Questões de Vestibular Sobre história
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1) a ocupação de quase todo o litoral brasileiro estava esboçada nos dois primeiros séculos da colonização portuguesa. 2) no século XVIII, através do Maranhão, os portugueses percorreram o Amazonas, rechaçando esporádicos estabelecimentos de espanhois e infiltrações francesas. 3) a colônia de Sacramento era periodicamente alvo de ataque dos espanhois de Buenos Aires, enquanto se consolidava o povoamento do Rio Grande do Sul. 4) a configuração do território brasileiro, tal como hoje se verifica foi, em linhas gerais, definida pelo Tratado de Madri no século XVII. 5) os limites do território do Brasil obedeceram sempre ao estabelecido no Tratado de Tordesilhas, quando se fixaram os domínios portugueses e espanhois na América.
Estão corretas apenas:
Assinale o país a que se refere o fragmento acima.
(GUIMARÃES, R. B. e outros. Estudos de Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Ed. Moderna, 2010). Os fatos mencionados no texto exemplificam:
“A imprensa, o rádio, a televisão, o cinema são indústrias ultra-ligeiras. Ligeiras pelo aparelhamento produtor, são ultra-ligeiras pela mercadoria produzida: esta fica gravada sobre a folha do jornal, sobre a película cinematográfica, voa sobre as ondas e, no momento do consumo, torna-se impalpável, uma vez que esse consumo é psíquico. Entretanto, essa indústria ultra-ligeira está organizada segundo o modelo da indústria de maior concentração técnica e econômica. No quadro privado, alguns grandes grupos de imprensa, algumas grandes cadeias de rádio e televisão, algumas sociedades cinematográficas concentram em seu poder o aparelhamento (rotativas, estúdios) e dominam as comunicações de massa. No quadro público, é o Estado que assegura a concentração”.
(MORIN, Edgard. “A indústria cultural” In: FORACCHI, Marialice Mencarini & MARTINS, José de Souza (org.). Sociologia e Sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977, p.300).
O texto é de um dos mais importantes pensadores da atualidade, o sociólogo, antropólogo e filósofo francês Edgard Morin (1921). Sobre o tema tratado pelo autor, a questão da “indústria cultural” - termo cunhado pelos autores da chamada Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer -, assinale a alternativa correta:
A gravura abaixo é de um clássico do cinema:

Disponível em: <http://www.ccpg.puc-rio.br/70anos/no-tempo
/ha-80-anos/1936/tempos-modernos-chaplin>
Último filme mudo de Chaplin, “Tempos Modernos” focalizava a vida urbana nos Estados Unidos imediatamente após a crise de 1929, quando a depressão atingiu toda a sociedade norte-americana. A ênfase da película é a vida na sociedade industrial caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem e especialização do trabalho.
Sobre a discussão sociológica acerca das concepções das relações de trabalho, assinale a alternativa pertinente:

Relacione essa questão com as áreas indicadas no mapa com 1, 2, 3, 4 e 5.

Relacione essa questão com as áreas indicadas no mapa com 1, 2, 3, 4 e 5.

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As raízes desse conflito estão relacionadas aos tratados de paz impostos pelos vencedores da Primeira Grande Guerra (1914 – 1918), quando

Relacione essa questão com as áreas indicadas no mapa com 1, 2, 3, 4 e 5.

Relacione essa questão com as áreas indicadas no mapa com 1, 2, 3, 4 e 5.

