Questões de Vestibular
Sobre conhecimentos gerais sobre arte e cultura em conhecimentos gerais
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O contexto e a descrição do estilo da época correspondem à arte
Além de ter ensejado o crescimento da chamada cultura jovem, a década de 1960 foi um período de rápidas mudanças sociais. Uma nova onda de feminismo foi complementada com a introdução da pílula anticoncepcional, que proporcionou às mulheres mais liberdade que nunca. Ao mesmo tempo, os jovens do mundo ocidental exploravam modos de vida alternativos, no que foi chamado de contracultura. Os hippies encamparam drogas psicoativas e artes “étnicas”, sobretudo na joalheria e no vestuário, de países africanos e asiáticos. E, pela primeira vez, o ateísmo e o secularismo passaram a ser lugar-comum no Ocidente. No entanto, apesar da tendência ao secularismo e ao realismo, os best-sellers literários do século 20 foram livros de fantasia: O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien (publicado em 1954, vendeu mais de 150 milhões de exemplares), e Harry Potter e a Pedra Filosofal (o 1º volume da série), de J. K. Rowling (publicado em 1997 e traduzido para mais de 65 idiomas, vendeu mais de 120 milhões).” (CHALTON, Nicola; MACARDLE, Meredith. A história do século 20 para quem tem pressa. Tradução Paulo Afonso. Rio de Janeiro: Valentina, 2017. p. 118-119).
Considerando o texto apresentado nesse enunciado e seus conhecimentos sobre o desenvolvimento sociocultural do mundo durante o século 20, é correto afirmar que:
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
O autor descreve um fenômeno histórico que
(José Lins do Rego. Meus verdes anos, 1957.)
José Lins do Rego nasceu na Paraíba, em 1901, e publicou a primeira edição de suas memórias em 1956. O escritor relembra o seguinte acontecimento significativo da história brasileira de que foi, quando criança, testemunha presencial:
“E no final, o amor que você recebe É igual ao amor que você faz.”
Referimo-nos a:

(Leonardo da Vinci: artista, cientista inventor, 2005.)
Comparando as obras analisadas, pode-se afirmar que Leonardo da Vinci, artista renascentista,
Atente para os excertos apresentados a seguir.
“(...) No Brasil atual, ainda se acredita que os amuletos estão associados a cultos afro-brasileiros, o que nem sempre é verdadeiro. Um caso clássico é o da figa. Vinculada a um passado escravista e, por isso, a uma origem africana, é um amuleto antiquíssimo, provavelmente da Europa mediterrânica, e que não teve só a função que hoje se conhece, de trazer sorte e proteger o usuário:(...) E mesmo vindo do Mediterrâneo, foi perfeitamente incorporado aos amuletos afro-brasileiros, evidenciando assim uma mistura de culturas”.
PAIVA, Eduardo França. Pequenos objetos, grandes
encantos. In: Revista Nossa História. Rio de Janeiro:
Biblioteca Nacional, ano 1, nº 10, agosto 2004. p.58-59
“(...) A abundância diversificada e o recrudescimento do devocionário privado no Brasil antigo explicam-se, antes de mais nada, pela multiplicidade dos estoques culturais presentes desde os primórdios da conquista e ocupação do novo mundo, onde centenas de etnias indígenas e africanas prestavam culto a panteões os mais diversos. Por se tratar de crenças e rituais condenados pelos donos do poder espiritual, tiveram de ocultar-se no recôndito das matas ou no secreto das casas”.
MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e
o calundu. in: História da vida privada no Brasil: Cotidiano
e vida privada na América portuguesa. São Paulo:
Companhia das Letras,1997, p.220.
A partir dos excertos acima, é correto afirmar que
Pelas águas do rio Reno, em algo mais que imaginação, passando sob pontes construídas pelos romanos e restauradas por heróis posteriores, passando por cidades e castelos cujos nomes soavam-me aos ouvidos como música, e cada uma das quais era tema de uma lenda, deixei-me levar por um encantamento como se me transportasse para uma época heroica, respirando uma atmosfera de cavalaria medieval.
SCOTT, F. J. A arte de embelezar o jardim das casas suburbanas. In: SCHAMA, S. Paisagem e memória. São Paulo: Cia. das Letras, 1996 (adaptado).
Os elementos da paisagem que foram marcantes na descrição apresentada estão relacionados ao(à)
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu que o patrimônio cultural brasileiro é composto também de bens de natureza imaterial, incluídos aí os modos de criar, fazer e viver dos grupos formadores da sociedade brasileira. Os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares, tais como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas.
IPHAN. O que é patrimônio imaterial? Disponível em: www.iphan.gov.br. Acesso em: 21 jul. 2014 (adaptado).
Qual dos bens apresentados representa o tipo de bem cultural citado no texto?
Em várias partes do Brasil, as danças folclóricas sobrevivem e são fundamentais sociologicamente. As danças folclóricas e regionais, que geralmente aconteciam nos fins de colheitas, são bons elementos para se ensinar os costumes, histórias orais e mesmo sobre épocas de plantio de algumas regiões.
GORZONI, P. Um povo que dança! Geografia, n. 33, out. 2010 (adaptado).
O folclore é a expressão da identidade de um povo, de uma região, de um país, na medida em que
Cada vez que uma guerra ou desastre natural ameaça o patrimônio histórico e artístico de um país, agentes do Escudo Azul, órgão internacional que tem o mesmo peso que a Cruz Vermelha nas Nações Unidas, entram em ação em missões de inspeção e resgate. Foi assim com a Primavera Árabe, o tsunami no Japão e o terremoto no Haiti.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 8 jul. 2015 (adaptado).
As ações citadas no texto objetivam
Construídas entre o fim do século XIX e início do século XX, as estações de trem perderam espaço ao longo do tempo. Com algumas exceções, as estações da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ganharam novas utilidades, e a maioria foi transformada em espaços culturais.
BACCHETTI, B. Estações de trem viram espaços culturais na RMC. Correio Popular, 14 abr. 2014.
A proposta identificada no texto valoriza aspectos ligados ao conceito de paisagem cultural, pois constitui um instrumento de
Ouro Preto, na região central de Minas, comemorou em 5 de setembro de 2010, trinta anos como patrimônio cultural da humanidade. O título foi concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na quarta sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em Paris, em 1980.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 9 ago. 2015 (adaptado).
Envelhecer é guardar tesouros culturais, testemunhos históricos, garantir patrimônios significativos da realidade de uma família, de um povo, de uma nação. São eles, os velhos, os anciãos, que carregam e transmitem a cultura às novas gerações, tornando o passado presente e, dessa forma, ajudam a assentar os tijolos da identidade cultural de um grupo social para a construção do futuro.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso em: 10 jul. 2015.

Disponível em: www.revistacontemporartes.com.br. Acesso em: 10 jul. 2015.
As denominações da brincadeira citada no texto expressam sua