Questões de Vestibular Sobre conhecimentos gerais
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Que País é Esse
Nas favelas e no senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita
A Constituição
Mas todos acreditam
No futuro da nação...
Que país é esse?
[...]
Na Amazonia
E no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
No Mato Grosso
E nas Gerais
E no Nordeste tudo em paz
Na morte eu descanso
Mas o sangue anda solto
Manchando os papéis
Documentos fiéis
Ao descanso do patrão...
Que país é esse?
[...]
Terceiro mundo, se for
Piada no exterior
Mas o Brasil vai ficar rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos índios num leilão...
(RUSSO, 2019)
Assim, a preocupação ecológica

CAO. Jornal de Santa Catarina, 24 ago. 2009 (adaptado).
A violência não é fato inédito em nossa cinematografia. Na fase silenciosa de nosso cinema, crimes e criminosos famosos foram retratados nas telas brasileiras em realizações como: Os estranguladores do Rio (1906), Rocca, Carleto e Pegatto na casa de detenção (1906), A mala sinistra (1908), O crime da mala (1908), O crime da Paula Matos (1913), O crime de Banhados (1913), Dioguinho (1916), O crime de Cravinhos (1920).
RAMOS, P. R. A imagem, o som e a fúria: a representação da violência no documentário brasileiro. Estud. Av., n. 61, set./dez. 2007.
O avanço das empresas e a expansão do capital sobre a Amazônia atingem principalmente as populações indígenas. A destruição da floresta implica a destruição da cultura indígena, isto é, do próprio indígena. A relação do índio com seu território é uma relação vital. Sua cultura milenar está diretamente associada e dependente de tudo aquilo que compõe seu território: o clima, as plantas, os animais, os minerais, os rios. Introduzir modificações neste território é o mesmo que destruir sua cultura, fazer com que o índio desapareça com a própria floresta.
MARTINS, J. S. O poder do atraso: ensaios de sociologia da história lenta. São Paulo: Hucitec, 1994 (adaptado).
Em todo o mundo, as pessoas são mais afirmativas para exigir respeito pela sua identidade cultural. Muitas vezes, o que exigem é justiça social e mais voz política. Mas não é tudo. Também exigem reconhecimento e respeito. E importam-se em saber se eles e os filhos viverão em uma sociedade diversificada ou numa sociedade em que se espera que todas as pessoas se conformem com uma única cultura dominante.
PNUD. Relatório do desenvolvimento humano: liberdade cultural num mundo diversificado. Lisboa: Mensagem, 2004 (adaptado).
Após oito anos de vigência da Lei n. 11 340/2006, popularmente conhecida como Lei Maria da Penha, é possível detectar o crescimento da intolerância com qualquer tipo de violência, aliada à sensação de maior segurança proporcionada pela existência do instrumento legal.
Disponível em: www12.senado.gov.br. Acesso em: 9 ago. 2014.
As ligas camponesas
Foi na estreita faixa litorânea, especialmente na Zona da Mata sul-pernambucana, onde se travaram as lutas mais duras entre o movimento camponês e os grandes proprietários de terra. Na verdade, a face desse Nordeste dividido pelos conflitos sociais só se revelou na medida em que ocorreu uma profunda mudança no interior do sistema canavieiro, tendo como base a expulsão dos camponeses da terra.
AZEVEDO, F. A. As ligas camponesas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982 (adaptado).
Temos um grande desafio: construir uma sociedade igualitária em termos raciais, em que o preconceito não opere em nenhum nível das relações intersubjetivas. E, nessa tarefa, precisamos nos orientar por uma ética da responsabilidade, que considere as consequências das ações propostas.
FAZZI, R. C. O drama racial de crianças brasileiras: socialização entre pares e preconceito. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

O bumba meu boi do Maranhão é uma celebração múltipla que congrega diversos bens associados, como as performances dramáticas, musicais e coreográficas associadas aos bordados do boi e à confecção de instrumentos musicais artesanais, entre outros.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br.
Acesso em: 12 set. 2013 (adaptado).
As transformações geradas pelas descobertas tecnológicas das últimas décadas estão na base das mudanças que ocorrem no mundo hoje. A descoberta da informática e, sobretudo, os avanços extremamente rápidos que se seguiram nessa área, a partir da década de 1970, foram tão significativos para a humanidade que se decidiu igualar sua importância à da descoberta da máquina a vapor ou do tear mecânico e da divisão do trabalho, chamando-os de Terceira Revolução Industrial.
FERREIRA, J. S. W. Os contrastes da mundialização: a economia como instrumento de poder em um sistema internacional excludente. Disponível em: www.usp.br. Acesso em: 4 set. 2014.
O desenvolvimento dos direitos do homem passou por três fases: 1) os direitos de liberdade, isto é, direitos que tendem a limitar o poder do Estado e a reservar para o indivíduo uma esfera de liberdade em relação ao Estado; 2) os direitos políticos, que tiveram como consequência a participação cada vez mais ampla, generalizada e frequente no poder político; 3) os direitos sociais, com novas exigências e novos valores, como os do bem-estar e da igualdade não apenas formal.
BOBBIO, N. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (adaptado).
TEXTO 1
O ano era 1943. O cenário, um Brasil desenvolvimentista. Ainda que a maior parte da mão de obra se encontrasse no campo, os sindicatos e os trabalhadores da cidade já buscavam seus direitos com diferentes manifestações e greves. Getúlio Vargas era o presidente da República no período em que mais de 15 mil leis trabalhistas circulavam no país. Conquista para uns, jogo político para outros, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) é considerada até hoje um dos maiores avanços dos direitos sociais trabalhistas no país.
Fonte: TAVARES, Viviane. Consolidação das Leis Trabalhistas, criada por Vargas, completa 70 anos.
Agência Fiocruz de Notícias. Disponível em: <
https://agencia.fiocruz.br/consolida%C3%A7%C3%A3o-das-leis-trabalhistas-criada-por-vargascompleta-70-anos>. Acesso em 25 ago. 2019.
Texto 2

Fonte: Disponível em: <https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/02/aprovada-em-2017-
reforma-trabalhista-alterou-regras-para-flexibilizar-o-mercado-de-trabalho>. Acesso em 25 ago. 2019.