Questões de Vestibular Comentadas sobre história

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Ano: 2025 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2025 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4129406 História
Assinale a alternativa correta sobre as diferentes formas de relação de poder e de servidão na Idade Média.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2025 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4129405 História
Considere as afirmações abaixo, sobre a Grécia na Antiguidade.

I - O conflito conhecido como Guerra do Peloponeso se deu entre Atenas e Esparta, por divergências em relação às estratégias para enfrentar os Persas nas Guerras Médicas.
II - A dominação macedônica sobre a Grécia se deu após o período de domínio espartano, e a expansão liderada por Alexandre, o Grande, foi um dos motores da difusão da cultura grega pelo Oriente.
III- A filosofia, o conhecimento histórico e a arquitetura foram totalmente dizimados por causa dos conflitos conhecidos como Guerras Médicas e Guerra do Peloponeso.

Quais estão corretas?
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116348 História
Na América Latina, a porcentagem de camponeses se reduziu à metade em vinte anos na Colômbia (1951-1973), no México (1960-1980) e — quase — no Brasil (1960-1980). Caiu em dois terços, ou quase isso, na República Dominicana (1960-1981), Venezuela (1961-1981) e Jamaica (1953- 1981). Em todos esses países — com exceção da Venezuela —, no fim da Segunda Guerra Mundial os camponeses formavam metade, ou a maioria absoluta da população ocupada. Mas já em 1970 não havia na América Latina — fora dos mini-Estados da tripa de terra centro-americana e do Haiti — um único país em que os camponeses não fossem minoria.
(Eric Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995. Adaptado.)
Ao avaliar a variação demográfica em países latino-americanos na segunda metade do século XX, o excerto atesta
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116347 História
[...] historicamente, os quilombos foram comunidades dinâmicas forjadas não fora, mas dentro da sociedade escravista; comunidades que simultaneamente transformaram o mundo no qual todos viviam. As geografias insurgentes [...] foram claramente baseadas na existência de laços e práticas econômicas forjadas dentro da escravidão e motivadas por camaradagem, medo ou oportunismo. Nenhum deles expressou uma explícita ideologia antiescravista, mas suas ações desestabilizaram a escravidão por dentro. Para os quilombolas, abandonar seus senhores e trabalhar como pessoas livres diante dos olhos dos proprietários foi uma forma de rejeitar a escravidão.
(Yuko Miki. “Fugir para a escravidão: as geografias insurgentes dos quilombolas brasileiros, 1880-1881”. In: Flávio Gomes e Petrônio Domingues (orgs.). Políticas da raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil, 2014.)
O excerto caracteriza a ação dos quilombos no Brasil pré-abolição como
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116346 História
A importância das cortes está ligada à formação do Estado moderno, lento processo que produz a concentração de poder à volta de um rei ou de um grande príncipe. A constituição dos novos Estados não se dá sem conflitos: contra os senhores feudais, que se valem da fragmentação política e econômica; mas também entre reis e grandes senhores, que lutam por hegemonia ou mesmo pelo trono.
(Renato Janine Ribeiro. A etiqueta no Antigo Regime: do sangue à doce vida, 1987.)
A “concentração de poder” descrita no excerto marca uma transformação social e política decisiva na Europa. Tal transformação
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2025 - EINSTEIN - Vestibular - Prova I - 1º Semestre 2026 |
Q4116345 História
        [...] as colônias cartaginesas só poderiam comprar e vender produtos com os mercadores de Cartago. Todas as embarcações de povos estrangeiros eram consideradas intrusas, e algumas delas chegaram a ser afundadas pela forte marinha cartaginesa.
