Questões de Vestibular Sobre geografia
Foram encontradas 6.000 questões
Um conjunto de escolas revelado pelo novo IDEB mostra que, com esforço e disciplina, dá para cumprir metas e alcançar a excelência.
Poucos indicadores são tão cruciais para o avanço do país quanto o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), termômetro do ensino que produz a mais abrangente e precisa radiografia sobre a sala de aula brasileira. A última leva de dados, divulgada na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que houve avanços nos dois últimos anos, mas adverte - com festival de notas vermelhas para estados, municípios e escolas - que a distância entre o Brasil e os melhores do mundo é ainda longa.
Investimento em educação, além de estar relacionado com a qualidade da força de trabalho, também reflete-se na cidadania e na qualidade de vida da população.
Um conjunto de escolas revelado pelo novo IDEB mostra que, com esforço e disciplina, dá para cumprir metas e alcançar a excelência.
Poucos indicadores são tão cruciais para o avanço do país quanto o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), termômetro do ensino que produz a mais abrangente e precisa radiografia sobre a sala de aula brasileira. A última leva de dados, divulgada na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que houve avanços nos dois últimos anos, mas adverte - com festival de notas vermelhas para estados, municípios e escolas - que a distância entre o Brasil e os melhores do mundo é ainda longa.
A excelência, abordada no subtítulo do texto, só pode ser alcançada por instituições de ensino privadas. As escolas públicas do país estão sucateadas e, portanto, sem condições de alcançarem um ensino básico de qualidade.
Um conjunto de escolas revelado pelo novo IDEB mostra que, com esforço e disciplina, dá para cumprir metas e alcançar a excelência.
Poucos indicadores são tão cruciais para o avanço do país quanto o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), termômetro do ensino que produz a mais abrangente e precisa radiografia sobre a sala de aula brasileira. A última leva de dados, divulgada na semana passada pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que houve avanços nos dois últimos anos, mas adverte - com festival de notas vermelhas para estados, municípios e escolas - que a distância entre o Brasil e os melhores do mundo é ainda longa.
A carência de investimento na educação básica permite inferir que, no futuro, pode ocorrer uma redução cada vez maior na disponibilidade de mão de obra qualificada na dinâmica econômica do país.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Maior expectativa de vida significa aumento da população idosa no país. Esse aumento, por sua vez, exige políticas públicas e privadas para atender às necessidades diversificadas dessa parcela da população brasileira.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
A redução da mortalidade infantil tem relação direta com a participação crescente da mulher nos diferentes setores da economia.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Os resultados apresentados pelo IBGE permitem inferir que a redução na taxa de mortalidade infantil ocorreu de forma sempre constante e linear nas diferentes Unidades da Federação.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
O aumento da expectativa de vida, assim como a redução da mortalidade infantil refletem avanços na melhoria da qualidade de vida do país na última década.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Existem explicações variadas para a maior expectativa de vida das mulheres em relação à dos homens, mas, de uma forma geral, essa situação é comum em quase todos os países do globo.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
Coleta seletiva do lixo, reciclagem do alumínio e do papel são exemplos de práticas de desenvolvimento sustentável.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
O termo economia verde evidenciado nos temas debatidos na conferência refere-se ao aumento da produção de alimentos para a erradicação da pobreza no mundo.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
Muitas discussões, em conferências internacionais ambientais, não são colocadas em prática em função de diferentes interesses políticos e econômicos dos países participantes.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
Nessa conferência, houve um relativo avanço nas discussões acerca dos recursos hídricos do planeta, e 2013 foi instituído, oficialmente, o Ano Internacional da Água, o que representa uma vontade de permanência do debate desse tema de relevância ambiental.
O objetivo da conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes. Os dois temas em foco na conferência serão a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
A discussão a respeito de novas matrizes energéticas, na Rio+20, culminou com a importante decisão de desativar em curto e médio prazo as usinas geradoras de energia nuclear.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
Infere-se do texto que o Brasil deve deixar de comercializar produtos primários e investir, maciçamente, em tecnologia como forma de aumentar o superavit da balança comercial.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
O mercado de commodities corresponde aos produtos de alta tecnologia exportados pelas nações em desenvolvimento que se destacam na economia global.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
A crise do mercado imobiliário americano (subprime) foi provocada pela elevada inadimplência dos tomadores desse tipo de crédito que, até o instante da crise, estava bastante disponível na economia norte-americana.
O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano. Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas. Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
Por deficit e superavit compreende-se, respectivamente, crédito e débito na balança comercial de um país.

O Brasil, líder mundial na produção do etanol, vai lucrar com as ações dos países desenvolvidos para substituir a frota a gasolina por motores flex. Mas, nesse e em outros setores do agronegócio, a expansão sem planejamento pode trazer danos ao meio ambiente. O agronegócio brasileiro teve motivos para comemorar em 2007. Preocupadas com o aquecimento global e a proximidade da exaustão das reservas mundiais de petróleo, as nações desenvolvidas aceleraram ações para substituir os combustíveis produzidos com matéria-prima fóssil por biocombustíveis de origem vegetal, conforme a figura apresentada. Trocando em miúdos, elas começaram a estabelecer prazos para trocar gasolina e óleo diesel por álcool combustível, o etanol.
Além do Brasil, os Estados Unidos da América (EUA) também são grandes produtores de etanol. As demais nações do globo estão apenas iniciando esse mesmo processo de produção de biocombustível.

O Brasil, líder mundial na produção do etanol, vai lucrar com as ações dos países desenvolvidos para substituir a frota a gasolina por motores flex. Mas, nesse e em outros setores do agronegócio, a expansão sem planejamento pode trazer danos ao meio ambiente. O agronegócio brasileiro teve motivos para comemorar em 2007. Preocupadas com o aquecimento global e a proximidade da exaustão das reservas mundiais de petróleo, as nações desenvolvidas aceleraram ações para substituir os combustíveis produzidos com matéria-prima fóssil por biocombustíveis de origem vegetal, conforme a figura apresentada. Trocando em miúdos, elas começaram a estabelecer prazos para trocar gasolina e óleo diesel por álcool combustível, o etanol.
A análise do gráfico permite inferir que a produção do álcool combustível será crescente até 2015/2016

O Brasil, líder mundial na produção do etanol, vai lucrar com as ações dos países desenvolvidos para substituir a frota a gasolina por motores flex. Mas, nesse e em outros setores do agronegócio, a expansão sem planejamento pode trazer danos ao meio ambiente. O agronegócio brasileiro teve motivos para comemorar em 2007. Preocupadas com o aquecimento global e a proximidade da exaustão das reservas mundiais de petróleo, as nações desenvolvidas aceleraram ações para substituir os combustíveis produzidos com matéria-prima fóssil por biocombustíveis de origem vegetal, conforme a figura apresentada. Trocando em miúdos, elas começaram a estabelecer prazos para trocar gasolina e óleo diesel por álcool combustível, o etanol.
A tecnologia empregada no cultivo de cana-de-açúcar para a produção de etanol impediu que áreas, antes ocupadas por outras culturas, principalmente de alimentos primários, aumentasse.