Questões de Vestibular Sobre geografia
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O Brasil pode abrigar mais nove fábricas de automóveis, caso os projetos anunciados na edição de 2012 do Salão do Automóvel de São Paulo se confirmem. A lista é composta, em sua maioria, por tradicionais marcas europeias e asiáticas que estão de olho no crescente mercado brasileiro que, de acordo com analistas, poderá tornar-se o terceiro maior do mundo. Muitas delas tinham intenção de chegar apenas via importação, mas o programa anunciado pelo governo em outubro de 2012 coloca o carro estrangeiro em desvantagem competitiva. “Com o novo decreto do governo, quem quiser vender carro no Brasil terá de produzir aqui ou se limitar a uma cota de até 4800 carros ao ano”, diz um fabricante. Para os importados fora da cota, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será 30 pontos percentuais maior, o que torna muito difícil a concorrência.
(http://goo.gl/jzzUV. Acesso: 25/10/2012. Adaptado.)
As novas fábricas de automóveis a se instalarem no Brasil foram atraídas por uma combinação entre

(http://efeito-colateral.blogspot.com/2007_03_01_archive.html. Acesso: 11/04/2010.)
A figura expressa uma realidade socioespacial de segregação
O Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, também conhecido como Feira dos Paraíbas, é um pedacinho do Nordeste, no Rio de Janeiro. Há cerca de 700 barracas fixas que oferecem culinária típica, artesanato, trios e bandas de forró, dança, cantores e poetas populares, repente e literatura de cordel. O preço da entrada é simbólico e o local oferece boa infraestrutura, com pistas de dança, palcos para shows etc.
(http://goo.gl/ns2hO. Acesso: 21/06/2012. Adaptado.)
A existência de um centro de cultura nordestina no Rio de Janeiro revela
O tecnopolo é uma característica da produção industrial no capitalismo atual e que promove um reordenamento territorial da indústria. O tecnopolo situado na cidade de São Carlos – SP
Os tecnopolos têm promovido um reordenamento espacial das indústrias, objetivando a inserção, estratégica, no modelo atual da economia mundial, altamente competitiva e informacional. Na organização espacial das indústrias na cidade de São Carlos,
Governo publica regras do novo regime automotivo
O Brasil dará incentivos fiscais para montadoras com fábricas no país que invistam em inovação e produzam modelos de carros mais baratos, eficientes e ecológicos, segundo o novo regime automotivo anunciado em outubro de 2012. As novas regras estarão em vigor de janeiro de 2013 a dezembro de 2017, e preveem que o governo cobrará um imposto menor sobre os veículos com um mínimo de 65% de peças nacionais, que consumam menos combustível, que emitam menos gases poluentes, que sejam fruto de projetos de inovação no Brasil e que sejam mais baratos para o consumidor. As empresas que não atenderem os requisitos terão que pagar um imposto de pelo menos 30%, o mesmo cobrado das que importam automóveis de países que não fazem parte do Mercosul.
(http://goo.gl/SWbHc. Acesso: 05/10/2012. Adaptado.)
O novo regime automotivo reflete uma mudança na relação entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e as empresas privadas após a crise global de 2008, uma vez que

(http://efeito-colateral.blogspot.com/2007_03_01_archive.html. Acesso: 11/04/2010.)
A realidade retratada na figura indica a necessidade de se discutir uma solução para o
problema
Informações do relatório do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP, na sigla em inglês) revelam que o mundo está mais ecologicamente correto do que nunca. Em 2008, de acordo com esse relatório, foram investidos US$ 155 bilhões em energia limpa – quatro vezes mais do que o registrado em 2004. O Brasil tem lugar de destaque no documento, bem como a China e outros países que foram apontados como nações que mais investiram em energias limpas e renováveis em 2008.
A partir dessas informações,conclui-se que os países
O crescimento rápido de algumas cidades culmina no fenômeno da metropolização e, nos países pobres, caracteriza-se pela incapacidade de criação de empregos, seja na zona rural, seja em cidades pequenas e médias. Isso que força o deslocamento de milhões de pessoas para as cidades que polarizam a economia de cada país. Acrescente-se a isso o fato desses países, com raras exceções, apresentarem altas taxas de natalidade e, portanto, alto crescimento demográfico, formando o quadro que explica o rápido crescimento das metrópoles no mundo subdesenvolvido.
(http://goo.gl/c979T. Acesso: 09/04/2011. Adaptado.)
O fenômeno da metropolização nos países pobres é uma consequência da
Os tecnopolos (...) constituem os pontos de interconexão dos fluxos mundiais de conhecimento e informações, sendo interligados por uma densa rede de telecomunicações e computadores. São também os centros irradiadores das inovações tecnológicas.
Geralmente, situam-se em cidades pequenas e médias, longe dos antigos centros de industrialização, porém próximo das cidades mais importantes do mundo. Muitos localizamse na região metropolitana das cidades globais, como Tóquio, Londres, Paris, Los Angeles, São Francisco, etc. Dependem da infra-estrutura de transportes e telecomunicações dessas cidades, além de sua estrutura administrativa e financeira.
Neles encontram-se as indústrias da economia informacional, fortemente baseadas na microeletrônica: semicondutores (chips para computadores), informática (equipamentos e sistemas), robótica, telecomunicações e biotecnologia. Esses setores compõem a nova economia.
(MOREIRA, J.C. e SENE, E. Geografia para o Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2002, p 311 e 312 . Adaptado.)
Os tecnopolos se constituem em novas regiões industriais de tecnologia de ponta e exigem reordenamentos espaciais nas áreas onde se localizam, pois
A figura ilustra duas situações econômicas distintas através dos balões de ar.

