Questões de Vestibular
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Leia este fragmento.
"Todos falam de paz e armistício. Todos esperam. Se for outra decepção, eles vão se desmoronar. As esperanças são muito fortes; é impossível destruí-las sem uma reação brutal. Se não houver paz, então haverá revolução."
Fonte: REMARQUE, Erich Maria. Nada de novo no front. São Paulo: L&PM Pockets, 2004
Esse fragmento evidencia que:
Vossas Altezas como Católicos cristãos e príncipes amantes da Santa fé cristã e inimigos da seita de Maomé e de todas idolatrias e heresias pensaram de enviar-me a mim, Cristóvão Colombo, à Índia e ordenaram que eu não fosse por terra ao Oriente, por onde se costumam andar, mas pelo caminho de Ocidente. Assim, que depois de haverem expulsado os judeus de todos os vossos Reinos e Senhorios, no mesmo mês de janeiro, mandaram Vossas Altezas a mim, que com armada suficiente me fosse as ditas partes da Índia; e para isso me fizeram grandes mercês e me enobreceram. (Diario de a bordo, 2010. Adaptado.)
Em seu diário, Cristóvão Colombo menciona
(“Na Hungria, Merkel e Orbán celebram fim da Cortina de Ferro e defendem Europa ‘unida’”. https://internacional.estadao.com.br, 19.08.2019. Adaptado.)
A comemoração citada no excerto faz referência
(Alcir Lenharo. Nazismo, o triunfo da vontade, 1986.)
O trecho analisa a atuação das SS, tropas nazistas, e estabelece um vínculo entre sua
Todo processo de industrialização é necessariamente doloroso, porque envolve a erosão de padrões de vida tradicionais. Contudo, na Grã-Bretanha, ele ocorreu com uma violência excepcional, e nunca foi acompanhado por um sentimento de participação nacional num esforço comum, ao contrário do que se pode observar em países que atravessam uma revolução nacional. Sua única ideologia foi a dos patrões.
Todo processo de industrialização é necessariamente doloroso, porque envolve a erosão de padrões de vida tradicionais. Contudo, na Grã-Bretanha, ele ocorreu com uma violência excepcional, e nunca foi acompanhado por um sentimento de participação nacional num esforço comum, ao contrário do que se pode observar em países que atravessam uma revolução nacional. Sua única ideologia foi a dos patrões.
(Charles Parain et al. Sobre o feudalismo, 1973. Apud Hamilton M. Monteiro. O feudalismo: economia e sociedade, 1987.)
No âmbito da Idade Média ocidental, o texto caracteriza

Sobre a máquina a vapor utilizada na Revolução Industrial, é correto afirmar que:
A história da Revolução francesa, como a própria Revolução, apaixonou multidões. Por um século essas paixões tornaram difícil qualquer estudo objetivo, e ainda hoje têm influência sobre a historiografia revolucionária. A história da Revolução foi por muito tempo uma arma nas lutas políticas do século XIX — em tais condições foram valorizados certos problemas e deixados de lado outros igualmente importantes.
Fonte: GODECHOT, Jacques. As grandes correntes da historiografia da Revolução Francesa, de 1789 aos nossos dias. In: Revista de História. v. 39 n. 80, 1969.
De acordo com esse trecho, é correto afirmar que:
(Philip Jenkins. Breve historia de Estados Unidos, 2017. Adaptado.)
O excerto descreve a situação histórica dos Estados Unidos, marcada pela
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 2016.)
O excerto do livro Linhagens do Estado absolutista descreve
Pertencente ao Museu Nacional de Roma, o Discóbolo Lancellotti assinala
LE GOFF, Jacques. O Apogeu da Cidade Medieval. São Paulo, Martins Fontes, 1992. p.58.
Em relação ao trabalho, a cidade feudal diferia do campo, entre outras razões, por:
(Philip Jenkins. Breve historia de Estados Unidos, 2017. Adaptado.)
O excerto descreve as relações comerciais no Império Britânico em meados do século XVIII, referindo-se
(Marina de Mello e Souza. Além do visível: Poder, Catolicismo e Comércio no Congo e em Angola (Séculos XVI e XVII), 2018. Adaptado.)
O episódio é relatado pelo padre Serafim de Cortona em um documento escrito em 1658 sobre Njinga, rainha de territórios do interior da África. Para o sacerdote,
(Jacques Le Goff. Por amor às cidades, 1998.)
O direito de banalidade derivava
O avanço das culturas sul-americanas nas zonas tropicais africanas conhece três etapas. Num primeiro tempo, a América exporta mandioca através da Guanabara e do litoral vicentino. Numa segunda etapa, a mandioca, o milho, a batata-doce e frutas sul-americanas passam a ser plantados nas terras africanas. Num terceiro tempo, tais culturas espalham- -se pelos sertões africanos. O uso do milho e da mandioca como ração dos povos da região permitiu que os guerreiros negreiros dilatassem suas áreas de captura. Roças de mandioca e milho são abertas nas áreas de parada e descanso dos bandos, facilitando o transporte terrestre de um maior número de cativos do sertão.
(Luiz Felipe de Alencastro. O trato dos viventes, 2000. Adaptado.)
O historiador