Questões de Vestibular
Sobre geografia econômica em geografia
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Operadores da Bolsa atuam em várias partes do mundo, como se pode observar no mapa abaixo.

A alternativa que apresenta uma conclusão extraída a partir da interpretação do mapa é:
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise o mapa da China, no qual as áreas numeradas correspondem a regiões desse país.

A alternativa que apresenta uma relação INCORRETA
entre a área numerada, a região correspondente e as
respectivas características socioeconômicas é:
Sobre a origem da divisão "Norte/Sul" do mundo:
É em 1980 que nasce o par Norte/Sul, numa publicação do Banco Mundial (presidido por Willy Brandt) da Comissão Independente sobre os problemas de desenvolvimento internacional, intitulado Norte-Sul: um programa de sobrevivência. Em seguida o termo se torna corrente e é utilizado tanto no domínio público quanto nos materiais escolares.
(Transcrição de palestra de Christian Grataloup. Vida e morte do par Norte/Sul, In: Les Cafés Géographiques, 30/09/2015, http://cafe-geo.net/, acesso 25/10/2015)
A expressão Norte/Sul, de largo uso atualmente, tem
uma história que revela um aspecto das relações
internacionais. A esse respeito, pode ser afirmado
que
Entre o final do século XX e o início do século XXI, a inserção do Brasil na economia globalizada se deu, em grande parte, por meio da cadeia produtiva do agronegócio, graças à sua forte participação no comércio internacional de commodities.
Com relação ao agronegócio brasileiro, assinale V para a afirmação verdadeira e F para a falsa.
( ) As inovações técnicas e organizacionais adotadas pela cadeia produtiva do agronegócio possibilitam o aumento da produtividade.
( ) O agronegócio integra as pequenas e médias propriedades às suas cadeias produtivas por meio da compra de sua produção.
( ) O agronegócio é responsável pela distribuição social da riqueza produzida no campo e pelo fim da estrutura fundiária concentrada.
As afirmações são, respectivamente,
Analise a imagem a seguir.

Existia certo exagero nas expectativas em relação ao Brasil. Eram aspirações provavelmente pouco realistas, muito dependentes da China. Agora houve uma reação nos mercados, e os preços das ações parecem mais realistas. A tendência no longo prazo ainda é favorável. O Brasil poderá se beneficiar do crescimento dos Estados Unidos e também de países da América Latina. A situação não é como a da Índia. Existem muitas oportunidades na América Latina, mais até que na Ásia. Países como Chile, Peru e Colômbia, além do México, têm atraído os investidores.
FINK, Larry. Uma retomada movida a gás. Veja, Ed. 2342, Ano 46, n. 41 09 out. 2013, p.23. Adaptado.
A análise apresentada no texto enfatiza o seguinte aspecto do mundo contemporâneo:
Em novembro deste ano, em Cingapura, pela primeira vez em mais de meio século, os presidentes de Taiwan e China se reuniram. O taiwanês Ma Ying-Jeou e o chinês Xi Jinping conversaram sobre suas respectivas posições em temas bilaterais, com a intenção de “assegurar a paz”. Em 1949, o líder nacionalista Chiang Kai-shek e suas forças fugiram para Taiwan – conhecido então como Formosa – para estabelecer um governo chinês no exílio. A China, desde então, considera Taiwan parte de seu território, com a reunificação pendente.
O Globo, Mundo, 04 nov. 2015. Adaptado.
Tendo em vista os sistemas político-econômicos adotados, entre China e Taiwan encontra-se a seguinte situação:
Disponível em:<http://g1.globo.com> . Acesso em: 4 set. 15. (Adaptado.)
Sobre a economia brasileira, assinale a alternativa correta.
As filas passaram a fazer parte do cotidiano do país. Falta de leite a farinha de milho – base da receita da arepa, um dos principais alimentos da dieta desse país –, de fralda descartável a pasta de dente, de material escolar a medicamentos.
Há, certamente, mais de uma razão para explicar o índice de desabastecimento, que atinge 75% dos produtos monitorados pelo governo, e é quase certo também que ele exercerá uma influência decisiva nas próximas eleições parlamentares.
Há controle oficial de preços, ameaça a setores produtivos, falta de incentivo à indústria, desconfiança do mercado, ausência de crédito e uma série de questões que afetam as produções de bens e produtos. Nenhum grande país produtor de petróleo sentiu o impacto da fortíssima queda das cotações tanto quanto esse país, onde o petróleo responde por 96% das exportações.
O texto retrata a situação crítica
O país exportou menos armas em 2014. Cortes nos orçamentos de defesa de vários países ocidentais fizeram sistemas bélicos do país cair para US$ 5,7 bilhões – US$ 1 bilhão a menos do que em 2013. Inesperadamente, outro segmento relacionado à segurança ocupou o espaço vazio. Pela primeira vez, vendeu mais softwares de cibersegurança do que armas. Segundo dados divulgados recentemente pela força-tarefa em cibernética, em 2014, suas empresas faturaram cerca de US$ 6 bilhões com softwares destinados a prover segurança na internet, valor que corresponde a aproximadamente 10% do faturamento mundial do segmento.
Além disso, o país também está produzindo grande quantidade de startups de cibersegurança. Em 2014, oito delas foram vendidas para investidores estrangeiros por um total de US$ 700 milhões.
Nele o número de companhias de cibersegurança dobrou ao longo dos últimos cinco anos. Hoje são 300. A demanda por seus produtos aumentou muito, agora que governos e empresas se deram conta de que precisam se proteger contra os hackers. Esse país dispõe de um contingente considerável de engenheiros de software experientes, oriundos, em sua maioria, de dois importantes mananciais: em primeiro lugar, os quadros de funcionários dos 280 centros de alta tecnologia mantidos no país por multinacionais estrangeiras, de onde saem indivíduos que começam a se lançar em empreendimentos próprios; e, em segundo lugar, as fileiras das forças armadas do país, das quais, todos os anos, são dispensadas centenas de pessoas tecnologicamente capacitadas. Há décadas, os militares vêm desenvolvendo seu arsenal – tanto defensivo quanto ofensivo – para o conflito cibernético, e essa política agora está pagando dividendos.
(O Estado de São Paulo, 4 ago. 2015. The Economist. Adaptado)
O país que apresenta as características mencionadas no texto é