Relacione essa questão com as áreas indicadas no mapa com 1, 2, 3, 4 e 5.
Em 1, o relacionamento entre o norte da África e a República Romana, na Antiguidade, foi conturbado, entre os séculos III e
II a.C. (264 a 146 a.C.), com a ocorrência das Guerras Púnicas que
Texto A ''A África propriamente dita é a parte característica deste continente. Começamos pela consideração deste continente, porque em seguida podemos deixá-lo de lado, por assim dizer. Não tem interesse histórico próprio, senão o de que os homens vivem ali na barbárie e na selvageria, sem fornecer nenhum elemento à civilização. Por mais que retrocedamos na história, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um eldorado recolhido em si mesmo, é o país criança, envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. [...] Nesta parte principal da África, não pode haver história''.
Texto B “Encontramos, [...], aqui o homem em seu estado bruto. Tal é o homem na África. Porquanto o homem aparece como homem, põe-se em oposição à natureza; assim é como se faz homem. Mas, porquanto se limita a diferenciar-se da natureza, encontra-se no primeiro estágio, dominado pela paixão, pelo orgulho e a pobreza; é um homem estúpido. No estado de selvageria achamos o africano, enquanto podemos observá-lo e assim tem permanecido. O negro representa o homem natural em toda a sua barbárie e violência; para compreendê-lo devemos esquecer todas as representações europeias. Devemos esquecer Deus e a lei moral. Para compreendê-lo exatamente, devemos abstrair de todo respeito e moralidade, de todo o sentimento. Tudo isso está no homem em seu estado bruto, em cujo caráter nada se encontra que pareça humano''.
Assinale a alternativa que traz a afirmação correta acerca da África subsaariana e de suas sociedades.
FOLHA - Vinte anos depois [...], a senhora acredita que havia condições políticas e institucionais para fazer um outro plano econômico [...]? ZÉLIA CARDOSO DE MELO - Naquele momento, acho que não. Vamos lembrar a situação da época: inflação de 82% ao mês e subindo, um déficit fiscal previsto de 9,5% do PIB, precariedade do financiamento da dívida pública e dificuldade em controlar a monetização, vista em outros planos. Situação da dívida externa. Esse conjunto de fatores mais as informações que tínhamos nos fazia crer que estávamos à beira da hiperinflação e que medidas drásticas eram necessárias.
Fonte: Folha de S.Paulo, 16 de março 2010.
Assinale a alternatica que apresenta, respectivamente, o “nome do plano” a que se refere o texto e qual sua medida mais polêmica.

Esse texto é de 2004, época em que o golpe civil-militar de 1964 completou 40 anos. A partir do discurso do personagem da charge, assinale a alternativa correta.
Ao longo do período que se estende de 1964 a 1983, no Brasil, estima-se que 50 mil pessoas foram diretamente atingidas com os atos repressivos do governo militar, tendo, a maioria, passagem nas prisões; destas, 20 mil sofreram tortura física, e pelo menos 360 foram mortas. Destas, 144 são oficialmente consideradas desaparecidas; 7.367 foram acusadas; 10.034 atingidas na fase de inquérito em 707 processos judiciais; 4.862 cassadas em definitivo; 6.592 militares atingidos principalmente com a exoneração de seus postos; finalmente, 780 cassações de mandato por 10 anos. Sobre o período em que se vivenciou tal violência de Estado, considere as seguintes afirmativas:
1. As medidas repressivas eram justificadas em nome da defesa da segurança nacional.
2. Em paralelo à tentativa de eliminar os adversários, o governo fazia ampla propaganda sobre a expansão econômico-industrial, o que era designado como “milagre brasileiro”.
3. O governo objetivava perseguir os membros dos partidos de inspiração marxista, cujos ideólogos defendiam a luta armada.
4. Os atos de “exceção”, como foram conhecidas tais medidas, levaram a que as oposições ao governo se mobilizassem em favor da anistia, iniciativa que buscava também o retorno ao Estado de Direito.
5. Os responsáveis pelas torturas e prisões arbitrárias foram processados e condenados após a redemocratização do país.
Assinale a alternativa correta.
Tenho insistido também que a monarquia deve ser atribuída exclusivamente aos varões, já que a ginecocracia vai contra a lei natural; esta deu aos homens a força, a prudência, as armas, o poder. A lei de Deus ordena explicitamente que a mulher se submeta ao homem, não só no governo de reinos e impérios, mas também na família. (...) Também a lei civil proíbe à mulher os cargos e ofícios próprios ao homem. (...) É extremamente perigoso que uma mulher ostente a soberania. (...) No caso de uma rainha que não contraia o matrimônio – caso de uma verdadeira ginecocracia –, o Estado está exposto a graves perigos procedentes tanto dos estrangeiros como dos súditos, pois caso seja um povo generoso e de bom ânimo suportará mal que uma mulher exerça o poder.
(Jean Bodin, Los seis libros de la republica. Edição espanhola de 1973, p. 224.)