        A preocupação em não deixar que gregos, romanos e outros povos atravessassem suas rotas comerciais tinha suas razões. Além do rico comércio do Mediterrâneo, estudos arqueológicos indicam que os cartagineses conseguiram estabelecer relações comerciais com povos do Sudão e passaram a negociar o ouro que vinha de lá. Alguns estudiosos acreditam que tropas cartaginesas mantiveram contato com grupos que viviam na África Subsaariana.
(Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017.)
O excerto demonstra que a importância de Cartago nos séculos VI e V a.C. devia-se, principalmente, a 
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Q4115809 História
O Plano de Metas foi o primeiro e o mais ambicioso programa de modernização já apresentado ao país. Com ele, Juscelino Kubitschek (JK) dava concretude ao slogan que animara a campanha presidencial — a promessa de que sob seu comando o Brasil cresceria “cinquenta anos em cinco” —, e se propôs a efetuar uma mudança estrutural na capacidade produtiva nacional. O Plano de Metas fez do governo de JK um sucesso.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado.)
Esse programa de modernização do Brasil estimulava a
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Q4115808 História
Analise a afirmação do missionário estadunidense Josiah Strong (1847-1916).
Se prevejo corretamente, essa poderosa raça avançará sobre o México, a América Central e a do Sul, as ilhas do oceano, a África e mais adiante [...]. Essa raça está predestinada a suplantar raças fracas, assimilar outras e transformar as restantes até toda a Humanidade ser anglo-saxonizada.
(Apud: Adhemar Marques e Luiz Roberto Lopez. Imperialismo: a expansão do capitalismo, 2000.)
As palavras do missionário, apresentadas pelo excerto,
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Q4115807 História
O paulista Fernão Dias Paes Leme, depois de se preparar longamente, em 1674 partiu para o sertão em busca da lendária serra das Esmeraldas: o Sabarabuçu. Sua expedição contava com aproximadamente seiscentos homens, sendo quarenta brancos (ou mamelucos) e os demais indígenas.
(Carla Maria Carvalho de Almeida e Mônica Ribeiro de Oliveira. “Conquista do centro-sul”. In: João Luís Roberto Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa. O Brasil Colonial, 2018. Adaptado.)
Na América portuguesa, as expedições, como a referida pelo excerto, implicaram a
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Q4115806 História
Luiz XIV assumiu o comando do aparelho de Estado francês em 1661. Durante o seu governo, foi anulada a exigência parlamentar de apresentar objeções aos éditos reais antes do registro, em 1673. E as Cortes provinciais deixaram de poder discutir e regatear os impostos: a monarquia ditou requerimentos fiscais precisos, que elas se viram compelidas a aceitar.
(Perry Anderson, 1984. Adaptado.)
O excerto descreve a consolidação, na França,
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Q4115805 História
A chegada dos exércitos macedônios com Alexandre Magno constitui, sem dúvida, um eficaz elemento de contato cultural com as populações locais. Uma nova época estava por se iniciar no antigo Oriente Próximo, quando Alexandre Magno atravessou desde a Grécia para a Ásia e iniciou suas conquistas que derrubaram o império persa.
(Luiz Alexandre Solano Rossi. Cultura militar e de violência no mundo antigo: Israel, Assíria, Babilônia, Pérsia e Grécia, 2008. Adaptado.)
O excerto refere-se à época inaugurada pelas conquistas militares de Alexandre Magno, a qual foi caracterizada
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966784 História
   No fim da década de 1980 e durante a década de 1990, a conjuntura política começou a se transformar nos países do continente africano, de modo que os ímpetos democráticos voltaram com força não apenas por condições internas, como também em função da recessão econômica após as crises do petróleo, da dissolução da União Soviética em 1991 e do fim da Guerra Fria.