Os anos de bonança para os países produtores e exportadores de petróleo ficaram para trás. O ciclo de cotações acima de 100 dólares viabilizou e rentabilizou novas fronteiras de exploração, como o xisto norte-americano, as areias betuminosas canadenses e o pré-sal brasileiro. Mas o preço do barril, em trajetória de queda há seis meses, caiu abaixo do patamar psicológico de 50 dólares.
Os exportadores sofrem com o encolhimento das receitas. Nesse grupo, estão países como Arábia Saudita, Rússia, Venezuela e Noruega.
(Veja, 14 jan. 2015. Adaptado)
A partir de seus conhecimentos e da análise do gráfico, é correto afirmar que o país que tem maior dependência de suas exportações de petróleo é
É previsível a continuada oposição da Argentina e da Venezuela à flexibilização das regras do bloco. É do interesse brasileiro ignorar essa oposição e assumir a liderança nas tratativas para retomar os entendimentos com a UE e aceitar a ampliação na negociação externa com países mais desenvolvidos, como o Canadá e a Coreia do Sul. A Espanha defendeu abertamente uma opção pragmática para que as conversações entre a União Europeia e o bloco possam avançar.
(O Estado de S.Paulo, 9 jun. 2015. Adaptado)
O texto refere-se ao bloco
Portos com maior movimentação de contêineres em 2012

Os contêineres são grandes caixas metálicas utilizadas para o transporte de mercadorias. O fluxo de contêineres dos portos mais movimentados do mundo, observado no mapa, é explicado por uma tendência da economia mundial nas últimas décadas.
Essa tendência está apresentada em:
Sobre a situação brasileira quanto a esses sistemas, analise as afirmações a seguir.
I Ao longo da segunda metade do século XX, o Estado brasileiro investiu em sistemas de engenharia capazes de criar as condições de circulação indispensáveis à sua integração ao comércio internacional.
II As deficiências da infraestrutura de transportes oneram as exportações de commodities agrícolas, porque causam um gargalo logístico que dificulta o escoamento da produção.
III Na primeira década do século XXI, o Estado brasileiro instalou sistemas de transportes articulados com o objetivo de aumentar a polarização da Região Concentrada.
Está correto o que se afirma em
