Questões de Vestibular
Sobre república autoritária : 1964- 1984 em história
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O regime militar foi o período da política em que militares conduziram o país. Foi marcado por prática de vários Atos Institucionais que colocavam em prática a censura, a perseguição política, a supressão de direitos constitucionais, a falta total de democracia e a repressão àqueles que eram contrários ao regime militar.Quando iniciou o regime militar no Brasil e qual presidente foi deposto?
I. Além dos investimentos públicos em infraestrutura, com destaque para rodovias e usinas hidrelétricas, o país contou com investimentos de grandes grupos transnacionais da Europa e dos EUA.
II. O Estado priorizou o desenvolvimento de indústrias siderúrgicas, petroquímicas, mecânicas e automobilísticas, ou seja, setores típicos da chamada Terceira Revolução Industrial.
III. A ditadura civil-militar não preparou o país adequadamente para a Terceira Revolução Industrial. Isso pode ser comprovado pela constatação dos investimentos em educação, ciência e tecnologia, que não viabilizaram a formação da mão de obra qualificada, fator importante para os mais avançados processos industriais no mundo contemporâneo.
IV. O desenvolvimentismo no Brasil teve a combinação entre a prioridade dos investimentos em rodovias e incentivos para a indústria automobilística. Essa opção justifica, de um lado, a posição de destaque internacional do país na produção de automóveis; de outro, os elevados custos com transportes de cargas e passageiros que prejudicam outros setores da economia.

As imagens acima retratam dois momentos singulares da História Política do Brasil: a conjuntura pré-golpe de 1964, momento em que se deu a destituição de João Goulart, e as recentes manifestações contra o atual governo brasileiro. Em comum aos dois processos, destaca-se o apoio à tomada de poder pelos militares.
Identifica-se o seguinte argumento comum às duas
manifestações a favor da intervenção militar:
No dia 25 de janeiro de 1984, milhares de pessoas se reuniram na Praça da Sé, na cidade de São Paulo, para a realização do primeiro grande comício de um movimento que se espalharia por todo o Brasil e ficaria conhecido na história nacional como “Diretas Já”.
Sobre esse movimento é correto afirmar que
Considere os itens abaixo.
I. Os dirigentes procuravam sujeitar toda a vida da nação a uma ideologia imposta pelo Partido.
II. O totalitarismo de direita era justificado como sendo o único meio de terminar com a luta de classes, com a ameaça do internacionalismo comunista e com a fraqueza da liberdade individual.
III. O combate à democracia por considerá-la um regime fraco frente às ameaças do comunismo.
IV. O nacionalismo extremado e a exaltação da guerra como meio de restaurar as glórias passadas e sobrepor o regime às demais nações.
V. A imposição de uma cooperação entre capital e o trabalho, condicionada por uma ampla legislação social.
O conhecimento histórico permite afirmar que os itens identificam