Considerando-se as situações neste contexto, a análise comparativa econômica demonstra
que a China
No início de 2008, o governo do Reino Unido, finalmente, anunciou um programa para a construção de novas centrais energéticas nucleares. (...) Energia nuclear é, de longe, o meio mais efetivo de reduzir a emissão de dióxido de carbono (...). O importante é que as cidades exigem um fornecimento constante e econômico de eletricidade que até recentemente veio do carvão e do gás, mas esses recursos estão agora em declínio e não deixam nenhuma alternativa, além da energia nuclear. As megacidades que estão começando a emergir demandarão enormes fluxos de eletricidade e somente uma vigorosa e rápida expansão da energia nuclear poderá satisfazê-los num futuro próximo.
(LOVELOCK, J. Gaia: alerta final. S. P: Intrínseca.)
Para James Lovelock, uma alternativa para frear o aquecimento global é:
(D’ARAÚJO, M. C. A Era Vargas. R.J: Moderna, 1997, p. 50.)
I) A instalação de empresas de alta tecnologia em áreas do Nordeste, atraídas por investimentos públicos em ensino e pesquisa, tem criado tecnopolos caracterizados pela utilização da mão-de-obra qualificada da região. II) A nova organização espacial dos tecnopolos impulsiona o crescimento de cidades médias que apresentam boa infra-estrutura, centros de pesquisa formadores de mão-de-obra qualificada, bem como incentivos públicos. III) A região Sudeste tem apresentado uma nova regionalização industrial, a exemplo das indústrias de alta tecnologia na região do Vale do Paraíba e cidade de Campinas, em detrimento do tradicional ABC paulista.
Estão corretas as características:
Chile aposta em mercado brasileiro para crescer
De acordo com números de setembro de 2012 do Banco Central, o Chile ocupa a sexta posição entre os países com maior ingresso bruto de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil, respondendo por 3,9% do total, superando parceiros comerciais mais conhecidos, como a Argentina. “Há dez anos, o Chile não figurava sequer entre os 25 maiores investidores diretos no Brasil”, afirmou o Banco Central. Os investimentos diretos do Chile estão presentes de norte a sul do Brasil, em quinze estados, com destaque para o setor de energia, que responde por quase 35% do total investido, seguido de perto pela indústria, com 33%. Em junho de 2012, a fusão entre as líderes brasileira e chilena do setor criou a maior companhia aérea da América Latina, mostrando que há também interesse no setor de serviços.
(http://goo.gl/txgMQ. Acesso: 19/11/2012. Adaptado.)
O aumento do investimento direto de empresas chilenas no Brasil é parte de um movimento geral das economias dos países em desenvolvimento, que consiste na sua
Considerando-se a renda média dos circuitos superior e inferior, constata-se que ela é
Em relação às fontes energéticas para conterem o aumento da temperatura global, tornou-se urgente
No estudo sobre energia solar, três estudantes fizeram as seguintes afirmativas.
Aline: “O Sol é nossa principal fonte de energia, e a origem dessa energia vem das reações nucleares que ocorrem em seu interior”.
Bárbara: “A energia emitida pelo Sol tem origem na ação gravitacional à qual os átomos que compõem o Sol estão submetidos”.
Júlia: “A energia emitida pelo Sol se manifesta de diversas formas, e ele pode ser considerado uma fonte de energia renovável”.
Estão corretas as afirmativas feitas por:

A figura exibe um cenário característico de muitos espaços que se urbanizam rapidamente.
Dentre as inúmeras transformações socioeconômicas e ambientais, ocorridas nas
paisagens urbanas e promovidas pelo crescimento exagerado das cidades, apresenta-se
um
Além de terem nascido com mais força no Sudeste, as atividades industriais tenderam à concentração espacial nessa região, devido a dois fatores: à complementaridade industrial – as indústrias de autopeças tendem a se localizar próximo às automobilísticas, às petroquímicas, próximo às refinarias, e à concentração de investimentos públicos de infra-estrutura industrial. Atualmente, seguindo uma tendência de descentralização já verificada nos países desenvolvidos, assiste-se a um processo de deslocamento das indústrias em direção às cidades médias do interior.
(SENE, E. e MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. São Paulo: Scipione, 1998.)
Qual é o principal motivo que explica a migração dessas indústrias para o interior?