Questões de Vestibular Comentadas sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q1699736 História
As afirmativas a seguir abordam sobre os quilombos e quilombolas na formação territorial do Brasil.
I. Os negros lutando pela liberdade nunca aceitaram passivamente a escravidão. Muitos fugiram e formaram quilombos que são espécies de vila onde os refugiados, os quilombolas, tinham autonomia. II. São considerados quilombolas os remanescentes das comunidades que mantém certas tradições culturais ao longo do tempo. III. O quilombo dos Palmares localizado na serra da Barriga no estado de Alagoas teve como principal líder de resistência e escravidão Zumbi dos Palmares. IV. Os quilombos estão distribuídos e reconhecidos nas regiões Norte e Nordeste, não havendo registros em outras regiões do Brasil.
Considerando-se as afirmativas assinale a alternativa CORRETA.
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Q1699726 História
Durante o século XVI, na América Portuguesa, além da agricultura voltada para os engenhos, produziam-se cereais e criavam-se animais para a manutenção dos colonos. No decorrer desse século, os colonos integraram-se cada vez mais ao processo mercantil interno, produzindo rapadura, plantando algodão, feijão, milho e criando gado, entre outros.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que essa integração se deu:
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Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: UNIVESP Prova: VUNESP - 2018 - UNIVESP - Vestibular |
Q1686607 História
Imagem associada para resolução da questão Moenda
O detalhe da gravura “Engenho de Itamaracá” (1647), de Frans Post, pintor holandês que esteve no Brasil no século XVII, coloca em evidência o principal produto de interesse dos holandeses à época da ocupação no Nordeste. Tal produto pode ser corretamente identificado como
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Ano: 2018 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2018 - UECE - Vestibular - Geografia e História |
Q1405934 História
Atente para o seguinte excerto:
“(...) trocar manufaturas baratas por negros na costa ocidental da África; permutar os negros por matérias-primas nas colônias americanas: por fim, vender as matérias primas na Europa a altos preços, ou seja, a dinheiro contado. Comércio de resultados fantásticos em que o lucro nunca ficava por menos de 300% e podia em certos casos render até 600%”.
FREITAS, Décio. O escravismo brasileiro. 2.ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. p.24.
Esse sistema de comércio que foi fundamental para a colonização brasileira por custear a Coroa portuguesa através da sua taxação é conhecido como sistema
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Ano: 2018 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2018 - UECE - Vestibular - Geografia e História |
Q1405933 História
O processo que conduziu à abolição da escravidão no Brasil e que contou com a atuação de nomes como José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Luís Gama, Castro Alves, Rui Barbosa e muitos outros intelectuais teve seu desenlace com a assinatura da Lei Áurea em 13 de maio de 1888; contudo, conforme o excerto a seguir, muitos veem esse processo como inacabado. “Conservadora e curta, com pouco mais de duas linhas, a Lei nº 3.353, a chamada Lei Áurea, decretou, no dia 13 de maio de 1888, o fim legal da escravidão no Brasil. Mas se a escravidão teve seu fim do ponto de vista formal e legal há 130 anos, a dimensão social e política está inacabada até os dias atuais. Essa é a principal crítica de estudiosos e militantes dos movimentos negros à celebração do 13 de maio como o dia do fim da escravatura”. GONÇALVES, Juliana. 130 anos de abolição inacabada. Brasil de fato. Acessível em: https://www.brasildefato.com.br/2018/05/13/130-anos-de-uma-abolicao-inacabada/acesso em 05/07/2018.

Em relação ao fim da escravidão no Brasil, na perspectiva do trecho acima, pode-se afirmar corretamente que
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Q1403433 História

Observe o mapa e leia o texto abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:

<https://www.google.com.br/search?q=escravid%>.

Acesso em: 4 ago. 2018.



     (...) no século XV, o tráfico negreiro, ou tráfico de escravos, assumiu enormes proporções. Os Estados europeus instalaram feitorias e portos de abastecimento de escravos no litoral africano. Nessas feitorias, foram embarcados os escravos que vieram para as colônias europeias na América nos navios chamados tumbeiros. 

Disponível em:

<https://brasilescola.uol.com.br/historiab/trafico-negreiro.htm>.

Acesso em: 4 ago. 2018.


Sobre a relação entre a formação do Brasil como país e a escravidão, é correto afirmar que

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Ano: 2018 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2018 - UNICENTRO - Vestibular - PAC - 2ª Etapa |
Q1403032 História

A escravidão negra era duplamente lucrativa: ao nível da circulação da mercadoria humana, permitindo a acumulação por parte da burguesia traficante, e ao nível da produção. Ao ser vendido como mercadoria, o africano trazia lucros enormes para o comerciante, ao contrário do indígena, cuja escravização seria um negócio local, interno. (ALENCAR et al. 2002. p. 25).
A adoção da escravidão negra, no Brasil, resultou

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Q1401768 História

Muitos aspiram à condição de senhor de engenho, porque se trata de um título que traz consigo a possibilidade de ser servido, obedecido e respeitado.

ANTONIL, A. J. Cultura e opulência do Brasil. Belo Horizonte-São Paulo: Itatiaia-Edusp, 1982 (adaptado).


Quanto à organização da sociedade colonial brasileira, para ocupar a posição social descrita, era necessário

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Q1399762 História

Considere as informações abaixo sobre o tráfico de africanos escravizados:Pela rota transaariana, controlada por comerciantes mulçumanos do norte da África, circularam entre os anos650 e 1910 cerca de 9.000.000 de escravos, numa média anual de 7100 indivíduos traficados.Pela rota transatlântica, controlada pelos europeus cristãos, circularam entre os anos 1450 e 1900 cerca de 11.700.000 escravos, numa média anual de 26000 indivíduos traficados.

Fonte:M ́BOKOLO, Elikia. África Negra. História e civilizações. São Paulo/Salvador: EdUFBA/Casa das Áfricas, 2009.

A partir da leitura dessas informações é CORRETO afirmar que o tráfico de africanos escravizados

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Q1399759 História

Na carta de Pero Vaz de Caminha, afirma-se que a terra"em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo."


Essa carta ficou três séculos depositada em um arquivo em Portugal. Apenas em 1817 foi publicada por historiadores interessados, no contexto da independência, em contar a história brasileira e que por isso endossaram aquela descrição do lugar que veio a se tornar o Brasil.

No século XX, contudo, foi lida como uma fonte para entender o imaginário dos navegantes sobre a América e não como uma descrição fidedigna da terra a que os portugueses chegaram.

Considerando o trecho da referida carta e as informações disponibilizadas é CORRETO afirmar que:

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Ano: 2018 Banca: Esamc Órgão: Esamc Prova: Esamc - 2018 - Esamc - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1390475 História

Leia as informações para responder à questão:


Imagem associada para resolução da questão


[...] nas últimas décadas do século XVIII, a sociedade mineira entrava em uma fase de declínio, marcada pela queda contínua da produção de ouro e pelas medidas da Coroa no sentido de garantir a arrecadação do quinto. [...] Em sua grande maioria [os inconfidentes] constituíam um grupo da elite colonial, formado por mineradores, fazendeiros, padres envolvidos em negócios, funcionários, advogados de prestígio e uma alta patente militar [...].

(FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 100.)


Imagem associada para resolução da questão


De todos os movimentos de revolta que eclodiram no Brasil colonial, a Conjuração baiana de 1798 foi o mais abrangente em termos dos objetivos políticos, da abertura à participação das camadas populares e dos ideais de mudanças sociais propostos. Assim como os inconfidentes mineiros, os conjurados baianos defendiam a emancipação política do Brasil através do rompimento do pacto colonial. Mas foram mais além, ao propor profundas mudanças sociais como a abolição dos privilégios vigentes que garantissem a igualdade entre os homens, de diferentes raças e cor, e o fim da escravidão.

(Conjuração Baiana teve grande participação popular.

Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/ conjuracao-baiana-revolta-dos-alfaiates-teve-grande-participacao-popular.htm.

Acesso em: 15 ago. 2018, às 17h40.)


Tomando por base as informações e o contexto por elas retratado, julgue os itens:

I. A ausência de negros na primeira imagem, bem como as vestimentas dos participantes, aponta para o caráter elitista da Conjuração Mineira, em oposição ao caráter popular da rebelião na Bahia, na qual os principais líderes eram negros.

II. Apesar de ambas as conspirações terem sofrido influências comuns, como a dos ideais iluministas, enquanto a Mineira apresentou caráter econômico, a Baiana apresentou um conteúdo social.

III. Apesar das diferenças em relação aos participantes, ambas as conspirações apresentaram a abolição da escravidão como um princípio básico de seus projetos políticos e sociais.


Está (ão) correto (s):

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Ano: 2018 Banca: UCPEL Órgão: UCPEL Prova: UCPEL - 2018 - UCPEL - Vestibular |
Q1363125 História
O Brasil foi o país americano que mais recebeu escravos vindos da África e a forte presença negra fez com que houvesse uma multiplicidade de relações sociais, culturais e de poder com os brancos. Nesse contexto, a bipolarização proprietário-propriedade não é capaz de explicar os espaços de convivência e de resistência construídos pelos negros ao longos dos mais de trezentos anos de escravidão.
Um exemplo de situação que ocorria no Brasil escravocrata e que contesta a visão tradicional sobre a escravidão e o papel do negro na sociedade brasileira é:
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Q1344083 História
A tabela abaixo apresenta a movimentação do tráfico transatlântico de escravos entre 1501 e 1866, de acordo com a região de desembarque.
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: The Trans-Atlantic Slave Trade Database. Disponível em:< http://www.slavevoyages.org/assessment/estimates>. Acesso em: 24 mar. 2018. (adaptado)

Marque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas a seguir.

(  ) A descoberta do ouro na região das Minas Gerais (1696) explica o significativo incremento no volume de africanos desembarcados nos portos do Brasil a partir do último quarto do século XVII.
(  ) A independência do Haiti e a abolição da escravidão na ilha não representou uma redução da participação do Caribe francês nos circuitos do tráfico transatlântico de escravos.
(  ) A concorrência das colônias inglesas, francesas e holandesas não retirou do Brasil o monopólio da produção de açúcar a partir da segunda metade do século XVII. Este aspecto fica evidente na participação das respectivas regiões no volume do tráfico atlântico até o final do século XVIII.
(  ) Em 1831, como resultado da pressão do governo inglês, passou a vigorar no Império do Brasil a chamada “L i F ijó” qu d cr tou a xtinção do tráfico atlântico na r gião. ontudo, os dados indicam que o comércio negreiro seguiu plenamente ativo até a sua proibição definitiva em 1850 (“Lei Eusébio de Queiroz”).

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2018 - EINSTEIN - Vestibular 2019 - Prova 1 |
Q1339202 História

Crise do sistema colonial é, portanto, aqui entendida como o conjunto de tendências políticas e econômicas que forcejavam no sentido de distender ou mesmo desatar os laços de subordinação que vinculavam as colônias ultramarinas às metrópoles europeias.


           (Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808), 1981.)


A crise mencionada no texto pode ser associada, entre outros fatores,

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Ano: 2018 Banca: ASPEUR Órgão: FEEVALE Prova: ASPEUR - 2018 - FEEVALE - Vestibular de Verão - Prova Objetiva |
Q1333940 História

“A partir do século XVI, a empresa colonial giraria em torno da cana: a formação de vilas e cidades, a defesa de territórios, a divisão de propriedades, as relações com os diferentes grupos sociais e até a escolha da capital. [...] No entanto, a despeito das tentativas da metrópole de controlar a colônia, a descentralização era evidente. O centro da vida, o local de mando e de hierarquia permanecia retido, real e simbolicamente, em torno da casa-grande e do engenho.”


