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A recuperação econômica japonesa após a II Guerra Mundial é um fato que merece atenção e análise até os dias de hoje. Além da derrota na guerra, o país perdeu territórios que tinha colonizado, como da Coreia, Manchúria e de parte da China, e ainda teve duas cidades completamente dizimadas com bombas atômicas. Diante dessa realidade, o povo japonês tinha de lidar com a humilhação pública de ter sido derrotado, algo que conta muito para os costumes do país. Assim, era preciso que a economia voltasse rapidamente a crescer.
Fonte: www.coisasdojapao.com (adaptado). Acesso em 2020.
Um dos principais fatores que marcaram a recuperação japonesa após a Segunda Guerra Mundial foi:
Entre as principais características da Segunda Revolução Industrial estão:

Policiais londrinos protegendo-se da Gripe Espanhola, em 1918.

Cuidados para combater a Gripe Espanhola.
(Extraído: https://osdivergentes.com.br/orlando-brito/trespandemias)
A pandemia provocada pela Gripe Espanhola, eclodida no ano de 1918, e responsável pela morte de mais de 20 milhões de pessoas, esteve relacionada ao seguinte contexto histórico:
(BRUIT, Héctor H. O Imperialismo. Atual Editora. 2a edição. SR 1987. p. 34 .)

Atom ada de BacNinh, na China, pelos franceses em 1884. Wikipédia.
Em meados do século XIX, o vasto território chinês e seu império milenar quase completamente isolado do mundo foram “abertos” às nações imperialistas, atraídas por suas imensas potencialidades. Pode ser assinalada como uma potencialidade chinesa:
“Vivemos sob uma forma de governo que não se baseia nas instituições de nossos vizinhos; ao contrário, servimos de modelo a alguns ao invés de imitar outros. Seu nome, como tudo depende não de poucos, mas da maioria, é democracia. Nela, enquanto no tocante às leis, todos são iguais para a solução de suas divergências privadas; quando se trata de escolher (se é preciso distinguir em qualquer setor), não é o fato de pertencer a uma classe, mas o mérito, que dá acesso aos postos mais honrosos; inversamente, a pobreza não é razão para que alguém, sendo capaz de prestar serviços à cidade, seja impedido de fazê-lo pela obscuridade de sua condição.”
(TUCÍDIDES. Discurso Fúnebre de Péricles, p.37 e 38)
Sobre a democracia ateniense definida no Discurso Fúnebre de Péricles, afirma-se:
I. O orador caracteriza a democracia ateniense como um regime de igualdade jurídica e social, pois as diferenças de riquezas entre os cidadãos não constituíam obstáculo para sua participação nos negócios do Estado.
II. Ao afirmar que é o “mérito” que “dá acesso aos postos mais honrosos”, Péricles dá uma definição de democracia ateniense que valorizava o indivíduo frente ao coletivo, especialmente aqueles que se destacavam dos demais por sua superioridade.
III. Ao definir o regime democrático, Péricles não aborda a questão da exclusão das mulheres, dos escravos e dos estrangeiros do direito à participação política, situação que limitava a democracia ateniense em comparação com os regimes atuais.
IV. Quando fala em “prestar serviços à cidade”, um dos elementos que Péricles não pode incluir nessa categoria é a eleição de representantes legislativos, na medida em que a participação política era direta.
Estão corretas apenas as afirmativas
— De volta à França, Bonaparte é visto como o salvador por toda uma facção, mas também por um grande número de capitalistas. Ele, por sua vez, prepara o golpe de Estado, um golpe de Estado militar que acontece no dia 18 Brumário do ano VIII (9 de novembro de 1799), após o que os deputados são afastados e ele assume o cargo de primeiro cônsul. Um poder que ele vai consolidar entre 1800 e 1804, até se tornar imperador.
— Então é o fim da Revolução?
— Não e sim.
(Michel Vovelle. A Revolução Francesa explicada
à minha neta, 2007. Adaptado.)
A ambiguidade da última frase é explicada pelo fato de que Napoleão Bonaparte
(Ciro F. S. Cardoso. O Egito Antigo, 1982. Adaptado.)
O texto ajuda compreender o motivo de, no Egito Antigo, as práticas religiosas
(Fernando Seffner. Da Reforma à Contrarreforma, 1993.)
Da afirmação, depreende-se que o calvinismo
(Maria Sonsoles Guerras. Os povos bárbaros, 1987. Adaptado.)
Apesar de “perigosa”, essa política do Império Romano apresentou, como vantagem,
Trecho do Manifesto do Partido Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels – 1848
Sobre o contexto histórico e as propostas de Marx e Engels considere as seguintes afirmações:
I. O Manifesto do Partido Comunista foi escrito às vésperas das Revoluções de 1848, as quais abalaram os setores mais conservadores da Europa, preocupada em barrar o avanço das transformações iniciadas com a Revolução Francesa de 1789. II. Assim como em 1871 na Comuna de Paris; em 1848, a classe operária europeia tornara-se protagonista nos movimentos revolucionários críticos do modelo capitalista e da sua exploração do trabalho. III. Conhecida como a Primavera dos Povos, as Revoluções de 1848 uniram anarquistas, comunistas e socialistas em torno de um projeto essencialmente marxista, culminando em ações revolucionárias nas principais capitais europeias. IV. Na construção de sua teoria, Marx e Engels reapropriam-se criticamente da filosofia alemã, em especial Hegel, das reflexões dos socialistas utópicos, da teoria econômica inglesa e da prática política dos movimentos sociais e operários europeus.
“Os humanistas, num gesto ousado, tendiam a considerar como mais perfeita e mais expressiva a cultura que havia surgido e se desenvolvido no seio do paganismo, antes do advento de Cristo. A Igreja, portanto, para quem a história humana só atingira a culminância na Era Cristã, não poderia ver com bons olhos essa atitude.”
(SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. São Paulo: Unicamp, 1988. p.14)
Quanto aos humanistas, podemos dizer que