Questões de Vestibular Sobre filosofia
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A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes, é correto afirmar:
A argumentação apresentada é insuficiente para provar a existência do corpo, o que Descartes tomou
como incerto, através de seus três graus de dúvida: sentidos, sonho e Gênio Maligno.
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes, é correto afirmar:
O objetivo de Descartes é defender o modelo aristotélico de natureza, principalmente ao considerar as
coisas naturais como compostas de substância, acidente, forma e matéria.
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes, é correto afirmar:
Descartes considera que a alma é uma entidade localizada espacialmente no corpo, possuindo,
essencialmente, o atributo da extensão.
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes, é correto afirmar:
Para Descartes, a existência da alma é uma certeza evidente, imune a objeções céticas.
A análise do texto e os conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes permitem afirmar:
Descartes defende a formulação de um método para guiar a razão, pois nem todos utilizam,
adequadamente, o bom senso que possuem.
Visto que há diversidade de opiniões, apesar do bom senso, deve-se concluir que o autor defende uma posição relativista com relação ao conceito de verdade.
A análise do texto e os conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes permitem afirmar:
Para evitar o erro, não se deve estender a capacidade de afirmar ou de negar para além do que o
entendimento concebe com clareza e distinção.
A análise do texto e os conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes permitem afirmar:
O erro moral surge do mau uso do bom senso, ao passo que o erro científico é independente do uso de
uma via adequada para o pensamento.
A análise do texto e os conhecimentos sobre o pensamento de René Descartes permitem afirmar:
O texto apresenta uma filosofia empirista, voltada para o bom senso e o são entendimento humano.
Tomás de Aquino defendeu que a ideia da existência de Deus não pode ser provada racionalmente, mas apenas ser crida como um elemento de Fé da Ciência Sagrada.
O texto constitui uma exceção na História da Filosofia Medieval, a qual não está preocupada com as contradições entre a crença pela Fé e o saber pela Razão.
AFilosofia, através da luz natural da razão, é capaz de produzir premissas para provar algumas verdades reveladas pela Ciência Sagrada.
A Ciência Sagrada é revelada por Deus e superior à Teologia Racional inaugurada por Aristóteles.
O autor apresenta uma ética eudaimonista, ao acrescentar que Deus é o fim último da ação humana.
Com base na análise do texto de Santo Tomás de Aquino, pode-se afirmar:
As verdades reveladas pela Fé contrariam a razão humana, o que obriga o cristão a abandonar a
Filosofia em favor da Teologia.
Cebes — Mas é claro que te concedo, e terás apenas de concluir o mais rápido!
Sócrates — Examina então o que se segue da existência dessas realidades, para veres se partilhas de minha opinião. Parece-me que, se existe algo de belo fora do Belo em si, essa coisa só é bela porque participa desse Belo em si, e digo que o mesmo ocorre quanto a todas as outras coisas. Estás de acordo comigo quanto a esse tipo de causa? (PLATÃO. In: REZENDE, 2005, p. 60).
O Mundo das Ideias é uma doutrina política, sobre o Bem em si, sem relação com a Teoria do Conhecimento e a Metafísica.
Cebes — Mas é claro que te concedo, e terás apenas de concluir o mais rápido!
Sócrates — Examina então o que se segue da existência dessas realidades, para veres se partilhas de minha opinião. Parece-me que, se existe algo de belo fora do Belo em si, essa coisa só é bela porque participa desse Belo em si, e digo que o mesmo ocorre quanto a todas as outras coisas. Estás de acordo comigo quanto a esse tipo de causa? (PLATÃO. In: REZENDE, 2005, p. 60).
O texto expressa o pensamento cético de Platão, uma vez que as ideias de Bom em si e de Belo em si não são alcançadas pelos sentidos.
Cebes — Mas é claro que te concedo, e terás apenas de concluir o mais rápido!
Sócrates — Examina então o que se segue da existência dessas realidades, para veres se partilhas de minha opinião. Parece-me que, se existe algo de belo fora do Belo em si, essa coisa só é bela porque participa desse Belo em si, e digo que o mesmo ocorre quanto a todas as outras coisas. Estás de acordo comigo quanto a esse tipo de causa? (PLATÃO. In: REZENDE, 2005, p. 60).
O texto pressupõe a Teoria da Participação, na qual as coisas sujeitas à corrupção são simulacros imperfeitos dos modelos perfeitos, existentes no Mundo das Ideias.
Cebes — Mas é claro que te concedo, e terás apenas de concluir o mais rápido!
Sócrates — Examina então o que se segue da existência dessas realidades, para veres se partilhas de minha opinião. Parece-me que, se existe algo de belo fora do Belo em si, essa coisa só é bela porque participa desse Belo em si, e digo que o mesmo ocorre quanto a todas as outras coisas. Estás de acordo comigo quanto a esse tipo de causa? (PLATÃO. In: REZENDE, 2005, p. 60).
Platão admite o Belo em si e o Bom em si como entidades existentes e distintas dos seres materiais.
Teeteto — Sim.
Sócrates — Na verdade, corres o perigo de teres dito algo nada banal sobre a ciência; ao contrário, é o mesmo que diz Protágoras. A fórmula dele é um pouco diferente, mas ele diz a mesma coisa. Afirma, com efeito, mais ou menos isto: “o homem é a medida de todas as coisas; para aquelas que são, medida de seu ser; para aquelas que não são, medida de seu não ser". Provavelmente leste isso?
Teeteto — Li, e muitas vezes.
Sócrates — Ele não quer dizer algo do tipo: tais como me aparecem sucessivamente as coisas, tais elas são para mim; tais como te aparecem, tais são para ti? Ora, tu és homem e eu também.
Teeteto — Ele fala bem nesse sentido.
Sócrates — É provável, de fato, que um homem sábio não fale aereamente: sigamos portanto seu pensamento. Não há momentos em que o mesmo sopro de vento causa em um de nós arrepios, e no outro não; para um é suave, para o outro violento?
Teeteto — Muito certamente.
Sócrates — Nesse momento, que será em si mesmo o vento? Diremos que é frio ou que não é frio? Ou então concordaremos com Protágoras em que ele é frio para aquele que se arrepia; que para o outro ele não é?
Teeteto — É provável.
Sócrates — Aparece de um modo para um, de outro modo para o outro?
Teeteto — Sim
Sócrates — Ora, esse “aparecer" significa ser sentido?
Teeteto — Efetivamente.
Sócrates — Logo, aparência e sensação são idênticas, para o calor e para outros estados semelhantes. Tais como cada um os sente, assim para cada um também parecem ser.
Teeteto — Provavelmente.
Sócrates — Não há, portanto, jamais sensação senão daquilo que é, e sempre sensação infalível, já que ela é ciência.
Teeteto — Aparentemente. (PLATÃO. In: REZENDE, 2005, p. 58-59).
r:
Para Platão, as ideias são produzidas na mente, a partir dos dados percebidos sensorialmente.