Sobre a Ditadura Militar Brasileira, é correto afirmar que:
TEXTO 5
NA VIRADA DO SÉCULO, o biólogo Roosmarc conheceu o ápice da fama ao descobrir um novo gênero de primata: o sagui-anão-de-coroa-preta. Foi considerado pela revista Time o grande herói do planeta. Entre os mais de 500 primatas no mundo, Roosmarc descobrira o Callibella humilis, o macaquinho mais saltitante e alegre, anãozinho, com aquela coroa preta. Enquanto outros primatólogos matavam os animais para descrevê-los, dissecando-os em laboratórios, longe da Amazônia, ele criava macacos em sua casa. Esperava que morressem de forma natural e, aí sim, dissecava-os.
O sagui-anão-de-coroa-preta foi a sensação mundial. Então, ele viveu o ápice da glória. As publicações científicas não se cansaram de elogiá-lo. Quase todos os dias, jornais e revistas estampavam: “Protetor dos animais”, “O bandeirantes da Amazônia”, “O último primatólogo”. De Manaus para o mundo. Os ribeirinhos o saudavam; os políticos o pajeavam; os estudantes de biologia o veneravam. Sim, Roosmarc era visto e considerado como herói do planeta.
Vida simples, com suas vestes quase sempre largas cobrindo o corpo magro e alto, enfiado semanas na floresta, nunca quisera dinheiro, jamais almejara fortuna. O verdadeiro cientista, dizia, quer, antes de tudo, reconhecimento. Não havia prêmio maior do que isso. Sequer gastava o que ganhava. Aprendera com os bichos que, na vida, não se precisa de muitas coisas...
Nascera no sul da Holanda e, aos 17 anos, mudou-se para Amsterdã. Queria estudar biologia. Nos fins do ano 60, a cidade fervilhava, era a capital da contestação. John Lennon e Yoko Ono haviam escolhido a cidade para protestar contra a Guerra do Vietnã. Os rebeldes desfilavam pelas ruas, enquanto John Lennon e Yoko Ono incitavam a quebra de valores deitados uma semana num hotel da cidade, consumindo droga e criando suas canções. O gosto pela contracultura crescia, agigantava-se. Rebelde, Roosmarc desfilava pelas ruas, gritando pela paz, também queimando maconha e outras ervas.
Mas foi, nesta época, que ele se interessou pelos primatas. Depois que terminou a universidade, fez amizade com uma estudante, que também saboreava a contracultura, o desprezo a normas e procedimentos, e com ela, vivendo um romance apaixonado, deu volta ao mundo, como se fosse o famigerado navegante português Vasco da Gama. Estudante de artes plásticas, Marie tinha sede por aventuras: o novo lhe apetecia; o velho não era mais do que um mundo cinzento. A Europa, com seus prédios cinzentos e frios, uma população resignada, não lhe apetecia. Queria quebrar barreiras, outras fronteiras. Não queria apodrecer naquelas cidadezinhas holandesas, onde as mulheres envelheciam rapidamente e só cuidavam de casa. Não queria se transformar num símbolo de cama, fogão e igreja. Menosprezava o título “rainha do lar”, que os pastores tanto veneravam entre a população fiel. Tinha horror ao ver sua mãe de lenço na cabeça e avental cobrindo a gordura da barriga. Se ficasse numa daquelas cidadezinhas, em poucos anos estaria como a mãe – brigava constantemente com o seu pai, saía de casa aos domingos para assistir a mesmice do partor Simeão, e que, rapidamente, voltava para casa para preparar o almoço para os filhos. Que destino! A liberdade a chamava. Não era o que dizia a canção de John Lennon? Ao conhecer Roosmarc, o desejo por aventuras avivou como brasa viva. Quando convidada para segui-lo, e ela queria produzir desenhos e aquarelas jamais vistas no mundo, não titubeou, como se a oportunidade fosse um cavalo encilhado. E cavalo encilhado passa por nós somente uma vez ...
(GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso Pocket, 2014. p. 200-201.Adaptado.)

A charge, de 1975, ironiza um momento de alterações nas disputas partidárias durante os governos militares de 1964 a 1985.
A organização partidária implantada por esses governos e a mudança nas disputas partidárias
contextualizada na charge estão identificadas, respectivamente, em:
Adaptado de Folha de São Paulo, 15/03/2015.
No dia 15 de março de 1985, a presidência da República no Brasil foi assumida por um civil após 21 anos de governos militares. Nos trinta anos posteriores, houve um conjunto de mudanças destinadas a pôr fim às práticas autoritárias até então vigentes.
A partir da análise do gráfico, a tendência observável na opinião pública resulta de uma nova conjuntura caracterizada por:

A partir da tabela e de seus conhecimentos, pode-se afirmar que
A mãe da virgem diz que não E o anúncio da televisão E estava escrito no portão E o maestro ergueu o dedo E além da porta Há o porteiro, sim...
E eu digo não E eu digo não ao não Eu digo: É! Proibido proibir É proibido proibir É proibido proibir É proibido proibir...
Neste trecho, o artista aborda questões relacionadas a determinado contexto da história brasileira, no qual alguns setores da sociedade civil, especialmente no campo da cultura, expressavam suas opiniões referentes à política nacional naquele momento histórico particular.
Analisando o conteúdo do trecho da canção podemos afirmar que:
