Questões de Vestibular Sobre história geral em história

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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268383 História
A consciência do passado, relativa a todo ser humano, vem do fato de que, em algum momento de nossas vidas, tivemos contatos com pessoas mais velhas. Em algumas sociedades, o conhecimento desse passado é um padrão para o presente, de maneira que copiando sempre as gerações anteriores essas sociedades deixaram de conceber inovações e, em consequência, de se transformarem com o tempo, sendo, por isso, sociedades “sem história” ou “a-históricas”.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268382 História
Em que pese o fato de o passado ser imutável, considerando-se que o historiador é parte da humanidade e que seu ponto de vista é condicionado pelas circunstâncias, pode-se admitir que o passado objetivado é, de alguma maneira, também modificado em função das perguntas do presente.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268381 História
A evidência em História nunca é um dado meramente objetivo, visto que pressupõe escolhas variadas que se transformam no tempo e no espaço, sofrendo uma permanente influência da memória.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268380 História

O texto do historiador é da ordem do conhecimento: trata-se de um saber que se desdobra e se expõe. Ele procura a razão do que se passou: dá explicações e apresenta argumentos. Recorre a conceitos, cujo processo de elaboração não é homogêneo, de qualquer modo, serve-se de noções. Trata-se de um texto relativamente abstrato; caso contrário, ele perderia qualquer pretensão a certa cientificidade. Por outro lado, ele procede a uma análise: estabelece distinções, divide em partes, descreve todos os pormenores para levar em consideração, em melhores condições, o que é a generalidade e a especificidade, além de exprimir em que aspecto e por que motivo o objeto de estudo difere de outros objetos semelhantes e, apesar disso, diferentes. Além de ser inevitável, a abstração é indispensável. A história se faz refletindo e, escrevê-la, é uma atividade intelectual. (PROST, 2008, p. 244).


A análise do texto e os conhecimentos sobre o que é História permitem afirmar:


Ao escrever um texto, o historiador deve estar imbuído do propósito de que precisa narrar os fatos como realmente aconteceram e, somente dessa forma, a História pode ser considerada científica.

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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268379 História

O texto do historiador é da ordem do conhecimento: trata-se de um saber que se desdobra e se expõe. Ele procura a razão do que se passou: dá explicações e apresenta argumentos. Recorre a conceitos, cujo processo de elaboração não é homogêneo, de qualquer modo, serve-se de noções. Trata-se de um texto relativamente abstrato; caso contrário, ele perderia qualquer pretensão a certa cientificidade. Por outro lado, ele procede a uma análise: estabelece distinções, divide em partes, descreve todos os pormenores para levar em consideração, em melhores condições, o que é a generalidade e a especificidade, além de exprimir em que aspecto e por que motivo o objeto de estudo difere de outros objetos semelhantes e, apesar disso, diferentes. Além de ser inevitável, a abstração é indispensável. A história se faz refletindo e, escrevê-la, é uma atividade intelectual. (PROST, 2008, p. 244).


A análise do texto e os conhecimentos sobre o que é História permitem afirmar:


Em História, conceitos e noções são necessários e não estão sujeitos à sua verificação em uma temporalidade e situação específicas.

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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268378 História

O texto do historiador é da ordem do conhecimento: trata-se de um saber que se desdobra e se expõe. Ele procura a razão do que se passou: dá explicações e apresenta argumentos. Recorre a conceitos, cujo processo de elaboração não é homogêneo, de qualquer modo, serve-se de noções. Trata-se de um texto relativamente abstrato; caso contrário, ele perderia qualquer pretensão a certa cientificidade. Por outro lado, ele procede a uma análise: estabelece distinções, divide em partes, descreve todos os pormenores para levar em consideração, em melhores condições, o que é a generalidade e a especificidade, além de exprimir em que aspecto e por que motivo o objeto de estudo difere de outros objetos semelhantes e, apesar disso, diferentes. Além de ser inevitável, a abstração é indispensável. A história se faz refletindo e, escrevê-la, é uma atividade intelectual. (PROST, 2008, p. 244).


A análise do texto e os conhecimentos sobre o que é História permitem afirmar:



O texto do historiador, se almeja algum critério de cientificidade, sendo relativamente abstrato e da ordem do conhecimento, manifesta-se por sinais exteriores relacionados às evidências, de maneira que são sempre importantes as notas de rodapé que garantem o elemento de prova e a possibilidade de verificação.