(SCHWARCZ, Lília; STARLING, Heloisa. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015)



Sobre o Brasil no período colonial, assinale verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações que seguem.


( ) O Brasil já teve várias capitais, sendo a primeira, Salvador, na Bahia. Sua escolha se deveu ao fato de ser o Nordeste a principal região açucareira à época.

( ) Os engenhos eram as regiões para onde iam aqueles que fugiam da situação de escravização, organizando espaços de resistência.

( ) O modelo da chamada “civilização do açúcar” era baseado na monocultura, no latifúndio e na escravização.


Marque a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo

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Ano: 2018 Banca: Cepros Órgão: CESMAC Prova: Cepros - 2018 - CESMAC - Processo Seletivo Tradicional- 2019.1- AGRESTE |
Q1331570 História
Na época da colonização, a escravidão influenciou a economia alagoana, pois os escravos:
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Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2018 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q1328913 História
       Para doze anos compreendidos entre 1776 e 1807 — 1776, 1777, 1789, 1796 e 1800-1807 — temos dados suficientes para medir as exportações do algodão brasileiro para Portugal e suas reexportações. Durante esses anos, foram embarcadas para o reino 5 433 087 arrobas, mais de três quartos das quais (76,1%) foram enviados para mercados estrangeiros, principalmente a Inglaterra (55,4%) e a França (31,2%). Entre 1781 e 1792, a parte do Brasil no mercado inglês de algodão em rama aumentou de 5,8 para mais de 30%. Por volta de 1800, o algodão representava 28% do valor das reexportações portuguesas de produtos oriundos do Brasil.
(Dauril Alden. “O período final do Brasil colônia: 1750-1808” In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina: a América Latina colonial, vol. II, 1999. Adaptado.)

O excerto faz uma descrição abrangente
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Ano: 2018 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2018 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências humanas |
Q1284437 História
No Brasil, como em outras partes, os escravos negociaram mais do que lutaram abertamente contra o sistema. Trata-se do heroísmo prosaico de cada dia. “Apesar das chicotadas, das dietas inadequadas, da saúde seriamente comprometida ou do esfacelamento da família pela venda, os escravos conseguiram viver seu dia a dia”, conforme analisou Sandra Graham. “Relativamente poucos, na verdade, assassinaram seus senhores, ou participaram de rebeliões, enquanto a maioria, por estratégia, criatividade ou sorte, ia vivendo da melhor forma possível”. Como verbalizaram os próprios escravos, no Sul dos Estados Unidos, “os brancos fazem como gostam; os pretos, como podem”. (REIS. 1989. p 14).
O estabelecimento do modelo escravista brasileiro perpassou a época colonial e adentrou pelo período imperial, refletindo-se desde a época republicana até a contemporaneidade. Em relação a este processo, pode-se inferir que a
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: UNIVESP Prova: VUNESP - 2018 - UNIVESP - Vestibular 2 semestre |
Q1280706 História

Observe a obra a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Domingos Jorge Velho em tela de Benedito Calixto (1903)

Acervo do Museu Paulista


Em tela pintada muito tempo depois da morte do paulista Domingos Jorge Velho, é possível afirmar que o bandeirante foi representado de forma

Alternativas
Q1272679 História
Pertinente ao processo de ocupação do território brasileiro pelos portugueses durante o Período Colonial, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
101: C
102: B
103: D
104: B
105: A
106: E
107: C
108: B
109: D
110: D
111: B
112: A
113: E
114: E
115: C
116: C
117: D
118: C
119: A
120: A