, 2013. p. 25).

Acerca das figuras de linguagem usadas no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFF Órgão: IFF Prova: IFF - 2017 - IFF - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1264562 Português

TEXTO II

Descoberta da Literatura 


MELO NETO, João Cabral de. A escola das facas e Auto do frade. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.

1. guenzo¹: Expressão nordestina que significa pessoa ou animal magro e doente; capenga, caindo aos pedaços. 2. cassacos²: animal do mato. 3. curumbá³: localidade geralmente deserta e distante de qualquer povoado. 4. caçanje4 : Dialeto crioulo do português falado em Angola. P. ext. Português mal falado. 

Ciente de que as figuras de linguagem, além de conferirem maior expressividade ao texto, constituem-se em elementos importantes para sua compreensão e interpretação, assinale a alternativa na qual NÃO há correlação entre a citação e a ideia apresentada.
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Ano: 2017 Banca: IFF Órgão: IFF Prova: IFF - 2017 - IFF - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1264561 Português


GULLAR, Ferreira. O jogo da semântica.< http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0910200522.htm>. Acesso em: 21 set 2017. 
Assinale a alternativa em que o verbo auxiliar da perífrase destacada traz o mesmo aspecto verbal apresentado no auxiliar presente no segmento “a cada pergunta que nos fazem ou ideia que queremos comunicar” (linha 40).
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2017 - UDESC - Vestibular - Primeiro Semestre (Manhã) |
Q1264151 Português
Em relação à obra Lucíola, José de Alencar, e ao Texto 4, analise as proposições, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) A história vivida entre Paulo e Lúcia tem, como em todo romance romântico, um final feliz, com a felicidade e a união dos protagonistas. ( ) Em “Apesar da revelação da véspera” (linha 10), a expressão destacada pode ser substituída por não obstante a e, ainda assim, mantém-se o sentido e a coerência no texto, pois ambas expressam valor concessivo. ( ) No período “como se todo o seu corpo sentisse uma doce carícia” (linhas 15 e 16) há a presença da figura de linguagem silepse de gênero. ( ) Da leitura do período “chama-me Maria” (linha 13), infere-se o desejo de Lúcia em ser assim chamada por Paulo, para que ele a considerasse pura e digna. ( ) Quanto à linguagem, em decorrência do meio em que Lúcia vivia, o da prostituição, percebem-se, na fala das personagens, palavras de baixo calão e expressões grotescas, caracterizando a linguagem do Naturalismo.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UNEMAT Órgão: UNEMAT Prova: UNEMAT - 2017 - UNEMAT - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1262629 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.brilustradacartumcartunsdiari os#2052017 Acesso em maio 2017. 


Em alguns contextos de uso da linguagem, é possível empregar palavras ou expressões que podem exagerar ou suavizar os sentidos que se quer provocar. Na tirinha Malvados, de André Dahmer, o trecho silenciar por um século trata-se de 

Alternativas
Respostas
161: D
162: A
163: E
164: B
165: C
166: E
167: E
168: B
169: B
170: A
171: D
172: D
173: A
174: A
175: A
176: A
177: C
178: A
179: D
180: D