Questões de Vestibular
Sobre movimentos sociais, discriminação e desigualdade: raça, classe e gênero em conhecimentos gerais
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Observe a imagem.

Placa em estrada sul-africana: “Tome cuidado com os nativos”. Foto de 1960.
Disponível em: www.veja.abril.com.br/historia/apartheid. Acesso em 04/04/2010.
Sobre o Apartheid, é correto afirmar que:

A partir do enunciado, podemos concluir que há um uso político na maneira de classificar a população, já que
Considerando o cotidiano dos escravos domésticos, é correto afirmar:
(Dom Hélder Câmara, arcebispo brasileiro.)
Sobre os movimentos sociais no Brasil, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em conseqüência da busca por demarcação e reconhecimento de suas terras, os povos indígenas ainda vivem situações de conflitos. ( ) A frase de Dom Hélder sintetiza os movimentos sociais dos trabalhadores urbanos e rurais no Brasil: é impossível tornar os sonhos coletivos em realidade. ( ) Os escravos negros resistiram à escravidão, muitos deles conseguiram fugir e fundaram os quilombos, criando uma nova ordem de relações sociais. ( ) A modernização das relações de trabalho no campo brasileiro contribuiu para a criação da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura congregando vários sindicatos rurais. ( ) Os movimentos sociais na cidade são formas de luta criada para reivindicar melhores condições de vida, como moradia e serviços de saúde.
Marque a seqüência correta.
“Pelo lado etnológico não é o jagunço todo e qualquer mestiço brasileiro. Representa-o em rigor o mestiço do sertão que soube acomodar as qualidades viris de seus ascendentes selvagens, índios ou negros, às condições sociais da vida livre e da civilização rudimentar dos centros que habita. Muito diferente é o mestiço do litoral que a aguardente, o ambiente das cidades, a luta pela vida mais intelectual do que física, uma civilização superior às exigências da sua organização física e mental, enfraqueceram, abastardaram, acentuando a nota degenerativa que já resulta do simples cruzamento de raças antropologicamente muito diferentes”.
RODRIGUES, R. Nina. As coletividades anormais. In: CAMPOS, Flavio de. Oficina de História: História do Brasil. São Paulo: Moderna, 1999. p. 202. Nina Rodrigues, no trecho acima reproduzido, assim interpreta a “questão da mestiçagem”: