Questões de Vestibular
Sobre escolas literárias em literatura
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− “Em 1936, ..................................... foi preso por atividades consideradas subversivas, mas libertado no ano seguinte. Essas experiências pessoais foram retratadas em seu livro Memórias do cárcere. É tido hoje como o autor que levou ao limite o clima de tensão presente nas relações homem/meio natural e homem/meio social, tensão essa geradora de um relacionamento violento, capaz de moldar personalidades e de transfigurar o que os homens têm de bom. A luta pela sobrevivência, portanto, parece ser o grande ponto de contato entre todos os personagens; a lei maior é a da selva."
− “Publicando seu primeiro livro em 1946, um ano após a queda de Getúlio Vargas e o início das produções da chamada Geração de 45, ..................................... apontaria novos rumos para a literatura brasileira. Os contos Sagarana abririam uma nova perspectiva para o regionalismo. A princípio, percebe-se uma revalorização da linguagem; depois, a universalização do regional."
− “Com o AI-5 e os ataques de grupos de extrema-direita, desmantela-se o teatro de resistência; autores importantes, como Augusto Boal e José Celso, vão para o exílio; outros, como ....................................., continuam a produzir textos apesar da repressão. Sua obra O berço do herói é censurada, e mesmo uma década depois, já com outro nome, Roque Santeiro, numa adaptação para a televisão, ainda é vetada no dia da estreia." Adap. TERRA, Ernani, NICOLA, José. Gramática, literatura e redação para o 2º grau. São Paulo: Scipione, 1997.
Assinale a alternativa que indica sequencialmente os autores referentes às descrições acima.


O texto e a gravura apresentam um ponto de vista
A linguagem utilizada nos trechos revela um

Os fragmentos acima representam os estilos de época, respectivamente:
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma, A alma é que estraga o amor. Só em Deus ela pode encontrar satisfação, Não noutra alma. Só em Deus – ou fora do mundo. As almas são incomunicáveis. Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
(...) O sapo-tanoeiro, Parnasiano aguado, Diz: – “Meu cancioneiro É bem martelado.
Vede como primo Em comer os hiatos! Que arte! E nunca rimo Os termos cognatos.
O meu verso é bom Frumento sem joio. Faço rimas com Consoantes de apoio.
Vai por cinqüenta anos Que lhes dei a norma: Reduzi sem danos A fôrmas a forma.
Clame a saparia Em críticas céticas: Não há mais poesia, Mas há artes poéticas...” (...)