(Kauê Lopes dos Santos. Africano: uma introdução ao continente, 2022. Adaptado.)

Os “ímpetos democráticos” africanos, mencionados no excerto, associam-se
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966781 História
   Em breve passagem pelo Rio de Janeiro, em 1936, [o presidente norte-americano Franklin Delano] Roosevelt afirmou: “Despeço-me esta noite com grande tristeza. Há algo, no entanto, que devo sempre lembrar. Duas pessoas inventaram o New Deal: o presidente do Brasil e o presidente dos Estados Unidos”. Para além de considerações de ordem diplomática, as palavras de Roosevelt sugeriam que tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos dos anos 1930 gestaram-se e se consolidaram novas ideias a respeito do papel do Estado na regulação da economia e na relação com a classe trabalhadora.

(Flávio Limoncic. Estados Unidos no século XX, 2024.)



A afirmação de Roosevelt pode ser exemplificada nas seguintes medidas tomadas, respectivamente, pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos na década de 1930: 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966779 História
   No Brasil, é clara a diferença entre o uso e o abuso do escravizado antes e depois de 1830 e, mais ainda, de 1850. [...] Antes, podia ser um bom negócio para um dono de escravizados fazê-los trabalhar até a exaustão, gastá-los rapidamente, mantê-los mal alimentados e mal vestidos — e substituí-los por novos africanos quando eles morriam.

(Alberto da Costa e Silva. A África e os africanos na história e nos mitos, 2021. Adaptado.)

A diferença de conduta dos senhores em relação aos escravizados, mencionada no excerto, foi provocada
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966778 História
     [...] o que é o Terceiro Estado? Tudo — mas um todo entravado e oprimido. Que seria ele sem a ordem privilegiada? Tudo, mas um todo livre e florescente. Nada se pode fazer sem ele, tudo se fará infinitamente melhor sem os outros [...]. O Terceiro Estado abarca, assim, tudo que pertence à nação; e tudo o que não é do Terceiro Estado não se pode considerar como sendo da nação.

(Emmanuel de Sieyès. “O que é o Terceiro Estado?”. apud: Daniel Gomes de Carvalho. Revolução Francesa, 2024.)

O panfleto “O que é o Terceiro Estado?” circulou na França no início de 1789 e representou um questionamento
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966777 História
    As expedições para o sertão começam no século XVI e só perdem força e sentido na segunda metade do século XVIII. A palavra sertão já aparece discretamente na carta de Pero Vaz Caminha, como referência a um vasto e desconhecido interior. Com o tempo, o termo passou a representar mais do que uma simples referência geográfica, também demarcando um espaço simbólico. A distinção entre o povoado e o sertão marcava o contraste entre dois universos, um ordenado pela religião católica e pelas leis do Reino, o outro pautado pela ausência da ordem [...].

(John Monteiro. “Bandeiras indígenas”. In: Luciano Figueiredo (org.). História do Brasil para ocupados, 2013.)

No período colonial, as características do sertão, mencionadas no excerto, representavam um
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966775 História
    A cidade é um lugar protegido, com portas que se fecham cuidadosamente à noite, com muralhas que se modernizam com esses rápidos aperfeiçoamentos que favorecem a arquitetura militar tanto quanto a das igrejas. É um castelo mais forte do que os outros [...].

(Georges Duby. A Europa na Idade Média, 1988.)

As cidades francesas nos séculos XII e XIII, caracterizadas no excerto, protegiam-se, pois eram espaços de
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966774 História
   Na democracia ateniense de 451 a.C., todos os cidadãos podiam participar da assembleia do povo (Eclésia), que tomava as decisões relativas aos assuntos políticos, em praça pública.

(Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma, 2019. Adaptado.)

Na Atenas de 451 a.C.,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: UNIFIPA Prova: VUNESP - 2025 - UNIFIPA - Vestibular Medicina - Conhecimentos Gerais |
Q3966762 História
    Os drusos são uma minoria étnico-religiosa árabe. Mais de 20 mil drusos vivem nas Colinas de Golã, um planalto estratégico que a Síria perdeu durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
(www.cnnbrasil.com.br, 16.07.2025. Adaptado.)

Na Guerra dos Seis Dias, as Colinas de Golã, ocupadas pelos drusos, foram anexadas
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: FUVEST Prova: FUVEST - 2025 - FUVEST - Vestibular - 1ª Fase - Conhecimentos Gerais |
Q3946340 História
Entre 1810 e 1850 os debates acalorados giraram em torno do fim do tráfico internacional, da sua legislação, da sua repressão, num impressionante vaivém, ou na famosa expressão:¬¬“Para inglês ver”. Até que o comércio internacional de almas fosse extinto em 1850, e na verdade alguns anos depois, muita pressão externa foi necessária. O fim do tráfico não significou a abolição da escravidão, que ainda permaneceria forte por quase quarenta anos.
Lilia M. Schwarcz e Flávio Gomes. “Apresentação”. In: Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. Adaptado.

De acordo com o excerto, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: C
64: B
65: A
66: B
67: D
68: C
69: E
70: C
71: B
72: A
73: E
74: E
75: A
76: C
77: A
78: E
79: A
80: D