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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268377 História
A irredutível originalidade da história, quando comparada com as demais ciências humanas, consiste essencialmente na permanente consideração dos acontecimentos em seu desenvolvimento cronológico. O espírito da sociologia (à semelhança do que sucede às outras ciências do homem) distingue-se do “espírito histórico”, antes de tudo, por uma atitude diferente, por uma exigência diferente em relação à cronologia. Para um historiador não é essencial o desenrolar de um fato, mas sua verificação num momento dado. (GLÉNISSON, 1986, p. 28-29).
De acordo as ideias do texto, pode-se afirmar:

Considerar o acontecimento em sua dimensão cronológica é estabelecer que, desde as suas origens remotas, a História esteve sempre ligada aos calendários.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268376 História
A irredutível originalidade da história, quando comparada com as demais ciências humanas, consiste essencialmente na permanente consideração dos acontecimentos em seu desenvolvimento cronológico. O espírito da sociologia (à semelhança do que sucede às outras ciências do homem) distingue-se do “espírito histórico”, antes de tudo, por uma atitude diferente, por uma exigência diferente em relação à cronologia. Para um historiador não é essencial o desenrolar de um fato, mas sua verificação num momento dado. (GLÉNISSON, 1986, p. 28-29).
De acordo as ideias do texto, pode-se afirmar:

Afirmar que “para um historiador não é essencial o desenrolar de um fato, mas sua verificação num momento dado”, é, de alguma maneira, delimitar as fronteiras entre a História e as outras ciências do homem, já que essas também podem partir do fato para explicar o acontecimento.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268375 História
A irredutível originalidade da história, quando comparada com as demais ciências humanas, consiste essencialmente na permanente consideração dos acontecimentos em seu desenvolvimento cronológico. O espírito da sociologia (à semelhança do que sucede às outras ciências do homem) distingue-se do “espírito histórico”, antes de tudo, por uma atitude diferente, por uma exigência diferente em relação à cronologia. Para um historiador não é essencial o desenrolar de um fato, mas sua verificação num momento dado. (GLÉNISSON, 1986, p. 28-29).

De acordo as ideias do texto, pode-se afirmar:

Considerando-se que o historiador age em um tempo próprio da História, na prática historiográfica a dimensão temporal é algo incontornável ao seu ofício.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268374 História
A noção de que os fatos falam por si e a ideia de que contra fatos não há argumentos, presentes no imaginário do senso comum sobre a História, são dimensões cientificamente aceitas por todos os historiadores do século XX.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268373 História
O objeto da História é sempre o passado, de maneira que temas como a Revolução Francesa e a Revolução Russa nunca se relacionam nas mãos de historiadores profissionais.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268372 História
Ageração de historiadores alemães, franceses e ingleses no final do século XIX tinha uma visão bastante alargada da História, pensando muito além da política e incorporando as preocupações com a economia, a sociedade e a cultura, antecipando, em grande parte, os problemas colocados pela historiografia pós‑Annales.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268371 História
Ao incorporar os ventos da mudança soprados desde fins do século XVIII, a História no século XIX foi se profissionalizando e se tornando uma disciplina independente da Filosofia. A Filosofia do Iluminismo inventou leis naturais, universais e, às vezes trans-históricas, enquanto a historiografia desse século buscava o contingente, o particular e o individual, estabelecendo uma nova agenda através do alemão Leopold von Ranke.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268370 História
Diferindo do espírito essencialmente racionalista e analítico predominante entre os filósofos do Iluminismo, que pretendiam capturar o que havia de permanente e universal no passado, os filósofos D. Hume e J. G. Herder buscaram reconciliar a História com a mudança, o primeiro criticando a ideia de substância e o segundo buscando fazer com que a História renunciasse às caracterizações gerais.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268369 História
Contrariando a tendência geral da filosofia do Iluminismo, Voltaire retornou ao princípio de que o objeto da História é o fato único, não se preocupando em desvelar o que seria imanente e regular no desenvolvimento da humanidade.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268368 História
Entre os filósofos do Iluminismo, considera-se que natureza e história formam um todo impossível de desfazer de maneira arbitrária, sendo necessária a aplicação do método universal da razão para que se tente descobrir o fundamento puramente “imanente” de um e de outro campo de conhecimento.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268367 História
No final da Idade Média, uma das principais tarefas dos historiadores renascentistas foi recolocar o homem no centro do pensamento. Com efeito, Maquiavel retomou a concepção histórica de Tito Lívio, pondo o homem no centro, mas o homem despido de paixões e de impulsos próprios da concepção cristã de História.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268366 História
Considerando-se sua dimensão revolucionária, a historiografia cristã e medieval rompe totalmente com a tradição historiográfica herdada da Antiguidade greco-romana, especialmente naquilo que se pode considerar o desprezo do cristianismo pelos fatos históricos e seu apego cego aos dogmas da fé e à especulação teológica.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268365 História
Entre as principais contribuições da historiografia cristã ao pensamento histórico em geral, no século VI, encontra-se a adoção de uma estrutura cronológica universal, que datava tudo para frente ou para trás, em relação ao nascimento de Cristo.
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Vestibular de História |
Q1268364 História
Entre os cristãos, na Alta Idade Média, a doutrina metafísica de substância da filosofia greco-romana foi substituída pela ideia de criação, significando uma alteração profunda na forma como os homens pensavam a temporalidade.
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Respostas
1941: E
1942: C
1943: C
1944: E
1945: E
1946: C
1947: E
1948: C
1949: C
1950: E
1951: E
1952: E
1953: C
1954: C
1955: E
1956: C
1957: E
1958: E
1959: C
1960: C