Questões de Vestibular Comentadas sobre história
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Os versos de Cecília Meireles, no Romanceiro da Inconfidência, remetem
“De 1930 em diante, foram criadas dezenas de comissões, instituições e órgãos de planejamento e/ou de promoção das atividades econômicas, notadamente as ligadas às atividades agrícolas e àquelas voltadas para a industrialização.”
MATTOS, Fernando Augusto Mansor de. A trajetória do emprego público no Brasil desde o início do século XX. Ensaios FEE, v.36, n.1, p.95, jun.2015.
No romance Os ratos, de Dyonélio Machado, o funcionalismo público configura-se como
“Temos de nos emancipar da seguinte visão: que se pode deduzir a Reforma das transformações econômicas como algo ‘necessário em termos de desenvolvimento histórico’. Por outro lado, não se deve de forma alguma defender uma tese tão disparatadamente doutrinária que afirmasse que o ‘espírito capitalista’ pôde surgir somente como resultado de determinados influxos da Reforma. Em face da enorme barafunda de influxos recíprocos entre as bases materiais, as formas de organização social e política e o conteúdo espiritual das épocas culturais da Reforma, procederemos tão-só de modo a examinar de perto se, e em quais pontos, podemos reconhecer determinadas ‘afinidades eletivas’ entre certas formas da fé religiosa e certas formas da ética profissional. Por esse meio serão elucidados o efeito que, em virtude de tais afinidades eletivas, o movimento religioso exerceu sobre o desenvolvimento da cultura material.”
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p.82-83 (Adaptado).
A partir da ideia expressa no excerto acerca da relação entre o desenvolvimento do capitalismo e alguns elementos da doutrina calvinista, é correto afirmar que
Luís Bernardo Honwana. “Dina”. In: Nós matamos o cão tinhoso!.
Considerando o papel da antologia Nós matamos o cão tinhoso! na literatura moçambicana e como a sociedade de Moçambique dos anos 1950 e 1960 se configura literariamente no conto “Dina”, é correto afirmar:
ANDRADE, Manoel de Carvalho Paes de. Manifesto de proclamação da Confederação do Equador. Apud TORRES, João Camillo de Oliveira. A democracia coroada: Teoria política do Império do Brasil. Petrópolis: Vozes, 1964. p.522 (Adaptado).
O excerto apresenta trecho do manifesto divulgado pelos rebeldes da Confederação do Equador (1824) e reage explicitamente
John Damascene. On holy images. Disponível em https://www.gutenberg.org/files/49917/ (Adaptado).
Nessa citação, João Damasceno (675-749), monge e teólogo cristão do período medieval, dirige-se contra o movimento iconoclasta ao
HOLANDA, Sergio Buarque de. Caminhos e fronteiras. Rio de Janeiro: José Olympio, 1975. p.35.
De acordo com o excerto, a ocupação territorial da América portuguesa pelos colonizadores foi inicialmente marcada
(Robert Paris. As Origens do Fascismo, 1976. Adaptado.)
O excerto refere-se ao movimento fascista antes da ascensão de Benito Mussolini ao governo italiano, em outubro de 1922. No congresso de 1920, Mussolini propôs
(Rubens Ricupero. “O que fizemos em 200 anos? O que falhou ou deve ser corrigido?”. In: Maria Arminda do Nascimento Arruda et al (orgs.). Dilemas do Brasil, 2023. Adaptado.)
Os argumentos, apresentados no excerto, aplicam-se
(Sônia Maria de Araújo Cintra. “José de Anchieta: um missionário singular do contexto ibero-americano no alvorecer do século XVI”. In: Gerson Damiani et al (orgs.). O mundo indígena na América Latina: olhares e perspectivas, 2022.)
Os termos do Tratado derivaram
Eu, El Rei, faço saber aos que este Alvará em forma de Lei virem: que sendo-me presente os insultos, que no Brasil cometem os escravos fugidos a que vulgarmente chamam de quilombolas, passando a fazer excesso de se juntar em quilombos e sendo preciso acudir com os remédios que evitem esta desordem, hei por bem que a todos os negros, que forem achados em quilombos, estando neles voluntariamente, se lhes ponha com fogo, uma marca em um ombro com a letra F, – que para este efeito haverá nas Câmaras, e se quando se for executar esta pena for achado já com a mesma marca, se lhe cortará uma orelha; tudo por simples mandado do Juiz de Fora ou do Ouvidor da Comarca, sem processo algum e só pela notoriedade do fato, logo que do quilombo for trazido antes de entrar para a Cadeia
Adaptado de GOMES, F. (Org.). Mocambos de Palmares: histórias e fontes (séculos XVI-XIX). Rio de Janeiro: 7letras, 2010, p. 251-5.
Com base no documento, a respeito da repressão aos quilombos na América Portuguesa, assinale a afirmativa correta.
Art. 1º. As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos, enseadas, ancoradouros, ou mares territoriais do Brasil, tendo a seu bordo escravos, cuja importação está proibida pela Lei de sete de novembro de mil oitocentos e trinta e um, ou havendo-os desembarcado, serão apreendidas pelas autoridades, ou pelos navios de guerra brasileiros e consideradas importadoras de escravos.
Art. 4º. A importação de escravos no território do Império fica nele considerada como pirataria, e será punida pelos seus tribunais com as penas declaradas no artigo segundo da Lei de sete de novembro de mil oitocentos e trinta e um. A tentativa e a cumplicidade serão punidas segundo as regras dos artigos trinta e quatro e trinta e cinco do Código Criminal.
Adaptado de http://www.historia.seed.pr.gov.br
O trecho se refere ao(à)
No mundo antigo, ser estrangeiro é o oposto de ser cidadão pois a condição de cidadania materializa-se na integração completa à polis, à comunidade política à qual o indivíduo pertence, não do ponto de vista cultural (pois o estrangeiro pode compartilhar língua e costumes), mas do ponto de vista jurídico: o cidadão usufrui das prerrogativas legais que lhe são garantidas pelo seu direito de cidadania e que mudam em cada sociedade e época histórica.
Com base no trecho, assinale a opção que caracteriza corretamente a experiência da cidadania antiga.
Assinale a opção que indica, corretamente, o que motivou os representantes do Terceiro Estado nesse episódio.
Sobre a Questão Palestina, assinale a opção que caracteriza corretamente uma de suas etapas históricas.